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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Incrível caso do homem que derreteu


Túmulo de João Prestes Filho, que recebeu o ataque de um UFO, sendo cuidado em 1998 pelo coveiro Nelson de Oliveira
Em 1946, um camponês morre de forma estranha na zona rural do Brasil.... leia.

A morte do Sr. João Prestes, em 5 de março de 1946, habitante de Araçariguama, Estado de São Paulo, em conseqüência de queimaduras provocadas por "Misteriosa Luz" supostamente atacado por um ''Disco Voador", fez vir a tona o profundo choque existente entre as diversas correntes filosóficas que interpretam o fenômeno UFO. Travou-se intensa polêmica entre os pesquisadores da corrente angelical, os quais possuindo idéias pré-concebidas sobre os objetivos dos extraterrestres, que seriam "anjos salvadores da humanidade", procuram demonstrar que a morte do Sr. João Prestes ocorrera devido a fatos convencionais (a 'luz" era uma lamparina!), como acidente ou crime e não devido a fatos transcendentais, pois os anjos não são agressivos! 0s representantes desta corrente, gabam-se de terem investigado o caso em tempo recorde de dois (2) dias, concluindo pela hipótese convencional, acidente ou crime.
Os casos de supostos contactos entre terrestres e extraterrestres, em que resultam a morte para os primeiros, merecem uma investigação mais cuidadosa, e por isso, na revisão deste caso, levaremos 2 meses ou 2 anos, mas esperamos que venha à luz, a "verdade plena", mesmo que cause estupefação ou impacto. Transcreveremos na íntegra a nossa primeira entrevista com uma das testemunhas, realizada em 27/09/1974, às 13:50 horas.
O Sr. Araci Gomide, atualmente residente às margens do rio Tietê, nascido em 6 de janeiro de 1907, aproximadamente da mesma idade da vítima, tanto que foram "sorteados" juntos para o serviço militar, declara que na ocasião do evento, morava em Araçariguama. Sendo amigo da vítima, e também por ter praticado enfermagem nas Forças Armadas, foi chamado para socorrer o Sr. João Prestes, que já se encontrava na vila, em casa de Sebastião, um parente seu, após caminhar a pé cerca de 2 km, desde o local da ocorrência. Ao ver o estado físico do amigo, trancou-se com ele no quarto e perguntou-lhe o que tinha ocorrido e quem o havia queimado com água fervendo. O Sr. João Prestes, perfeitamente lúcido respondeu-lhe que "não havia sido ninguém", que "não havia sido queimado" e que não sabia exatamente o que havia ocorrido. Relatou que voltando de uma pescaria às margens do Tietê, ao entrar em casa pela janela, que se encontrava encostada, quando já estava escalando-a, caiu sobre ele uma "claridade" que o envolveu. Terminou de transpor a janela, e já dentro de casa, caiu ao chão sem sentidos. O Sr. Gomide não forneceu detalhes sobre as circunstâncias em que a vítima recobrara os sentidos, mas esclareceu que em seguida andara 2 km a pé até a casa de parentes em Araçariguama e que viera exatamente com as mesmas roupas que vestia quando foi atingido pela "claridade", isto é, uma calça com as pernas arregaçadas até as canelas a uma camisa de meia manga com botões desabotoados no peito. A visita do Sr. Gomide à vítima ocorrera cerca de duas horas após o acidente. O Sr. João Prestes encontrava-se literalmente cozido como se tivesse sido escaldado em água fervendo, com suas carnes desprendendo dos ossos. As queimaduras, o Sr. Gomide fez questão de frisar que se trata de uma analogia, e que nem se quer sabia designar o fenômeno, ocorrera somente nas partes descobertas do corpo, ou seja, os pés e os tornozelos, sendo os primeiros encontrava-se deformado e crispado como as garras de uma ave, enrolando-se todo; os braços abaixo da manga e as mãos, sendo que as carnes dos dedos soltas e caindo aos pedaços, como se tivesse sofrido longa cocção (ato ou efeito de cozer). O peito, o pescoço e o rosto, sendo que o lábio superior e o nariz bem como as orelhas caindo aos pedaços. O couro cabeludo e os cabelos encontravam-se intactos. A cor da pele, mesmo nas partes atingidas era normal. Nem enegrecimento de queimadura por combustão e nem vermelhidão de queimadura por água quente. No entanto as partes atingidas encontravam-se enrugada e encolhida, rachada e caindo aos pedaços. Nada estava chamuscado por fogo; nem os cabelos, nem pêlos e nem as roupas. Cheirou a vítima, não sentindo o menor cheiro de queimadura ou de combustível como querosene ou álcool.
A vítima também não se encontrava alcoolizada, porém lúcida e declarando não sentir nenhuma dor. A "claridade", que atingira o Sr. João Prestes, segundo declarações do próprio, em plena lucidez, antes de falecer, viera de fora da casa, envolvendo-o, e não de dentro da casa. Morreu às 3 da madrugada, mais ou menos 9 horas após a ocorrência. Foi transportada de caminhão, tendo falecido em Santana do Parnaíba antes de dar entrada no hospital. Durante a conversa particular com a vítima, esta se encontrava deitada de costas na cama. O Sr. Gomide não examinou as costas e nem sabe se a mesma foi atingida. A vítima negou que a ocorrência tivesse sido provocada por pessoas, devido a acontecimentos pessoais.
É opinião do Sr. Araci Gomide que o Sr. João Prestes foi "queimado" (ele dá ênfase que o termo queimado é altamente impróprio) por uma "misteriosa bola de fogo" cuja ocorrência já vinha sendo observada em Araçariguama e que continua sendo observada até hoje. A casa de João Prestes ficaria dentro da rota do fenômeno que se iniciaria no "Alto do Cotiano".
Após a morte de João Prestes, um primo seu, Emiliano, quando transitava à noite por estrada da região, foi sobrevoado por uma "bola de fogo" que pairou em cima dele. Lembrando-se da morte do João Prestes, cujas queimaduras ocorrera nas partes descobertas, Emiliano procurou cobrir-se com um saco e encostando-se a um barranco, se pôs a rezar. Ao chegar em casa, bastante agitado e apavorado, arrombou a porta a ponta pé, e queixou-se aos familiares de que julgava-se queimado e cozido, "pedindo álcool para passar nas partes que ardiam". Os familiares não constataram queimaduras. Na ocasião da morte de João Prestes, Alencar Martins Gonçalves, lançador da prefeitura viu uma "bola de fogo" próximo ao cemitério. Posteriormente, o próprio Araci Gomide, acompanhado de Emiliano, de uma professora e outros, foram sobrevoados numa estrada à noite, por uma "bola de fogo". Araci Gomide iluminou-a com o farolete, sendo em seguida possuído de grande pavor e tremedeira.
Cerca de 3 meses antes desta entrevista, o filho do Sr. Gomide, vindo de São Paulo, já nas imediações da chácara, avistou de seu Volkswagen, uma "bola do fogo", e gritou para o seu pai, que também a viu. Recentemente, o Sr. Gomide avistou uma "formação" de dois objetos do tamanho aparente do Sol, sendo uma mais vermelha e a outra mais apagada. No dia 17/09/1974, o Sr. Araci e sua esposa, avistaram, às margens do rio Tietê, em um morro, cerca de 2 m acima da copa das árvores, uma "bola de fogo" que aos poucos foi apagando-se e descendo, até sumir. Tendo interrogado empregados da indústria Spina que está instalando-se naquele município, o Sr. Gomide obteve informações de que é freqüente a passagem de "objetos luminosos" naquela região, em horário preferencial de aproximadamente 19:15 horas. Perguntando de que se tratava, obteve a resposta de que eram discos voadores (o horário coincide com as ''luzes do Tietê).
O fenômeno ocorre inclusive sobre a vila de Araçariguama, não só sendo muito notado devido os hábitos de seus habitantes de dormirem cedo. Respondendo a pergunta, o Sr. Gomide afirma que a população local não possui opinião sobre a natureza do fenômeno a nem faz cogitações a este respeito, incluindo ele próprio. Já recebeu convite do Rio de Janeiro para entrevista em televisão, com passagem paga, tendo recusado. Demonstrou receio de ser "importunado" com interrogatórios por parte das Forças Armadas.
Avaliação médica das queimaduras baseada na credibilidade do depoimento de uma testemunha (Araci Gomide).
A descrição das lesões pormenorizadas, a respeito dos quase trinta anos que nos separam da ocorrência não se enquadra no que seria produzida por querosene ou mesmo outra chama, provocada pelos combustíveis habituais. Não havia chamuscamento dos pêlos nem das roupas da vítima e nem sinais de fuligem. As lesões restritas às áreas expostas do corpo, respeitando toda a área coberta por roupa de uma maneira nítida e atingindo todas as áreas descobertas, ou seja: cabeça, pescoço, membros inferiores e pés, leva-nos a excluir queimadura por líquido em alta temperatura, seja por imersão total, pois dificilmente deixaria de queimar através das roupas, seja por aspersão pelo líquido, pois neste caso dificilmente queimaria as regiões atingidas (as queimaduras concentrar-se-iam em uma área contínua com alguns salpicos esparsos e nunca em duas ou três áreas descontínuas como membros inferiores, membros superiores e rosto).

Bem, e a que conclusão chegamos?

A vítima não foi queimada por chama oriunda de combustíveis convencionais (querosene, gasolina, lenha ou carbureto), nem por líquido muito quente (água fervente, sopas entornadas ou jogadas por agressão). Qual agente físico causaria uma queimadura de 3o grau apenas nas áreas diretamente expostas a sua ação, poupando roupas e cabelos ?
Soltando a imaginação poderíamos supor uma fonte de energia térmica intensa, sem chama, incidindo diretamente na vítima e provavelmente de curta duração, pois seu efeito foi detido, pelo menos até onde nos é dado avaliar, pelas vestes da vítima.
Surge-nos logo a mente a imagem da bomba atômica sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki no final da segunda grande guerra. Fora do epicentro onde tudo é destruído, os danos pessoais, referimo-nos aos danos imediatos, não aos tardios, consistem em queimaduras causadas por uma terrível onda de calor. Este agente físico, entretanto, muitas vezes é detido por um simples tapume o qual queima-se em sua face voltada ao epicentro e preserva o que estiver do outro lado. Podemos ainda, dando mais asas à imaginação, pensar em uma "luz que queima" a qual restringiria sua ação a células vivas, poupando de sua ação as células mortas, caso as roupas e os cabelos da vítima, e não atingiria as células vivas que ficassem à "sombra".

Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Anônimo disse...

QUE COISA...

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