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domingo, 30 de junho de 2013

Óvnis e extraterrestres são reais, afirmou Ben Rich

Ben Rich, diretor da Lockheed Skunk Works, confessou antes de morrer

Ben Rich, diretor da Lockheed Skunk Works, admitiu em seu leito de morte que as visitas de OVNIs extraterrestres são reais e que os militares dos Estados Unidos viajam pelas estrelas, de acordo com artigo publicado em maio de 2010 no Jornal UFO MUFON.

O que ele revelou pode parecer novidade para a maioria das pessoas, porém, isto aconteceu em janeiro de 1995. Suas declarações dão respaldo aos relatos de que os militares dos EUA tem estado voando em veículos que imitam as naves alienígenas.


O artigo foi escrito por Tom Keller, um engenheiro aeroespacial, que trabalhava como analista de sistemas de computadores para a NASA.

1. “Dentro do Skunk Works (entidade de pesquisa e desenvolvimento secretos da Lockheed), eramos um grupo pequeno, mas muito unido, que consistia de aproximadamente 50 engenheiros e projetistas veteranos, e uma centena de torneiros mecânicos peritos e outros funcionários. Nosso ponto forte era a construção, em números pequenos, de aeronaves tecnologicamente avançadas para missões de alto segredo“.

2. “Já possuímos os meios para viajar entre as estrelas, mas estas tecnologias estão trancafiadas em “projetos negros” (black projects) e somente um ato Divino poderia tirá-las de lá para o benefício da humanidade. Qualquer coisa que você possa imaginar, nós já sabemos fazer“.

3. “Temos a tecnologia para levar o ET para casa. Não demorará uma vida inteira até que consigamos isto. Há um erro nas equações. Nós sabemos qual é. Agora temos a capacidade de viajar para as estrelas. Primeiro, você deve compreender que nunca conseguiríamos chegar nas estrelas com propulsão química [os tradicionais foguetes de hoje]. Segundo, temos que criar uma nova tecnologia de propulsão. O que temos que fazer é descobrir onde o Einstein errou“.

4. Quando perguntaram à Rich como é que a propulsão dos OVNIs funcionava, ele disse: “Deixe-me perguntar à você. Como é que a Percepção Extra Sensorial funciona?“ A pessoa que foi indagada por Rich respondeu: “Todos os pontos no tempo e espaço estão conectados?“. Rich então disse, “É exatamente assim que funciona!”

Ben Rich sabia da existência de OVNIs extraterrestres

Rich sabia que os OVNIs extraterrestres do caso Roswell influenciaram o projeto dos kits do modelo Testor, e de aeronaves secretas dos EUA. De acordo com uma reportagem da CNI News, por Michael Lindemann, a informação do projeto derivou-se das ilustrações forenses e dos vários relatos das testemunhas sobre o OVNI de Roswell, fornecido por William L. “Bill” McDonald.

Em e-mail datado de 29 de julho de 1999, endereçado a Lindemann, MacDonald referenciou um trecho de uma discussão com Harold Puthoff, fundador do programa altamente secreto dos EUA de “remote viewing” (visualização remota).

MacDonald disse: “Bem, Hal, você pediu por isso! Agora que o legendário engenheiro e chefe de projetos de modelagem da Lockheed para Testor Corporation, John Andrews, está morto, eu posso anunciar que ele pessoalmente confirmou a conexão de projeto entre a nave de Roswell e os Veículos Aéreos de Combate Não Tripulados da Lockheek Martin (UCAVS, em inglês), aviões espiões, Caças Joint Strike e os Ônibus Espaciais“.
Andrews era uma amigo pessoal do diretor da Skunk Works, Ben Rich, que foi selecionado a dedo para substituir o fundador daquela organização, Kelly Johnson, e também ficou famoso pelo projeto do caça F-117 Nighthawk Stealth Fighter, seu protótipo miniaturalizado “HAVE BLUE“, e a aeronave super secreta F-19 Steath Interceptor. Antes de Rich morrer de câncer, confirmou:

“Existem dois tipos de OVNIs. O que nós construímos e o que ‘eles’ construíram. Nós aprendemos tanto das recuperações de OVNIs que se acidentaram e dos que ‘nos foram dados’. O governo [dos EUA] sabia disso e até 1969 mantinha controle na administração dessa informação. Após a retirada de Nixon em 1969, a administração passou a ser feita por uma comissão internacional de diretores do setor privado…”

“Quase todas as aeronaves com desenho “bimorphic” foram inspiradas na aeronave de Roswell, desde o SR-71 Blackbird, até os “drones”, UCAVs e espaço naves“.

A opinião de Ben Rich era de que o público não deveria ficar sabendo sobre os OVNIs e extraterrestres. Ele acreditava que eles não conseguiriam encarar a verdade. Somente nos últimos meses de seu declínio que ele começou a pensar que a comissão de diretores internacionais que ‘administram’ o caso poderia representar um maior problema para as liberdades pessoais dos cidadãos, sob a Constituição dos Estados Unidos, do que os visitantes alienígenas poderiam.

Lindemann comentou que “Bill McDonald recebeu a informação de Andrews desde 1994 até o seu último telefonema perto do Natal de 1998“.
Lindemann também disse “Deve-se da mesma forma ser conhecido que Dr. Ben R. Rich participou de uma conferência pública de engenheiros e projetistas aeroespaciais em 1993, antes de sua doença o ter debilitado, na qual ele declarou, na presença do diretor da seção de Orange County da MUFON, Jan Harzan e muitos outros, que ‘Nós (o complexo industrial militar e a comunidade aeroespacial dos EUA) tivemos em nossa posse a tecnologia para levar-nos até as estrelas”.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Existem extraterrestres no Brasil?

Muita gente afirma já ter visto ou até mesmo ter tido contato, mas ninguém ainda conseguiu provar que extraterrestres já fizeram suas visitas ao Brasil.

O assunto é polêmico: apesar de vários acontecimentos relacionados à ufologia serem bastante conhecidos não apenas por causa de boatos, ainda há muita resistência na confirmação desses casos. Há inclusive uma campanha liderada por ufólogos que pressiona o governo nacional a dar mais informações e disponibilizar documentos oficiais sobre o assunto. Chamado de "UFOS, Liberdade de Informação Já", o projeto é encabeçado pela Revista UFO.

O Yahoo! Brasil pesquisou e também contou com a consultoria de três renomados ufólogos para selecionar os casos de ETs mais famosos que ocorreram no Brasil.

Confira:

1947 - Pitanga, Paraná

A partir dos anos 1940, os estudos sobre objetos voadores não identificados começaram a ser feitos de forma mais organizada, segundo Vanderlei D'Agostino, ufólogo e consultor da revista UFO . O primeiro caso mais conhecido é o da Colônia Goio-Bang, no Paraná. Quem disse ter vivido essa experiência foi o agrônomo José Higgins. Enquanto trabalhava no campo, ele viu um objeto pousar. Dele, saíram três seres muito altos, com olhos grandes e redondos, vestindo macacões e falando uma língua indecifrável. Com gestos e desenhos, Higgins disse ter entendido que os extraterrestres queriam levá-lo para "o sétimo círculo depois do sol". Depois de dizer que precisava ir buscar sua esposa, ele conseguiu escapar dessa viagem.

1957 - Minas Gerais

O caso Villas Boas é outro relato sobre abdução. O agricultor Antonio Villas Boas teria sido abduzido enquanto trabalhava de noite em uma fazenda no interior de Minas Gerais. Ele conta que foi obrigado a ter experimentos com os ETs, incluindo até uma relação sexual com uma extraterrestre com aparência semelhante à humana. A hipótese de Villas Boas é que ele tenha sido usado como reprodutor, pois conta que a ET apontava para a própria barriga e para cima. Anos depois, o agricultor apresentou manchas negras pelo corpo, explicadas pelos médicos como intoxicação radioativa.

1958 - Trindade, Espírito Santo

O caso da Ilha de Trindade foi testemunhado por dezenas de pessoas que estavam à bordo do navio Almirante Saldanha, da Marinha Brasileira. Essas pessoas dizem ter observado um ovni, no formato do planeta Saturno, e que não emitia barulho algum. Um fotógrafo chegou a registrar a passagem do objeto, que durou apenas 14 segundos.

1958 - Santos Dumont, Minas Gerais

O autor do livro "Sequestros Alienígenas - Investigando Ufologia com e sem Hipnose", Mário Rangel,tem um relato mais pessoal sobre um caso de ufologia no Brasil. Ele, que domina a prática da hipnose, hipnotizou o motorista Gonçalo para que ele conseguisse se lembrar do que aconteceu quando dirigia um caminhão de seu patrão, na cidade de Santos Dumont (MG), durante a noite, e de repente a estrada ficou escura, um feixe de luz foi em sua direção e Gonçalo parou o carro no acostamento. No instante seguinte, ele se viu deitado debaixo do camihão. Durante a hipnose, Gonçalo contou que a luz que enxergou era de um disco voador, do qual saíram três seres. Ele foi levado para a nave, que o conduziu a outro planeta. Ainda segundo seus relatos, o motorista conta que o planeta era iluminado por um sol azul, extremamente quente, e lá ele foi exposto à visitação pública sob a guarda de um soldado armado. Horas depois, Gonçalo estava de volta à Terra e sem se lembrar de nada.

1963 - Belo Horizonte, Minas Gerais

Três garotos, Fernando, Ronaldo e José Marcos, disseram ter visto um objeto redondo e não identificado sobrevoando uma árvore no quintal de sua casa em Belo Horizonte. Segundo relatos, um alienígena saiu de dentro dele e impediu que os meninos o atacassem lançando um raio de luz. O ET também tentou se comunicar falando com os garotos, mas não teve sucesso e voltou para a "nave".

1966 - Campo dos Goitacazes, Rio de Janeiro

No alto do morro do Vintém, no Rio de Janeiro, ocorreu um caso que até hoje não foi explicado. Miguel Viana e Manoel da Cruz eram radiotécnicos e subiram o morro para um trabalho. Eles só voltaram a aparecer dias depois, mortos e usando máscaras de chumbo. Um ufólogo francês veio ao Brasil nos anos 1980 para estudar o acontecimento, e notou que o local em que os corpos foram encontrados era curioso por não ter vegetação e ter solo aparentemente calcinado.

1977 - Colares, Pará

Há um consenso entre os ufólogos que determina a Operação Prato como o primeiro dos grandes casos em relação à extraterrestres no Brasil. Na cidade de Colares, no Pará, pessoas começaram a ter experiências bem incomuns. "A pessoa atingida desmaiava, e acordava com pequenas marcas no peito, parecendo de agulhas. Algumas sentiam anemia, o que foi associado a idéia de que as luzes retiravam o sangue das vítimas", explica o escritor do livro De Roswell a Varginha e consultor da revista UFO, Renato Azevedo. Até um comandante do exército brasileiro, o capitão Uyrangê Hollanda, foi enviado ao local para investigações. Foram meses coletando filmes, fotografias e fazendo relatórios, que nunca foram divulgados. Em 1997, pouco antes de morrer, o capitão declarou à revista UFO que tinha uma teoria "de que alienígenas estavam colhendo amostra de sangue e genéticas das pessoas, com o intuito de se protegerem contra nossos germes no momento de fazerem o contato oficial conosco", segundo conta Renato Azevedo.

1979 - Baependi, Minas Gerais

Outro caso envolvendo um agricultor. De acordo com relatos, Arlindo dos Santos havia saído para caçar com os amigos, munido de uma câmera fotográfica e uma bolsa. Longe dos companheiros, ele avistou três objetos não identificados, de diferentes formatos, pousarem. Quando o quarto objeto apareceu, ele tentou tirar uma foto, mas neste momento foi capturado. Arlindo conta que os seres disseram ser "do bem", lhe falaram sobre sua civilização e o libertaram. O agricultor chegou a encontrar em sua bolsa desenhos e pinturas, que ele acredita serem mensagens dos ETs.

1986 - região do Vale do Paraíba, São Paulo

Esse episódio ficou conhecido como Noite dos UFOs no Brasil. Segundo o ufólogo Vanderlei D'Agostino, no dia 19 de maio de 1986, nada menos que 21 objetos não identificados foram vistos e captados por radares no céu da região do eixo Rio-São Paulo. "Caças da FAB chegaram a ser enviados para interceptar tais objetos, mas sequer conseguiam se aproximar ou perseguir tais objetos", conta o ufólogo.

1996 - Varginha, Minas Gerais

Certamente o caso mais famoso de extraterrestres no Brasil. De acordo com Renato Azevedo, o sul de Minas Gerais já estava passando por uma grande onda de avistamentos de ovnis entre o final de 1995 e início de 1996. E foi no dia 20 de janeiro que três garotas viram o que depois passou a ser conhecido como o "ET de Varginha". Elas disseram ter visto um ser agachado junto ao muro de um terreno baldio, com cerca de 1,60m, três protuberâncias na cabeça, olhos grandes e vermelhos e pele marrom-escura. " Nas semanas de pesquisas que se seguiram, que envolveram dezenas de ufólogos, descobriu-se que esse ser deve ter sido capturado por policiais no começo da noite, após uma forte chuva, e levado a um dos hospitais da cidade " , como relata Renato. Dizem que na verdade existiam dois seres na região, que foram capturados pelos militares, um vivo e um morto. Não se sabe ao certo o paradeiro desse suposto alienígena vivo. Há hipóteses de que ele esteja até hoje sendo estudado na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) ou que ele tenha sido levado para análise nos Estados Unidos.

1998 - São Paulo, São Paulo

O último caso sobre ETs bastante comentado no Brasil aconteceu em São Paulo em 1998. Um garoto de dez anos e seus familiares teriam visto, na região do bairro Capão Redondo, um objeto voador não identificado. O ovni ficou aparente por cerca de 30 minutos, mas só há quatro minutos filmados desse acontecimento, que mostram a nave fazendo manobras incríveis.

Com tantos casos como esses, o ufólogo Vandelei D'Agostino lembra que os avistamentos ocorrem no mundo todo, mais em alguns lugares do que em outros por razões que os estudiosos ainda estão estudando. Segundo ele, "O Brasil tem alto índice de avisamentos devido à sua enorme área geográfica". Tomando como exemplo os casos acima, pode-se reparar que o estado de Minas Gerais é o que concentrou mais incidentes envolvendo extraterrestres.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ufologo Francis Uhry relata avistamento de caminhoneiro gaúcho

Relato de João Flávio S. motorista de caminhão de uma transportadora gaúcha , autorizou a publicação do mesmo no blog Ufologia Missioneira.

Ao ver o ufologista Francis Uhry comentar sobre casos que conhecia na região das missões, João contou com detalhes e com visível aspecto de espanto o caso que presenciou no interior de Goiás.

João: 
- Eu e um colega estávamos descendo de Goiás para o Cerro Largo – RS, saímos da empresa por volta das 15 horas e a viagem corria bem até por volta das 22:30 da noite.

Francis:
-O que aconteceu?

João:
Eu me distraí por 1 segundo, quando olhei para frente, parecia que o caminhão da frente estava grudado em mim. Cheguei a frear forte. Cantei pneu. 

Francis:
- E o que era?

João:
Aí é que está meu filho. Aquela luz acompanhou a freada , parecia que tinha um vidro na frente do para-brisa do caminhão. Você não vai me entender.

Francis:
Entendo sim, continue contando.
“Neste momento notei que João estava ficando desconfortável em continuar contando a história. Tive que tranquiliza-lo e contar algumas coisas que já tinha presenciado e contar sobre nossas pesquisas sobre o assunto. Mostrando a ele, que acreditava sim, no que ele estava contando.”
Após fazer isso, João continua a história:

- Então... Após o susto e a freada, eu vi que não era outro caminhão nem outro carro, segui imaginando que era reflexo de algo.

Mas aí aquilo começou a ficar estranho, não sei como explicar, era como se fosse um reflexo parado no vidro. Mas que uma vez ou outra se mexia. Não consigo explicar. Parecia que alguém que estava mexendo. Cheguei a pensar que era algum tipo de brincadeira do meu colega. Mas ele vinha dormindo do lado.

Aí pensei que a luz que tem em cima do para-brisa tinha soltado e estava dando reflexo. Ou algo assim...

“Neste momento um colega entrou na sala e João na hora parou de contar, desconversando e mudando de assunto. Nitidamente emocionado com a história que estava contando.”

Assim que o colega saiu ele continuou:
- Não gosto de contar para todo mundo, porque contei no posto que parei depois, começaram a rir da minha cara e dizer que eu estava com sono, ficando velho e meio louco.

Francis:
- Eu entendo o Sr. Mas o senhor conseguiu ver o que era?

João:
Meu filho, aí eu parei para ver se não tinha se soltado a luz. Quando eu abri a porta, parecia que alguém tinha colocado uma lanterna forte na minha cara.
Uma luz muito forte que não conseguia enxergar nada. Mas me pareceu muito rápido. E sumiu tudo. Consegui enxergar. Fui para a frente do caminhão. Não encontrei nada. Entrei na cabine o meu colega estava acordando. Perguntou o que aconteceu. Eu contei e ele riu. Continuei a dirigir quando resolvi olhar para o relógio do caminhão. Foi quando levei o susto maior. Era 23:56.

Francis:
- O que o Sr. Acha que aconteceu?

João:
Só Deus sabe meu filho. Sou temente a Deus. E se posso te dizer uma coisa, foi que tenho dentro de mim, que foi ele quem me protegeu.
O que você acha que aconteceu?

Francis:
As teorias são tantas que não saberia lhe dizer. “Mesmo imaginando o que teria acontecido.”

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O encontro de Mário Restier

Às 17 horas do dia 4 de dezembro de 1949, Mario Restier, que morava na cidade de Barra Mansa, regressava do sítio de seu pai, em Volta Redonda (RJ), quando notou, ainda perto do sítio, um objeto discoidal sobrevoando silenciosamente um grupo de arvores, aterrissando em seguida a 10 ou 15 metros da estrada. Surpreso, assustou-se mais ainda quando ouviu uma voz que lhe dizia: "Não tenha medo... Quer saber do que se trata? Sabemos que você acredita em nós".

À sua aproximação abriu-se uma portinhola no aparelho e apareceram dois tripulantes, de estatura aproximada de 1,65 (mesma altura de Mario), os quais acenaram amistosamente, como convidando-o à entrar. Usavam uma espécie de saiote romano e tinham a cabeça coberta por um gorro ou capacete.

A primeira pergunta que Mário lhes fez foi se acreditavam em Deus, ao que responderam imediatamente: "Deus é um só!.

Mais encorajado, o jovem entrou no disco, sendo conduzido por um corredor e uma sala com painéis cheios de ecrãns, quadros e botões. Apareciam nas telas esquemas indicando dados da locomoção da nave.

Os tripulantes convidaram-no à uma viagem. Restier respondeu que aceitaria se eles prometessem trazê-lo de volta são e salvo. Após a confirmação por parte dos tripulantes do objeto deitaram-no dentro de uma espécie de urna ou banheira, cheia de um líquido que, segundo os seres, servia para eliminar problemas relacionados à grandes acelerações, alem de hidratar e alimentar o corpo. Apenas a face ficou fora do líquido.

Quando os tripulantes anunciaram que iriam decolar Mario adormeceu. Quando acordou foi informado de que estavam chegando. Ele foi retirado da urna e levado à outro compartimento da nave onde suas roupas e seu corpo secaram imediatamente. Foi-lhe fornecido um uniforme semelhante aos dos tripulantes do objeto.

Ao olhar pelas vigias do disco, Mario percebeu que estava em uma espécie de hangar com vários discos semelhantes ao que embarcara. Quando olhou novamente para os tripulantes Mário surpreso percebeu que eles estavam sentados numa espécie de sofá aparentemente "desligados". Foi então que abriu-se a portinhola por ela entraram algumas pessoas que com simpatia dirigiram-se à testemunha. Estes informaram que Mario era a terceira pessoa a estar no local e que estavam felizes por ele ter vindo.

Em seguida estes seres levaram-no a passear por uma espécie de cidade onde haviam outros seres. Ele foi levado à uma espécie de museu onde mostraram-lhe uma tela com imagens da humanidade. nossa índole, nossas ambições, violência, etc.

Após algumas horas Mario foi levado de volta ao disco, onde suas roupas foram devolvidas. Ele foi novamente colocado na urna com o estranho liquido. Quando acordou foi levado até o local onde havia embarcado. Ao chegar no sítio do seu pai este reclamou muito por Mario ter desaparecido tanto tempo sem dar notícias, deixando preocupados todos os seus amigos e familiares. Foi então que percebeu que era 14 de abril de 1950. Mário lembrava-se de algo em torno de 6 horas de sua experiência. Praticamente 4 meses de sua vida estavam em branco.

O caso encontra-se detalhadamente descrito no Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, edição 61 de 15 de abril de 1968.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Atlântida: mito ou realidade?

A primeira sensação é a do medo. Casas que parecem penduradas no alto das rochas, a 300 m de altura. Rochas que foram cortadas ao meio. Algo muito violento aconteceu em Santorini. Uma ilha vertical, diferente de todas as ilhas gregas. Depois vem a sensação de deslumbramento: o mar Egeu é azul marinho.

A Atlântida existiu ou tudo não passou de um delírio de Platão? O filósofo grego descreveu um continente que afundou no Oceano Atlântico, depois de uma catástrofe. A Atlântida, perseguida por tantos aventureiros, estaria debaixo do mar Santorini.

O pescador Petrus Calamatus acredita que sim. “Um dia, as provas vão aparecer”. São duas ilhas: Neakameni e Paleakameni. Depois tem a cratera do grande vulcão, foi ele que destruiu a civilização antiga. O centro da ilha de Santorini afundou. A grande erupção aconteceu no ano de 1.500 a.C. As rochas possuem camadas de cores diferentes.

Até na beira do mar, onde não há casas, os gregos constroem igrejas. O fascínio das ilhas gregas ainda está no seu povo humilde. E por mais que o turismo queira comprar os seus terraços, os antigos moradores não saem. Para não frear o vento com as linhas retas, esta ilha criou as formas curvas - que não existem no resto do país.

O vento é presença constante. O vento faz com que a uva cresça rasteira, enrolada como uma cobra. “Para a próxima colheita, em agosto, é preciso amarrar desde já. Se não, o vento vai devastar a nossa plantação”. É a historia de Santorini: tentativas dramáticas de acomodação numa terra hostil, que já foi chamada de Ilha do Diabo.

O vulcão assusta e protege. As casas são térmicas: quente no inverno e fresca no verão. As rochas são feitas de uma massa vulcânica, dura e maleável, por isso fazem tetos curvados. Uma moradora comenta: “O vulcão salvou vidas na Segunda Guerra. Aviões alemães vieram bombardear a ilha. O Neakameni entrou em erupção e os aviões fugiram”.

O que a lava destruiu há milhares de anos ainda é uma incógnita. Agora, os restos da civilização Akrotires - que o vulcão arrasou 3.500 anos atrás – estão sendo desenterrados. O arqueólogo Dumas diz que as escavações começaram em 1967 e só uma pequena parte da cidade soterrada foi trazida à luz. Esqueletos nunca foram encontrados.


Os afrescos achados nas ruínas mostram feições quase orientais. A exuberância das faces levou a ciência a acreditar que Atlântida pudesse ter sido aqui. Platão, na sua obra imortal, descrevia uma civilização colorida e refinada. O filosofo criou uma sociedade perfeita, destruída pela ira dos deuses.

A Atlântida é uma utopia, um mito. Platão queria mostrar ao povo que, se não cumprisse as leis, uma tragédia poderia acontecer. A Atlântida está dentro de nós. “A vida aqui aparece muito forte. A cada cinco minutos mudam as cores e as luzes. Há sempre algo novo. Não me canso nunca desta paisagem”, diz o pintor Konstantinus.


Se a história que os gregos guardam há tantas gerações aconteceu, estamos no centro do mistério. Teriam partido daqui as chamas que enterraram a civilização dos sonhos. O segredo está mesmo guardado no fundo da terra. Lá onde talvez o homem nunca possa chegar. Se a Atlântida existiu aqui, ninguém sabe.

Veja o documentário abaixo : 

Fontes: google imagens , e www.youtube.com
Nosso Facebook : www.facebook.com/ufolologia.missioneira

segunda-feira, 10 de junho de 2013

As Luzes de Fênix: novos relatos

Uma testemuha do famosos evento de 1997, que ficou conhecido como as Luzes de Fênix, que ocorreu nos estados de Arizona e Nevada, recém se manifestou na Internet, descrevendo que viu as luzes quase diretamente debaixo delas.

As Luzes de Fênix foram vistas por milhares de pessoa do sudoeste estadunidense em 17 de março de 1997. Das 19h30 até as 22h30 daquela noite, testemunhas reportaram ter visto uma gigantesca nave em forma de “esquadro” pairando no ar. O objeto foi visto por pessoas num raio de 480 quilômetros. O incidente fez com que civis, policiais e até mesmo o governador do estado do Arizona relatassem o avistamento.

A explicação oficial do governo foi de que eram “tochas de iluminação” liberadas por aeronaves militares em treinamento. A explicação pode ter convencido algumas pessoas, mas há inúmeras outras, particularmente aqueles que testemunharam o evento, que acreditam que as luzes não eram tochas militares, mas algo muito mais estranho.

Agora, quase duas décadas após o incidente, um membro do fórum Above Top Secret trocou informações com alguém que alega ter visto as Luzes de Fênix em 1997, quase que diretamente abaixo delas. O e-mail, compartilhado por “esteay812“, é o seguinte:

”Minha família e eu muitas vezes relembramos aquela noite. Eu estava morado em Fênix por somente um ano, um ano e meio no máximo. Estávamos morando na Base da Força Aérea William quando vimos o objeto. Na verdade, o vimos a partir de dois pontos de visão, sendo a base Williams o segundo.

Estávamos na casa da minha tia quando o notamos pela primeira vez… …De qualquer forma, era logo após o por do sol, ou assim parecia. Eu ainda era jovem. Meu primo avistou o objeto e me chamou para fora. Então eu o vi e chamei meu pai e irmão. 

Ele era enorme. Não estava tão alto quando uma aeronave jumbo, ou algo assim, mas estava pelo menos a 1500 metros de altura e era gigantesco, na forma de um V com luzes. Não eram luzes normais; elas eram relativamente maiores do que as luzes de um estádio quando se fica logo abaixo de seus postes, mas a centenas de metros acima e não eram muito brilhantes também. Eram mais amareladas, como luzes antigas de rua quando vistas através da neblina, talvez até distorcidas…

Após a vermos indo em direção ao sul, voltamos para dentro da casa de minha tia por cinco minutos e então saímos. Meu pai, meu irmão e eu voltamos de carro para nossa casa e olhávamos para fora da janela à medida que ela se movia. Íamos para o sul, ao longo da auto estrada, de Mesa Drive em direção à base Williams…

A um dado momento, não ficamos diretamente abaixo do objeto, mas podíamos ver menos luzes laterais. Estávamos conversando muito neste momento e eu não lembro dos detalhes visuais. Chegamos em casa minutos mais tarde. Meu pai entrou e arrumou sua cama, enquanto meu irmão e eu continuamos a olhar o objeto.

Neste momento estávamos mais longe e o ponto de visão mudou. Vimos a mesmo forma em V, mas não era tão grande. Também, podíamos ver a espessura das luzes agora; muito finas em comparação ao seu tamanho. Elas pareciam quase que como luzes energizadas por pilhas…

…Observamos esta coisa se mover pela cidade por aproximadamente 20 a 25 minutos no total…

Eu acho que foi um espetáculo, como ir a um zoológico e somente iluminar para baixo com as lanternas pensando ‘hei, eles provavelmente são muito burros para saber o que está acontecendo‘ … talvez eles estejam certos, mas quem vai saber?“

Dado ao fato de que este misterioso objeto foi avistado por milhares de pessoas e confirmado pelas mesmas de se tratar de algo sólido, e não tochas militares com alegou o governo estadunidense, este incidente constitui prova incontestável de que estamos sendo visitados por outras civilizações. 

Até hoje, nenhuma explicação de cético algum conseguiu derrubar o testemunho das milhares de pessoas, dentre elas do governador do estado do Arizona da época, John Fife Symington III.

Fonte: ovnihoje.com

Óvni cilíndrico

Segundo o site UFO Sightings Daily, um OVNI cilíndrico foi observado sobrevoando a cidade de Appleton, no estado do Wisconsin – EUA, no dia 31 de maio passado.

O OVNI teria sido filmado por um homem que foi para a varanda de sua casa para olhar a chuva e notou o longo objeto cilíndrico nas nuvens.

O site de origem desta notícia menciona que nenhum balão dirigível iria voar com o clima chuvoso e que tais OVNIs têm sido observados por milhares de anos e até mesmo registrados em fotos desde os anos 1800.

Fonte: ovnihoje.com
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Avistamento de óvni em Ohio, EUA

A delegacia do Xerife do Condado de Tuscarawas, no leste do estado de Ohio, EUA, recebeu um chamado telefônico na manhã da última terça-feira, 4 de junho, de um homem alegando ter se deparado com alienígenas.

O vice-xerife Rick Morrison, relatou que um homem de 28 anos de idade contatou a delegacia à 01h36min, dizendo que tinha tido algum tipo de problema no seu carro logo depois que “indivíduos de outro mundo” o ordenaram a dirigir até um campo abandonado.

Ao chegar no destino, o homem disse que os alienígenas o informaram que o campo seria como um aeroporto onde os extraterrestre viriam o pegar.

De acordo com Morrison, o homem disse que já havia sido vítima de abdução no passado.

O homem disse à polícia que havia caminhado por horas antes de telefoná-los. Morrison reportou que “era óbvio que o homem havia caminhado por uma longa distância, pois tinha bolhas em seus pés – embora estivesse usando sapatos“.

A polícia não encontrou o carro do indivíduo, mas suspeita que esteja em algum lugar do Condado de Stark. Também não foi liberado o nome do homem.

Fonte: ovnihoje.com

Avistamentos de Óvnis no Aeroporto Gatwick, no Reino Unido

Em notícia recém liberada na Internet, pilotos de três aviões comerciais avistaram OVNIs sobrevoando o quartel general da Cientologia no Reino Unido, ao se aproximarem do Aeroporto Gatwick. O evento ocorreu em 30 de dezembro passado, por volta da 09h00min.

Os controladores de tráfego aéreo detectaram seis OVNIs nas telas de seus radares antes dos objetos desaparecerem repentinamente.

Um Boeing 777 sobrevoava o quartel general da Cientologia em East Grindstead, minutos antes de aterrissar, quando todos os três pilotos na cabine de comando viram os objetos a aproximadamente 30 metros abaixo deles. Os objetos se moviam lentamente, ou estavam até mesmo estacionários, de acordo com o relatório. A tripulação de outro Boeing 767 também avistou os dois objetos brancos, ou prateados, que estavam a aproximadamente 300 metros do solo. Um Airbus A319 então aterrissou antes dos objetos desaparecerem das telas do radar.

A tripulação da primeira aeronave descrevereu ter visto “algum tipo de brinquedo“. A informação foi passada para o controle de tráfego aéreo e então para a polícia. Os investigadores apresentaram a possibilidade dos objetos terem sido balões ou pipas, mas o incidente ainda é classificado como desconhecido.

O avistamento ocorreu um dia antes dos cientologistas, junto com o ator Tom Cruise, gravarem uma mensagem para os alienígenas nas colinas do estado do Novo México, nos EUA. O culto acredita que os alienígenas habitam os corpos humanos.

O avistamento no Reino Unido, foi investigado pelo UK Airpox Board, o qual primariamente investiga quando aeronaves quase se chocam no céu.

Fonte: ovnihoje.com

O caso Kelly

Por Reinaldo Stabolito

Na ampla casuística ufológica, não é incomum encontrar contatos onde as testemunhas reajam de forma violenta, sem que realmente exista uma agressão prévia. O cinema do gênero está repleto de situações de confronto com seres extraterrestres evidenciando nossa xenofobia ao desconhecido. Normalmente, para o ser humano, o que não pode ser assimilado e compreendido deve ser destruído. Sendo assim, chega a ser compreensível encontrar situações onde a reação das testemunhas acaba
sendo drástica e violenta. Um bom exemplo disso é o Caso Kelly, ocorrido na madrugada entre os dias 21 e 22 de agosto de 1965, em Kelly, um pequeno vilarejo próximo a Hopkinsville, estado de Kentucky (EUA). Todos os protagonistas desse caso fazem parte da família Sutton.

Aproximadamente às 07:00 horas do dia 21 de agosto, Billy Ray Taylor saiu da casa para ir pegar água no quintal, onde havia um poço. Enquanto estava recolhendo a água, um objeto prateado, que emitia várias cores luminosas por toda a sua fuselagem, passou por cima da casa e parou na altura de uma depressão do terreno, próximo das cercas da fazenda. O objeto começou a descer lentamente e Billy, em pânico, retornou correndo para a casa gritando que um "disco voador" tinha pousado próximo dali. Ninguém da família deu qualquer credibilidade ao relato de Billy. Ao invés de irem até o suposto local do pouso, todos simplesmente zombaram dele.

Por volta de uma hora depois, a família Sutton repara que o cachorro, que se encontrava do lado de fora da casa, estava latindo violentamente. Intrigados com tal comportamento, Lucky Sutton e Billy Ray Taylor olharam pela janela para ver o que estava acontecendo. O cão estava aparentemente aterrorizado e se escondia debaixo da casa com o rabo entre as pernas. Lucky e Taylor resolveram ir até a porta dos fundos da casa armados com um fuzil, de calibre 20, e uma carabina de caça, calibre 22, para verificar se alguém ou algum bicho havia assustado o cachorro.
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Já era noite e, quando abriram a porta dos fundos, Lucky e Taylor se depararam com uma cena insólita: uma criatura completamente incomum estava se aproximando. O ser tinha cerca de um 1,05 metro de altura, uma enorme cabeça redonda e desproporcional com orelhas pontudas enormes. Seus braços também eram grandes e chegavam até o chão. Suas mãos, também bastante grandes, possuíam longas unhas, parecendo garras. Os olhos, bem maiores que os dos seres humanos, possuíam fluorescência amarela e estavam bastante separados um do outro – quase nas laterais da cabeça. A criatura trajava uma vestimenta que parecia ser de metal e emitia uma luminosidade em torno de seus corpos. Ela estava indo à direção deles com os braços levantados como se estivesse sendo assaltada.

Quando o ser ficou a uma distancia de apenas seis metros de Lucky e Taylor, eles não hesitaram: os dois abriram fogo contra a criatura. Não havia a menor chance dos dois errarem os tiros e eles puderam ouvir um som semelhante a atirar contra uma estrutura metálica, que julgaram ser resultantes das balas ao atingir a criatura. O alienígena deveria estar usando algum tipo de blindagem em sua roupa, pois não conseguiram causar qualquer dano aparente no ser, apesar dos disparos "à queima-roupa". O alienígena apenas pulou para trás, começou a flutuar e virou-se em sentido oposto dos dois atiradores, desaparecendo no meio da escuridão. Logo após isso, os dois entraram na casa e fecharam a porta dos fundos.
Mas aquela fatídica noite apenas estava começando. Subitamente, surgiu uma outra criatura em uma das janelas da casa. E novamente não hesitaram: abriram fogo contra a janela, quebrando o vidro e causando várias avarias na janela. Um deles praticamente encostou a arma na janela enquanto atirava. Imediatamente, Lucky e Taylor decidiram sair da casa para conferirem se haviam matado a criatura da janela.

Taylor atravessou a porta em primeiro lugar e, subitamente, uma grande garra desce da borda do telhado, justamente em cima de sua cabeça. A garra chegou a tocar nos cabelos de Taylor. Era uma das criaturas que estava sobre o telhado e tentava, aparentemente, agarrar Taylor. Assustados, ambos voltaram a disparar freneticamente contra a criatura. O ser, ao ser atingido pelos disparos, acabou sendo lançado por cima da casa.

Ainda, os dois atiradores perceberam que havia uma outra criatura sobre um galho de uma árvore próxima deles. Tal como fizeram com as situações anteriores, descarregaram as armas sobre a criatura. Apesar da certeza de terem acertado vários projéteis de grosso calibre no ser, a criatura simplesmente flutuou até o chão e se refugiou na escuridão no meio da mata.

As mulheres começaram a gritar implorando que os dois voltassem para dentro da casa. Vendo que não conseguiam causar quaisquer danos aparentes naqueles seres, Lucky e Taylor resolveram atender os pedidos e voltaram a entrar na casa. Todas as portas e janelas foram trancadas e a família Sutton, somando mais de dez pessoas contando com as mulheres e as crianças, se refugiaram na sala. E os Sutton viveram uma noite de terror, pois diversas vezes durante aquela noite os seres apareciam diante da janela olhando para dentro da casa. Depois de quase três horas, os Sutton estavam em extremo estado de pânico e, não agüentando mais aquela situação, foram até a garagem e se espremeram dentro do automóvel da família. Logo em seguida, abriram a porta da garagem e saíram com o carro em alta velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a cerca de onze quilômetros da fazenda.

O chefe da policia Russel Greenwell não acreditou na história absurda que toda a família Sutton havia contado, mas, em função do claro estado de histeria que todos eles apresentavam, achou melhor ir até a fazenda para verificar o que estaria acontecendo junto de outros policiais. "Os Suttons estavam aterrorizados e só poderia ser por causa de algo incomum".

E antes de chegar na fazenda, começaram a surgir dados que poderiam reforçar a história contada pela família Sutton: um comunicado de um policial estadual avisando que meteoros estranhos, com barulho parecido com de artilharia, sobrevoavam a região. Pela descrição fornecida no rádio, os UFOs estavam indo à direção oposta das testemunhas, para o norte. Ou seja: justamente para Kelly.

Ao chegarem na fazenda, os policiais não encontraram nenhuma criatura estranha e quaisquer sinais de um disco voador pousado perto das cercanias da propriedade. Porém, havia todos os sinais de tiroteios descritos pelos Sutton. O caso ganhou manchetes por todo os Estados Unidos e, em poucos dias, a cidade foi invadida por inúmeros repórteres de toda parte do país para entrevistar as testemunhas. Oficiais da Força Aérea, ufólogos civis e, até mesmo, o projeto de investigação ufológica oficial Blue Book já estavam envolvidos na investigação deste caso. Na época os próprios oficiais do Blue Book, que sempre mantiveram uma postura cética com relação ao fenômeno UFO, admitiram que a família Sutton não parecia estar mentindo. Segundo eles, o que quer que fosse que tivesse invadido a propriedade dos Sutton, era algo completamente diferente e incomum.

Posteriores descrições dos Sutton davam detalhes das criaturas. O corpo daqueles assombrosos visitantes era uniformemente fluorescente na escuridão da noite, mas a luminosidade tinha um estranho aspecto metálico de cor mate. A luminosidade que emitiam de seus corpos aumentava no momento em que as testemunhas disparavam ou gritavam para eles. Não tinham pêlo, odor e características sexuais evidentes. O rasgo, que parecia ser a boca, era somente uma linha horizontal que atravessava o rosto e, ainda, em momento algum se mexeram. Os Sutton admitiram que não houve uma real atitude hostil dos seres, pois eles praticamente se limitaram a olhar pelas janelas. O único contato mais direto foi quando um deles, que estava no telhado, tentou agarrar a cabeça de Taylor.

* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

OVNI aparece à noite em Pradera, Colômbia


3 de junho, os habitante do município de Pradera, na Colômbia, viram uma luz estranha no céu, por volta das 20h40min, a qual permaneceu no céu por mais de seis minutos. Apesar da luz ter espantado os moradores da região, o prefeito da cidade tem outra versão e diz que a luz era somente uma tocha de sinalização lançada pelo exercito. Contudo, os moradores da cidade dizem que a luz mudou de posição em alta velocidade, por três vezes.
Fonte : ovnihoje.com

terça-feira, 4 de junho de 2013

Regressão em abduzidos

Em uma decisão única, o Conselho Nacional de Hipnose Britânico (NCH) criou uma política relativa a abduções extraterrestres. Até onde sabemos, esta é a primeira vez que um dos corpos profissionais que representam a hipnose britânica fez um pronunciamento oficial neste assunto, deixando orientação somente para seus membros.

A força motriz atrás desta iniciativa é o psicoterapeuta David Howard, com quem estamos trabalhando durante algum tempo. David é um membro do NCH com um interesse em uma gama extensiva de fenômenos paranormais e psíquicos. Ele trabalhou com várias pessoas que acreditam que tiveram experiências com abduções e teve durante algum tempo preocupado com este importante campo de seu trabalho que era feito sem assistência de nenhuma diretriz oficial. Baseando em seu conhecimento e experimentos neste campo ele levou este assunto para a NCH e ofereceu algumas sugestões. Eu submeti um papel também a NCH, enquanto utilizava o Ministério oficial de pesquisa de Defesa e investigação deste fenômeno, e trabalho subseqüente empreendido junto a uma capacidade privada.

David Howard

No dia 14 de dezembro de 2001 o NCH escreveu a David Howard, incluindo um documento intitulado Declaração de Política de Abdução Extraterrestre. O texto era como segue abaixo:

"Com o recente interesse neste fenômeno, o Conselho Nacional de Hipnose emite as seguintes diretrizes":

Clientes portadores de experiências de abduções extraterrestres (AAC) serão tratados com o mesmo respeito e cortesia como se fosse qualquer outro cliente. As técnicas de regressão que devem ser utilizadas com os abduzidos deverão seguir estas diretrizes:

a. Não Diretiva
b. Não Conduzida
c. Preferivelmente Indireta

O terapeuta também deve estar atento às implicações da Falsa Síndrome de Memória (FMS). Nós recomendamos que os terapeutas não devam introduzir o assunto de Abduções Extraterrestres a menos que o paciente recorra em primeiro lugar a isto. Adicionalmente, os terapeutas não devem se ocupar confirmando estes incidentes.

Eles devem ter uma posição neutra na existência de Abduções Extraterrestres.

Por causa da necessidade de regressão em Abduzidos é essencial que os terapeutas se assegurem que o histórico de saúde médica e mental destes pacientes seja pesquisada antes do começo do tratamento".

É importante reconhecer que tipo de terapia e hipnose de regressão serão aplicadas já que são técnicas controversas e com muitas discordâncias científicas (Para um resumo disto, veja meu livro "O Não convidado", especialmente capítulos três e quatro).

Também é importante reconhecer que o NCH não é a única organização que busca satisfazer as necessidades dos terapeutas de hipnose britânicos. Mas quando o NCH emitiu esta declaração de política foi dado um passo corajoso que reconheceu como verdadeiro todas as solicitações de investigação de abduções extraterrestres. Existem inúmeras pessoas que buscam ativamente por ajuda e orientação neste assunto porque eles realmente acreditam que tiveram uma experiência. Até agora, tais pessoas não tiveram apoio de parte alguma. Agora isto é um caso mais longo, e os abduzidos podem descansar tendo assegurado que se eles chegarem a qualquer terapeuta afiliado ao NCH, eles estarão lidando pelo menos com alguém que terá uma consciência básica do fenômeno, junto com uma compreensão de como melhor levar uma investigação adiante. Este é o grande avanço oriundo desta nova orientação.

Que mais foi planejado?

David Howard pretende escrever algo para o diário do NCH e agirá como o líder da organização neste assunto. Ele também postará algo a respeito no website (www.hypnotherapists.org.uk).

Serão encorajados que os membros do NCH empreendam pesquisa neste assunto, ou como parte de uma qualificação de pós-graduação ou independente.

A discrição do editor, os seus resultados podem ser publicados no Diário de Hipnoterapia.

Podem ser usados o website e o diário para reunir as pessoas com interesses em pesquisas nesta área, e é provável que um debate começará no foro de discussão do NCH.

Antes da iniciativa do NCH, o melhor fato conhecido sobre esta atitude na ufologia britânico sobre hipnose de regressão foi provavelmente à moratória OVNI de 1987 da Associação de Pesquisa britânica no uso desta técnica. Embora bem-intencionado na ocasião, esta moratória parece um pouco pitoresca agora. Não se pode voltar atrás após ter se dado um passo adiante, e o fato neste assunto são os números crescentes de pessoas no Reino Unido que tiveram experiências de abduções e que agora estão buscando a oportunidade de passar por uma hipnose de regressão. Enquanto todo o ufólogo responsável se assegurar que estas pessoas estão livres dos profissionais trapaceiros desta técnica, nós temos que escutar as pessoas até o final, a procura do tipo de metodologia conduzindo a testemunha defendo-as dos investigadores como Dr Alex Keul e o recente Ken Phillips. Afinal de contas, se alguém quiser fazer regressão, eles acharão um modo indubitavelmente. Nós devemos sim assegurar que pelo menos estas pessoas podem procurar alguém que tem uma consciência do fenômeno e está preparado verificar os casos dentro de uma forma responsável.

Indubitavelmente, o debate sobre hipnose de regressão continuará. Mas quando os profissionais de saúde mentais como o psiquiatra Dr. John Mack Médico da Escola de Havard disser que a técnica do diagnóstico e terapia for válido, nós teremos ter este assunto amadurecido. Querendo ou não a hipnose regressiva chegou aqui para ficar. Esta pode nos permitir a ter acesso a dados novos sobre um fenômeno e em muitos casos conduz a uma catarse por parte do abduzidos. Este é o caso que nós precisamos assegurar que a técnica é responsavelmente usada. Pensando nisto, o trabalho empreendido por David Howard e o NCH deveria ser recebido de braços abertos por qualquer um que tenha interesse no fenômeno de abdução alienígena - crente ou céptico - que está genuinamente preocupado com o bem-estar das pessoas que passaram por uma experiência de abdução extraterrestre.

Esta iniciativa nova será apoiada indubitavelmente por alguns e será combatida por outros, e um debate vivo está por acontecer. Contanto isto tem de ser levado de uma forma construtiva, para que possa ser de benefício à ufologia.

Tradução: Milton Dino Frank Junior
Fonte: www.cubbrasil.net e UFO UPDATES

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ovni teria quase colidido em aeronave

Se um artigo do jornal escocês Daily Record estiver correto, o OVNI da notícia agora passa a ser um OVI, ou seja, um Objeto Voador Identificado.

De acordo com o jornal, há uma grande possibilidade de que o objeto que quase colidiu com a aeronave comercial tenha sido um balão de brinquedo em forma de tubarão, que foi perdido naquele mesmo dia pelo menino Billy Orsmond.

De acordo com o pai da criança, James, o balão tinha 1,80 metros de comprimento.

Seria possível que os pilotos não conseguiram estimar o tamanho do objeto ao passarem tão próximos à ele?

Esse é mais um daqueles casos que nunca saberemos ao certo.

(02/5/2013 – 00h02min)

Na terça à noite, precisei sair em viagem e quando cheguei ao meu destino, me deparei com essa notícia sobre o Airbus que quase colidiu com um OVNI ao acessar a Internet. Por estar muito cansado, como também devido ao fato do incidente ter ocorrido em dezembro passado, pensei que poderia tranquilamente esperar até esta noite para publicar a notícia.

Eu estava errado. Não só a notícia foi publicada na mídia corporativa no Brasil, como também inúmeros leitores me enviaram e-mails sobre o incidente. Meus agradecimentos a todos e abaixo a informaçao encontrada no site britânico dailymail.co.uk:

Um avião de passageiros chegou a 100 metros de um OVNI que estava voando sobre a cidade de Glasgow, na Escócia, de acordo com uma investigação oficial.

O avião esteve a 10 segundos de atingir o objeto, quando voava à altitude de 1060 metros, mais precisamente sobre Baillieston, na periferia de Glasgow.

Apesar da intensa investigação da UK Airprox Board, a qual investiga relatos de ‘quase colisões’, a entidade não foi capaz de identificar o objeto ‘azul e amarelo’ que passou sob o Airbus 320.

O piloto ficou claramente chocado e relatou que houve um alto risco de colisão naquele 2 de dezembro de 2012.

O objeto voador não identificado passou diretamente abaixo do avião antes que a tripulação tivesse a chance de reagir para evitá-lo.

Ambos os pilotos descreveram o objeto com sendo “azul e amarelo“, com uma pequena área frontal, mas que era “maior do que um balão“.

Não foi identificada a empresa aérea envolvida no caso. Várias companhias utilizam o Airbus 320, que é um avião que pode comportar até 220 passageiros.

Veja abaixo a transcrição de parte da conversa entre o piloto da aeronave e a torre de controle:

A320: ‘ah, sim recém tivemos algo passando abaixo de nós, muito próximo e nada no TCAS. Você tem algo na sua área?’

Controle: ‘Negativo, não temos nada no radar e também não estamos falando com outro tráfego’

A320: ‘Não tenho certeza do que era, mas definitivamente era bem grande e azul e amarelo’

Quando perguntado se poderia ter sido um balão, o piloto negou, pois o objeto era muito grande. Outros sites também reportaram que se fosse um radar ou uma asa delta, o radar do aeroporto facilmente o detectaria.

Fonte: ovnihoje.com

Casos de abdução

Foto da Gardunha
No século XIV, uma menina do Fundão desapareceu por três dias. Quando foi finalmente encontrada, disse ao grupo de busca que tinha sido recolhida por uma senhora vestida-de-branco que lhe ofereceu água para beber em um recipiente em forma de sino. Alguns atribuíram este acontecimento a uma manifestação da Virgem-Maria e por esse motivo existiu nesse lugar uma imagem da santa que era motivo de peregrinação e que causou várias disputas entre povoações, como é de conhecimento local.

Nome ou Pseudónimo da Testemunha Principal: Ricardo Machado Oliveira
Data e Hora do Avistamento: 15/09/1996, 21:00 hs
Local do Avistamento: Gardunha, Cabeço da Penha.

Relato:

Num Domingo, 15 de Setembro de 1996, um jovem de nome Ricardo Machado Oliveira caminhava pelo Cabeço da Penha, na serra da Gardunha, na região remota da Beira-Alta. A montanha está localizada aproximadamente a 12 Kms do sul do Fundão, uma cidade a 210 Kms a nordeste de Lisboa e a 50 Kms a oeste da fronteira com Espanha. 

Ricardo decidiu explorar uma caverna na montanha com uma história interessante.

Dentro da caverna, Ricardo perdeu os sentidos. Quando veio a si, encontrava-se num hangar subterrâneo enorme e cercado por três espécies distintas de seres humanóides. Próximo estavam diversas naves de forma oval e prateadas. 

Estes seres disseram a Ricardo que eram parte de uma aliança de mundos interestrelares associados para observar a terra. Sua base sob o solo da serra da Gardunha, era uma das quatro bases extraterrestres espalhadas pela terra. As outras estariam em Warminster, Inglaterra, perto da planície de Salisbúria e de Stonehenge; no Grand Canyon, Arizona, EUA; e outra num lugar desconhecido no Peru.

Imediatamente depois de ouvir isto, Ricardo perdeu novamente os sentidos. Quando abriu os olhos, estava do lado de fora da caverna e eram aproximadamente 8 horas na noite.

Pilotos e Ovnis

De acordo com a entidade National Aviation Reporting Center on Anomalous Phenomena, (NARCAP), há mais de 3.500 avistamentos documentados de Fenômenos Aéreos Não Identificados por militares e pilotos civis e militares. Mas o Capitão Jim Courant, um piloto comercial por mais de 31 anos, diz que há muito mais avistamentos que não são relatados.

“É quase surpreendente quantas pessoas sabem a respeito deste assunto“, ele disse na Audiência de Cidadãos para o Desacobertamento, no dia 3 de maio passado.

Courant tem pesquisado e estudado OVNIs por anos. Ele colecionou mais de 3.000 livros sobre o assunto e foi o anfitrião de uma série de TV intitulada “New Perspectives” (Novas Perspectivas), que foi levada ao ar por três anos.

Ele ainda pilota para uma empresa aérea comercial e devido à sua exposição na TV, acabou se tornando uma autoridade sobre OVNIs e encontros extraterrestres. Ele foi e ainda é contatado por muito pilotos comerciais e militares que querem conversar com ele a respeito de seus encontros com OVNIs, mas não desejam falar publicamente por receio de serem ridicularizados e em alguns casos até de sofrerem retaliações.

“Eles têm medo“, não tanto de seus status ou de suas aposentadorias, mas “eles têm mais medo de suas famílias“, disse ele.

Ele descreveu a experiência de um piloto que voava um 747 sobre o Pacífico em 1980, quando um OVNI apareceu na sua frente.

“Você não vai acreditar o que vimos” disse o piloto, de acordo com Courant. “Esta coisa era maior do que um 747“.

Courant relatou que o piloto disse a ele que quando chegou a seu destino, no Japão, ele “foi interrogado e dito para não falar sobre isso novamente“.

Na Audiência, Courant contou a respeito de seu próprio encontro com um OVNI. Em 1995, ele estava voando próximo a Albuquerque, Novo México – EUA, quando ele e seu co-piloto viram uma forma oval de cor azul esverdeada se aproximando pela esquerda. “Em um clarão de luz branca, o objeto de repente subiu a um ângulo de 45 graus“, ele relatou na Audiência.

Quatro outros pilotos relataram à torre de controle de tráfego aéreo que eles também tinham visto o objeto.

“Um piloto disse que devia ter sido um meteoro. Eu interrompi e disse, ‘desde quando um meteoro vai de baixo para cima?“, relatou Courant.

Quando lhe foi perguntado em uma conversa telefônica, após a Audiência, sobre a reação de seu co-piloto, Courant disse: “Ele se recusou a discutir sobre isso e nunca mais voou comigo novamente“.

Courant disse que os pilotos têm relatado o avistamento de uma variedade de naves que aparecem repentinamente e se movem à velocidades impossíveis com a presente tecnologia. Os relatos incluem naves em forma de charuto, nave triangulares, e algumas que são do tamanho de porta-aviões, ou ainda maiores.

Ele diz que os pilotos comerciais são “muito sérios sobre suas profissões” e provavelmente não exageram.

Courant diz que os avistamentos de OVNIs são somente “a ponta do iceberg“, em termos do que tem ocorrido e do que é conhecido sobre alienígenas.

“Há certas coisas que têm sido confidenciadas a mim, mas eu não posso mencioná-las“, ele disse na Audiência.

Ele ainda disse que já é hora do governo dos Estados Unidos revelar o que suas agências têm documentado e aprendido através das décadas de encontros com extraterrestres.

Pilotos comerciais sabem o que viram, ele disse, e deveriam ser capazes de falar sobre isso abertamente, sem medo de serem ridicularizados.

Fonte: ovnihoje.com
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