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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Estranhas luzes em Quixadá , novos fatos 2014



.Um registro fotográfico feito pelo casal Demir Drinks e Davinha Almeida está atraindo a curiosidade de quem acessa a fanpage Distrito Califórnia, de moradores dessa comunidade rural, situada a cerca de 20Km do Centro de Quixadá. O casal conseguiu captar a imagem de uma “luz estranha” na noite do último sábado, dia 5. Eles estavam na praça da vila do distrito quando avistaram o movimento no céu. Alguns acreditam tratar-se de um OVNI.

A aparição deverá ser um dos assuntos discutidos nesta segunda-feira, 7, no encontro de ufólogos e apreciadores do tema, realizado nas noites do primeiro dia da semana, no Fancine Quixadá, situado ao lado da Igreja Matriz Jesus Maria José, no Centro desta cidade. A reunião, aberta ao público, começa às 19 horas. Os organizadores apresentam vídeos e discutem a existência de vida além da Terra.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pilotos e Ovnis

Recentemente, recebemos um e-mail de Dyego L. S., um tripulante de vôo de uma grande empresa aérea brasileira, compartilhando sua experiência de um avistamento de OVNI que teve junto com seus colegas de bordo, nas proximidades da cidade de Belo Horizonte, MG – Brasil, em 3 de agosto passado.

No e-mail, Dyego nos direciona ao seu blog, onde ele postou os detalhes de seu avistamento e também nos dá permissão para publicá-lo aqui.

Leia abaixo o relato de Dyego, na íntegra:

"Desta feita, como prometido no post anterior, finalmente posso compartilhar do fato ocorrido no sábado dia 03 de Agosto de 2013 , em virada para o dia 04 domingo . Por volta das 23:30 daquela noite acabávamos de sobrevoar a cidade brasileira de Belo Horizonte, capital das Minas Gerais; e como num passe de mágica, após alguns minutos fomos surpreendidos por uma nave / objeto gigantesco que aparecia bem mesmo em cima de nós, era imensamente grande e estava por cima cerca de 100 metros ou até menos. Seu tamanho podia ser de 3 a 4 vezes o tamanho da nossa aeronave , um Airbus A320. Saímos de São Paulo rumo à cidade de Teresina (primeira vez que eu visitaria aquela localidade) e momentos antes, por grande curiosidade, perguntei aos pilotos se antes já tinham visto objetos não identificados no céu …de dar arrepios , e acabou acontecendo mesmo logo a seguir. Seria grande coincidência ou pressentimento? Desta maneira a grande nave nos ultrapassou por cima muito lentamente, estávamos a 39 mil pés de altura e à uma velocidade aproximada de 850km por hora. Com certeza ela deve ter aplicado 100 ou 150 km a mais do que nós para tal feito.

Logo após ter nos ultrapassado, aplicou depois uma velocidade maior para que pudesse se afastar mais um bocado rapidamente . Depois manteve a sua velocidade por algum período, como se estivesse parada no ar .

Podíamos vê-la bem mesmo à nossa frente, como se estivesse a dizer OLÁ ! Tudo bem ?

Jamais na vida vi algo semelhante e todos da tripulação ficaram visivelmente num estado emocional de êxtase, beirando a desconfiança e a incredulidade, passando pela felicidade de poder ver algo tão especial e que poucos tem a oportunidade de compartilhar. O mais curioso é que a gigantesca nave sequer aparecia no radar TCAS do nosso avião e nem em nenhum dos aviões que voavam na mesma localidade, tampouco nos radares do ACC Brasília, órgão de controle de voo responsável por aquela jurisdição aérea. Como profissionais fomos obrigados a reportar a situação para que a defesa do País pudesse tomar as providencias cabíveis quanto a averiguação daquele fato, selecionando uma frequência de comunicação diferente e descrevendo toda a posição geográfica e as movimentações da maquina estranha. O órgão de controle acionou a força aérea para que a mesma enviasse um caça da base aérea de Anápolis ou Santa Cruz, a fim de intercepta-la e dimensionar as suas intenções. Assim o fizeram, mas como se já soubessem de tudo o que ia acontecer, a gigantesca nave se inclinou para a esquerda permaneceu alguns minutos em total permanência de sua altitude, velocidade e sem curvas.

Logo a seguir, depois de permanecer parada (na mesma velocidade que nós), aí sim adotou uma curva e saiu em retirada numa velocidade fantástica que humanamente era impossível de mensurar. Era mais rápida do que qualquer coisa já vista na terra e das tecnologias das quais conhecemos. E se afastou, indo para muito longe. Fato curioso é que nesse deslocamento, aconteceu algo muito bonito naquele céu claro e sem nenhuma nuvem… Uma chuva de estrelas cadentes!!!! Até brincamos entre nós para fazermos pedidos que com certeza seriam realizados.

Sem podermos imaginar que fenômeno era aquele e quais os motivos, razões ou circunstâncias, nos restou apenas observar e admirar embasbacados tudo o que se passava. Ficava cada vez mais difícil darmos orientação de localização para o Centro de Controle aéreo porque tudo era muito surreal e fantasioso para descrentes. Mas foi REAL e visto por várias pessoas . Lá ao longe, ainda podíamos vê-lo, só que à distancia e o nosso deslocamento contrario a rota que o mesmo fez não trazia mais a perfeição de detalhes. Vimos luzes , luzes que sim essas eram muitíssimo fortes mesmo a quilômetros. Uma vinha do solo, sim, da terra, em algum lugar do interior de Minas Gerai0; outra no ar e outra que vinha da própria nave, formando um reta de 45 graus que piscava simultaneamente luzes umas com as outras …

Depois de alguns breves minutos, perdemos o contato visual e não sabemos até hoje o que foi aquilo e quais eram as suas intenções. Eu era um sujeito muito desconfiado quanto a esse tema, porém depois daquela experiência passei a ter a certeza de algo que estranho acontece por aí …existe mesmo. Questionados pelo ACC – trafego aéreo – notificamos a perda de contato visual. Assim findou – se o caso e o caça retornou a sua base sem nem ao menos ter conseguido chegar perto ou avistar o objeto. A Nós foi solicitado que não fizéssemos um relatório formal perante as autoridades nacionais. Podendo acarretar numa bateria de exames psicológicos , psiquiátricos , toxicológicos e suspensão de licenças de trabalho e carteiras profissionais, sem data definida para normalização e conclusão do processo investigativo. Foi-nos aconselhado e assim o fizemos . Porém, resolvi aqui escrever de uma maneira informal, para que jamais possa esquecer e compartilhar com o máximo de pessoas possível . VOCÊ , leitor que não acredita, não me importo com a sua opinião. Em nada vai mudar o que se passou e tampouco tirar da cabeça toda uma situação compartilhada por varias pessoas . Não sei se digo que foi sorte ou azar termos avistado a nave, porém só posso dizer que estávamos ali, naquela noite, naquela hora e no momento certo . Desenhos de minha autoria para ilustrar . Uma boa noite a todos."

terça-feira, 9 de julho de 2013

Cosmonauta relata avistamento de Ovni


Em 5 de maio de 1981, o cosmonauta Vladimir Kovalyónok observou um raro objeto ao redor da estação espacial Saliut 6. O cosmonauta contou sua história em um programa de TV da rede russa Rossiya 1.

“Estava treinando na esteira de correr. Ao olhar pela janela vi um objeto brilhante ‘debaixo’ da estação espacial.” Tinha uma forma parecida com a de um meteoro, recordou o cosmonauta.

Nos espaço é muito difícil determinar a distância; um pequeno objeto próximo pode parecer grande e à distância, e o contrário também, destacou o cosmonauta. “O que me chamou a atenção é que o objeto estava abaixo da estação e se movia paralelamente a nós. Chamei Victor (Saviny) para que trouxesse a câmera“, comentou.

“Depois, houve explosões. A primeira à esquerda, a segunda à direita, e depois de alguns segundos a estação entrou na sombra da Terra. Ao sair da sombra mais tarde, olhamos ao nosso redor, mas não vimos os sinais de explosão.”

Kovalyónov admitiu não saber o que ocorreu. “Relatei [o evento], mas não houve reação. Hoje ninguém me pergunta sobre isso, além dos repórteres de TV. Creio que é porque calar é mais fácil do que dar uma resposta”, finalizou.

Fonte : ovnihoje.com

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Ufologo Francis Uhry relata avistamento de caminhoneiro gaúcho

Relato de João Flávio S. motorista de caminhão de uma transportadora gaúcha , autorizou a publicação do mesmo no blog Ufologia Missioneira.

Ao ver o ufologista Francis Uhry comentar sobre casos que conhecia na região das missões, João contou com detalhes e com visível aspecto de espanto o caso que presenciou no interior de Goiás.

João: 
- Eu e um colega estávamos descendo de Goiás para o Cerro Largo – RS, saímos da empresa por volta das 15 horas e a viagem corria bem até por volta das 22:30 da noite.

Francis:
-O que aconteceu?

João:
Eu me distraí por 1 segundo, quando olhei para frente, parecia que o caminhão da frente estava grudado em mim. Cheguei a frear forte. Cantei pneu. 

Francis:
- E o que era?

João:
Aí é que está meu filho. Aquela luz acompanhou a freada , parecia que tinha um vidro na frente do para-brisa do caminhão. Você não vai me entender.

Francis:
Entendo sim, continue contando.
“Neste momento notei que João estava ficando desconfortável em continuar contando a história. Tive que tranquiliza-lo e contar algumas coisas que já tinha presenciado e contar sobre nossas pesquisas sobre o assunto. Mostrando a ele, que acreditava sim, no que ele estava contando.”
Após fazer isso, João continua a história:

- Então... Após o susto e a freada, eu vi que não era outro caminhão nem outro carro, segui imaginando que era reflexo de algo.

Mas aí aquilo começou a ficar estranho, não sei como explicar, era como se fosse um reflexo parado no vidro. Mas que uma vez ou outra se mexia. Não consigo explicar. Parecia que alguém que estava mexendo. Cheguei a pensar que era algum tipo de brincadeira do meu colega. Mas ele vinha dormindo do lado.

Aí pensei que a luz que tem em cima do para-brisa tinha soltado e estava dando reflexo. Ou algo assim...

“Neste momento um colega entrou na sala e João na hora parou de contar, desconversando e mudando de assunto. Nitidamente emocionado com a história que estava contando.”

Assim que o colega saiu ele continuou:
- Não gosto de contar para todo mundo, porque contei no posto que parei depois, começaram a rir da minha cara e dizer que eu estava com sono, ficando velho e meio louco.

Francis:
- Eu entendo o Sr. Mas o senhor conseguiu ver o que era?

João:
Meu filho, aí eu parei para ver se não tinha se soltado a luz. Quando eu abri a porta, parecia que alguém tinha colocado uma lanterna forte na minha cara.
Uma luz muito forte que não conseguia enxergar nada. Mas me pareceu muito rápido. E sumiu tudo. Consegui enxergar. Fui para a frente do caminhão. Não encontrei nada. Entrei na cabine o meu colega estava acordando. Perguntou o que aconteceu. Eu contei e ele riu. Continuei a dirigir quando resolvi olhar para o relógio do caminhão. Foi quando levei o susto maior. Era 23:56.

Francis:
- O que o Sr. Acha que aconteceu?

João:
Só Deus sabe meu filho. Sou temente a Deus. E se posso te dizer uma coisa, foi que tenho dentro de mim, que foi ele quem me protegeu.
O que você acha que aconteceu?

Francis:
As teorias são tantas que não saberia lhe dizer. “Mesmo imaginando o que teria acontecido.”

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O encontro de Mário Restier

Às 17 horas do dia 4 de dezembro de 1949, Mario Restier, que morava na cidade de Barra Mansa, regressava do sítio de seu pai, em Volta Redonda (RJ), quando notou, ainda perto do sítio, um objeto discoidal sobrevoando silenciosamente um grupo de arvores, aterrissando em seguida a 10 ou 15 metros da estrada. Surpreso, assustou-se mais ainda quando ouviu uma voz que lhe dizia: "Não tenha medo... Quer saber do que se trata? Sabemos que você acredita em nós".

À sua aproximação abriu-se uma portinhola no aparelho e apareceram dois tripulantes, de estatura aproximada de 1,65 (mesma altura de Mario), os quais acenaram amistosamente, como convidando-o à entrar. Usavam uma espécie de saiote romano e tinham a cabeça coberta por um gorro ou capacete.

A primeira pergunta que Mário lhes fez foi se acreditavam em Deus, ao que responderam imediatamente: "Deus é um só!.

Mais encorajado, o jovem entrou no disco, sendo conduzido por um corredor e uma sala com painéis cheios de ecrãns, quadros e botões. Apareciam nas telas esquemas indicando dados da locomoção da nave.

Os tripulantes convidaram-no à uma viagem. Restier respondeu que aceitaria se eles prometessem trazê-lo de volta são e salvo. Após a confirmação por parte dos tripulantes do objeto deitaram-no dentro de uma espécie de urna ou banheira, cheia de um líquido que, segundo os seres, servia para eliminar problemas relacionados à grandes acelerações, alem de hidratar e alimentar o corpo. Apenas a face ficou fora do líquido.

Quando os tripulantes anunciaram que iriam decolar Mario adormeceu. Quando acordou foi informado de que estavam chegando. Ele foi retirado da urna e levado à outro compartimento da nave onde suas roupas e seu corpo secaram imediatamente. Foi-lhe fornecido um uniforme semelhante aos dos tripulantes do objeto.

Ao olhar pelas vigias do disco, Mario percebeu que estava em uma espécie de hangar com vários discos semelhantes ao que embarcara. Quando olhou novamente para os tripulantes Mário surpreso percebeu que eles estavam sentados numa espécie de sofá aparentemente "desligados". Foi então que abriu-se a portinhola por ela entraram algumas pessoas que com simpatia dirigiram-se à testemunha. Estes informaram que Mario era a terceira pessoa a estar no local e que estavam felizes por ele ter vindo.

Em seguida estes seres levaram-no a passear por uma espécie de cidade onde haviam outros seres. Ele foi levado à uma espécie de museu onde mostraram-lhe uma tela com imagens da humanidade. nossa índole, nossas ambições, violência, etc.

Após algumas horas Mario foi levado de volta ao disco, onde suas roupas foram devolvidas. Ele foi novamente colocado na urna com o estranho liquido. Quando acordou foi levado até o local onde havia embarcado. Ao chegar no sítio do seu pai este reclamou muito por Mario ter desaparecido tanto tempo sem dar notícias, deixando preocupados todos os seus amigos e familiares. Foi então que percebeu que era 14 de abril de 1950. Mário lembrava-se de algo em torno de 6 horas de sua experiência. Praticamente 4 meses de sua vida estavam em branco.

O caso encontra-se detalhadamente descrito no Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores, edição 61 de 15 de abril de 1968.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Avistamento de óvni em Ohio, EUA

A delegacia do Xerife do Condado de Tuscarawas, no leste do estado de Ohio, EUA, recebeu um chamado telefônico na manhã da última terça-feira, 4 de junho, de um homem alegando ter se deparado com alienígenas.

O vice-xerife Rick Morrison, relatou que um homem de 28 anos de idade contatou a delegacia à 01h36min, dizendo que tinha tido algum tipo de problema no seu carro logo depois que “indivíduos de outro mundo” o ordenaram a dirigir até um campo abandonado.

Ao chegar no destino, o homem disse que os alienígenas o informaram que o campo seria como um aeroporto onde os extraterrestre viriam o pegar.

De acordo com Morrison, o homem disse que já havia sido vítima de abdução no passado.

O homem disse à polícia que havia caminhado por horas antes de telefoná-los. Morrison reportou que “era óbvio que o homem havia caminhado por uma longa distância, pois tinha bolhas em seus pés – embora estivesse usando sapatos“.

A polícia não encontrou o carro do indivíduo, mas suspeita que esteja em algum lugar do Condado de Stark. Também não foi liberado o nome do homem.

Fonte: ovnihoje.com

Avistamentos de Óvnis no Aeroporto Gatwick, no Reino Unido

Em notícia recém liberada na Internet, pilotos de três aviões comerciais avistaram OVNIs sobrevoando o quartel general da Cientologia no Reino Unido, ao se aproximarem do Aeroporto Gatwick. O evento ocorreu em 30 de dezembro passado, por volta da 09h00min.

Os controladores de tráfego aéreo detectaram seis OVNIs nas telas de seus radares antes dos objetos desaparecerem repentinamente.

Um Boeing 777 sobrevoava o quartel general da Cientologia em East Grindstead, minutos antes de aterrissar, quando todos os três pilotos na cabine de comando viram os objetos a aproximadamente 30 metros abaixo deles. Os objetos se moviam lentamente, ou estavam até mesmo estacionários, de acordo com o relatório. A tripulação de outro Boeing 767 também avistou os dois objetos brancos, ou prateados, que estavam a aproximadamente 300 metros do solo. Um Airbus A319 então aterrissou antes dos objetos desaparecerem das telas do radar.

A tripulação da primeira aeronave descrevereu ter visto “algum tipo de brinquedo“. A informação foi passada para o controle de tráfego aéreo e então para a polícia. Os investigadores apresentaram a possibilidade dos objetos terem sido balões ou pipas, mas o incidente ainda é classificado como desconhecido.

O avistamento ocorreu um dia antes dos cientologistas, junto com o ator Tom Cruise, gravarem uma mensagem para os alienígenas nas colinas do estado do Novo México, nos EUA. O culto acredita que os alienígenas habitam os corpos humanos.

O avistamento no Reino Unido, foi investigado pelo UK Airpox Board, o qual primariamente investiga quando aeronaves quase se chocam no céu.

Fonte: ovnihoje.com

O caso Kelly

Por Reinaldo Stabolito

Na ampla casuística ufológica, não é incomum encontrar contatos onde as testemunhas reajam de forma violenta, sem que realmente exista uma agressão prévia. O cinema do gênero está repleto de situações de confronto com seres extraterrestres evidenciando nossa xenofobia ao desconhecido. Normalmente, para o ser humano, o que não pode ser assimilado e compreendido deve ser destruído. Sendo assim, chega a ser compreensível encontrar situações onde a reação das testemunhas acaba
sendo drástica e violenta. Um bom exemplo disso é o Caso Kelly, ocorrido na madrugada entre os dias 21 e 22 de agosto de 1965, em Kelly, um pequeno vilarejo próximo a Hopkinsville, estado de Kentucky (EUA). Todos os protagonistas desse caso fazem parte da família Sutton.

Aproximadamente às 07:00 horas do dia 21 de agosto, Billy Ray Taylor saiu da casa para ir pegar água no quintal, onde havia um poço. Enquanto estava recolhendo a água, um objeto prateado, que emitia várias cores luminosas por toda a sua fuselagem, passou por cima da casa e parou na altura de uma depressão do terreno, próximo das cercas da fazenda. O objeto começou a descer lentamente e Billy, em pânico, retornou correndo para a casa gritando que um "disco voador" tinha pousado próximo dali. Ninguém da família deu qualquer credibilidade ao relato de Billy. Ao invés de irem até o suposto local do pouso, todos simplesmente zombaram dele.

Por volta de uma hora depois, a família Sutton repara que o cachorro, que se encontrava do lado de fora da casa, estava latindo violentamente. Intrigados com tal comportamento, Lucky Sutton e Billy Ray Taylor olharam pela janela para ver o que estava acontecendo. O cão estava aparentemente aterrorizado e se escondia debaixo da casa com o rabo entre as pernas. Lucky e Taylor resolveram ir até a porta dos fundos da casa armados com um fuzil, de calibre 20, e uma carabina de caça, calibre 22, para verificar se alguém ou algum bicho havia assustado o cachorro.
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Já era noite e, quando abriram a porta dos fundos, Lucky e Taylor se depararam com uma cena insólita: uma criatura completamente incomum estava se aproximando. O ser tinha cerca de um 1,05 metro de altura, uma enorme cabeça redonda e desproporcional com orelhas pontudas enormes. Seus braços também eram grandes e chegavam até o chão. Suas mãos, também bastante grandes, possuíam longas unhas, parecendo garras. Os olhos, bem maiores que os dos seres humanos, possuíam fluorescência amarela e estavam bastante separados um do outro – quase nas laterais da cabeça. A criatura trajava uma vestimenta que parecia ser de metal e emitia uma luminosidade em torno de seus corpos. Ela estava indo à direção deles com os braços levantados como se estivesse sendo assaltada.

Quando o ser ficou a uma distancia de apenas seis metros de Lucky e Taylor, eles não hesitaram: os dois abriram fogo contra a criatura. Não havia a menor chance dos dois errarem os tiros e eles puderam ouvir um som semelhante a atirar contra uma estrutura metálica, que julgaram ser resultantes das balas ao atingir a criatura. O alienígena deveria estar usando algum tipo de blindagem em sua roupa, pois não conseguiram causar qualquer dano aparente no ser, apesar dos disparos "à queima-roupa". O alienígena apenas pulou para trás, começou a flutuar e virou-se em sentido oposto dos dois atiradores, desaparecendo no meio da escuridão. Logo após isso, os dois entraram na casa e fecharam a porta dos fundos.
Mas aquela fatídica noite apenas estava começando. Subitamente, surgiu uma outra criatura em uma das janelas da casa. E novamente não hesitaram: abriram fogo contra a janela, quebrando o vidro e causando várias avarias na janela. Um deles praticamente encostou a arma na janela enquanto atirava. Imediatamente, Lucky e Taylor decidiram sair da casa para conferirem se haviam matado a criatura da janela.

Taylor atravessou a porta em primeiro lugar e, subitamente, uma grande garra desce da borda do telhado, justamente em cima de sua cabeça. A garra chegou a tocar nos cabelos de Taylor. Era uma das criaturas que estava sobre o telhado e tentava, aparentemente, agarrar Taylor. Assustados, ambos voltaram a disparar freneticamente contra a criatura. O ser, ao ser atingido pelos disparos, acabou sendo lançado por cima da casa.

Ainda, os dois atiradores perceberam que havia uma outra criatura sobre um galho de uma árvore próxima deles. Tal como fizeram com as situações anteriores, descarregaram as armas sobre a criatura. Apesar da certeza de terem acertado vários projéteis de grosso calibre no ser, a criatura simplesmente flutuou até o chão e se refugiou na escuridão no meio da mata.

As mulheres começaram a gritar implorando que os dois voltassem para dentro da casa. Vendo que não conseguiam causar quaisquer danos aparentes naqueles seres, Lucky e Taylor resolveram atender os pedidos e voltaram a entrar na casa. Todas as portas e janelas foram trancadas e a família Sutton, somando mais de dez pessoas contando com as mulheres e as crianças, se refugiaram na sala. E os Sutton viveram uma noite de terror, pois diversas vezes durante aquela noite os seres apareciam diante da janela olhando para dentro da casa. Depois de quase três horas, os Sutton estavam em extremo estado de pânico e, não agüentando mais aquela situação, foram até a garagem e se espremeram dentro do automóvel da família. Logo em seguida, abriram a porta da garagem e saíram com o carro em alta velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a cerca de onze quilômetros da fazenda.

O chefe da policia Russel Greenwell não acreditou na história absurda que toda a família Sutton havia contado, mas, em função do claro estado de histeria que todos eles apresentavam, achou melhor ir até a fazenda para verificar o que estaria acontecendo junto de outros policiais. "Os Suttons estavam aterrorizados e só poderia ser por causa de algo incomum".

E antes de chegar na fazenda, começaram a surgir dados que poderiam reforçar a história contada pela família Sutton: um comunicado de um policial estadual avisando que meteoros estranhos, com barulho parecido com de artilharia, sobrevoavam a região. Pela descrição fornecida no rádio, os UFOs estavam indo à direção oposta das testemunhas, para o norte. Ou seja: justamente para Kelly.

Ao chegarem na fazenda, os policiais não encontraram nenhuma criatura estranha e quaisquer sinais de um disco voador pousado perto das cercanias da propriedade. Porém, havia todos os sinais de tiroteios descritos pelos Sutton. O caso ganhou manchetes por todo os Estados Unidos e, em poucos dias, a cidade foi invadida por inúmeros repórteres de toda parte do país para entrevistar as testemunhas. Oficiais da Força Aérea, ufólogos civis e, até mesmo, o projeto de investigação ufológica oficial Blue Book já estavam envolvidos na investigação deste caso. Na época os próprios oficiais do Blue Book, que sempre mantiveram uma postura cética com relação ao fenômeno UFO, admitiram que a família Sutton não parecia estar mentindo. Segundo eles, o que quer que fosse que tivesse invadido a propriedade dos Sutton, era algo completamente diferente e incomum.

Posteriores descrições dos Sutton davam detalhes das criaturas. O corpo daqueles assombrosos visitantes era uniformemente fluorescente na escuridão da noite, mas a luminosidade tinha um estranho aspecto metálico de cor mate. A luminosidade que emitiam de seus corpos aumentava no momento em que as testemunhas disparavam ou gritavam para eles. Não tinham pêlo, odor e características sexuais evidentes. O rasgo, que parecia ser a boca, era somente uma linha horizontal que atravessava o rosto e, ainda, em momento algum se mexeram. Os Sutton admitiram que não houve uma real atitude hostil dos seres, pois eles praticamente se limitaram a olhar pelas janelas. O único contato mais direto foi quando um deles, que estava no telhado, tentou agarrar a cabeça de Taylor.

* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

OVNI aparece à noite em Pradera, Colômbia


3 de junho, os habitante do município de Pradera, na Colômbia, viram uma luz estranha no céu, por volta das 20h40min, a qual permaneceu no céu por mais de seis minutos. Apesar da luz ter espantado os moradores da região, o prefeito da cidade tem outra versão e diz que a luz era somente uma tocha de sinalização lançada pelo exercito. Contudo, os moradores da cidade dizem que a luz mudou de posição em alta velocidade, por três vezes.
Fonte : ovnihoje.com

segunda-feira, 18 de março de 2013

O caso Thomas Mantell

Nas primeiras horas da tarde do dia 07 de janeiro de 1948, centenas de pessoas viram um objeto que definiram como "um sorvete de casquinha com a parte superior vermelha", que se dirigia lentamente e a baixa altitude rumo a Fort Knox, Estado de Kentucky. O Fort Knox é uma zona de alta segurança usada para guardar as reservas de ouro dos Estados Unidos. Seu espaço aéreo é proibido e constantes rondas de caças acontecem. Os mais sofisticados radares vasculham, 24 horas por dia, nos 365 dias do ano, toda a região.

Em torno das 14:30 horas, os radares acusaram um gigantesco OVNI se deslocando vagorosamente sobre Fort Knox. Imediatamente o comando militar responsável pela segurança do Campo Godman providenciou uma interceptação aérea do intruso. O Campo Godman é uma base militar que está baseada – convenientemente – ao lado de Fort Knox.

Justamente nesse momento, uma esquadrilha composta de 4 caças P-51 Mustang estava chegando de uma ronda aérea. A esquadrilha em questão era liderada pelo capitão Thomas Mantell que, devido ao seu desempenho em combate durante a Guerra, ele tinha várias condecorações e era uma espécie de ídolo das Forças Armadas. O que se seguiu naquela fatídica tarde de 07 de janeiro de 1948 marcou "a fogo" a vaidade militar norte-americana.


Imediatamente a esquadrilha foi acionada para realizar a interceptação. Dos 4 aviões da esquadrilha, foram apenas 3, pois um deles já estava com o combustível "na reserva". Inicia-se a perseguição ao OVNI e, logo em seguida, um segundo avião se vê obrigado a abandonar a perseguição por seu painel apresentar problemas eletrônicos. Mal ele teve tempo de sair da formação para que o terceiro avião, por sua vez, também tivesse que abandonar a interceptação aérea por falta de oxigênio. Poucos minutos após o início da perseguição, o capitão Mantell ficou sozinho. Vale ressaltar que o avião do capitão Thomas Mantell deveria estar, como os outros, com o combustível e oxigênio acabando.

O fato é que Mantell continuou obstinadamente a caçar o OVNI mesmo sabendo de suas limitações em termos de combustível e oxigênio. Por volta das 14:45 horas, ele se comunica com a base informando que já conseguia avistar o intruso a olho nu. Foram vários comunicados descrevendo um objeto metálico, com a forma de um cone e de proporções gigantescas. Finalmente, por volta das 15:15 horas, se ouve pela última vez a voz de Mantell no rádio: "O objeto está adiante e acima de minha posição, movimentando-se à mesma velocidade de meu avião ou um pouco mais. Se eu não conseguir me aproximar mais vou desistir".

Enquanto tentativas desesperadas de comunicação aconteciam, o avião de Mantell fazia círculos no ar para, logo em seguida, iniciar o megulho fatal ao chão. Maior que o impacto do avião do capitão Thomas Mantell foi o causado com a notícia de sua morte para todo o contingente das Forças Armadas

dos Estados Unidos. Como isso poderia ter acontecido se os Estados Unidos era a maior força militar planeta? A explicação inical da USAF foi que Mantell perseguiu o planeta Vênus, até que ficou sem oxigênio e desmaiou. Sequer ele teria morrido com o impacto da queda, pois, provavelmente, o capitão Mantell teria morrido de anoxia (falta de oxigênio), já que estava a cerca de 20.000 pés. Obviamente, parece um absurdo que um piloto experiênte, condecorado, tivesse confundido o planeta Vênus com uma nave desconhecida – sem mencionar o absurdo que é supor que o planeta Vênus seja detectado pelo radar.

Para tentar acabar com os boatos relacionando este caso com UFOs, a USAF acionou o projeto Blue Book para assumir as investigações. O capitão Edward Ruppelt, responsável pelo Blue Book, concluiu que Thomas Mantell havia perseguido um balão sonda meteorológico lançado pelo projeto "Skyhook". A armada norte-americana criou um balão gigantesco capaz de ascender até 70.000 pés (cerca de 21.000 metros) de altitude, para recolher informação sobre a alta atmosfera. O gigantesco balão tinha forma de pêra próximo à Terra, mas se convertia numa esfera, de trinta metros de diâmetro, quando estava a grande altura.

Muitos ufólogos não concordaram com a explicação oficial e outros, como Jacques Vallée, aceitaram e deram o caso como encerrado. Já a imprensa fez sua glória com todo tipo de sensacionalismo possível. Um jornal de grande circulação em kentucky chegou a soltar manchetes de uma guerra planetária: "O avião de Mantell foi desintegrado pelo raio da morte dos marcianos". Até hoje o caso gera polêmica e é alvo de muitos questionamentos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

O caso Felix Moncla

O canal que liga os lagos Superiores com os Grandes Lagos e escoa até Soo Locks é uma divisão de dois paises: de um lado está os Estados Unidos e do outro lado o Canadá. Esta área é considerada sensível para a segurança nacional de ambos os paises. Sendo assim, é uma área restrita para tráfego aéreo e, sob tal condição, é constantemente monitorada pelo Comando Aéreo da Defesa de ambos os países. O que não impediu que esta localidade fosse palco para um incidente ufológico.

Na noite de 23 de novembro de 1953, o radar de Terra do Comando da Base Aérea americana de Truax detectou um sinal não identificado sobre Soo Locks. Imediatamente foi acionado um "alerta" que colocaria toda a base preparada para possíveis manobras de defesa dos Estados Unidos. O Alto Comando das Forças Armadas norte-americanas foi imediatamente informado sobre a presença de um sinal intruso nas telas dos radares.

Num primeiro momento, buscou-se identificar a nave desconhecida com o lançamento de um caça F-86 (foto abaixo), que decolou do campo Kinross. O caça era pilotado pelo Primeiro Tenente Felix Moncla Jr. e pelo Segundo Tenente R. Wilson e tinha o objetivo de realizar o reconhecimento visual do intruso, assim com a sua possível interceptação. O que se seguiu fez com que o pesadelo vivenciado à alguns anos atrás e que culminou com a morte do piloto e herói da Segunda Grande Guerra Thomas Mantell fosse relembrado por todo o contingente da Força Aérea norte-americana (ver neste site THOMAS MANTELL).

Enquanto o avião de Moncla ia velozmente na direção do UFO, o radar de terra acompanhava atentamente a interceptação. Apesar da rápida aproximação na aeronave desconhecida pelo caça pilotado pelo tenente Felix Moncla, o co-piloto tenente Wilson não conseguia detectar o objeto no radar de bordo. Informando ao comando da base sobre a impossibilidade de determinar o intruso no radar do avião, o co-piloto tenente Wilson pediu que a base informasse a localização precisa do UFO para auxilia-los na operação de interceptação. O que foram prontamente atendidos e assim, continuaram obstinadamente a perseguição ao intruso aéreo.

O UFO estava completamente parado. No entanto, com a aproximação do caça, acelerou na direção dos Lagos Superiores. Moncla não hesitou e começou a persegui-lo atingindo uma velocidade superior a 500mph. Por cerca de nove minutos a perseguição continuou com o piloto tenente Moncla se aproximando cada vez mais do UFO. E isso fez com que finalmente o co-piloto Wilson conseguisse fixar o objeto no seu radar. E a caçada continuou até o jato ficar tão próximo do objeto que o tenente Moncla passou a desenvolver manobras de interceptação sobre o mesmo. Ninguém tem certeza do que aconteceu realmente depois...

Os dois "blips" nas telas dos radares pareciam ter se juntado e, a princípio, ninguém se alarmou. Eles não tinham um radar que medisse a altitude e pensaram que o avião estivesse embaixo ou acima do UFO. Porém, para desespero de todos envolvidos naquela operação em terra, os dois "blips" da tela do radar não se separaram com o passar do tempo. Eles ficaram juntos, por um momento, depois um sinal se apagou nas telas. O único sinal que restou nos radares acelerou e logo deixou de ser captado. Foram diversas tentativas desesperadas de contato com o avião de Moncla pelo rádio, no entanto foi tudo em vão. Parecia que eles não tinham sobrevivido à colisão, se foi isso de fato o que aconteceu.

A unidade de Busca e Resgate foi acionada. Eles procuraram no último ponto em que o avião foi detectado: a cerca de setenta milhas de Keweenaw Point, em Michigan (EUA). Todos acreditavam que iriam achar Moncla e Wilson, pois eles tinham equipamentos suficientes para sobrevivência se caso tivessem caído sobre o lago. Depois de uma noite inteira de buscas ostensivas por terra e água, estranhamente nenhum traço ou destroços do avião caça foi encontrado; assim como os seus dois tripulantes. As buscas continuaram nos dias posteriores, mas as esperanças de encontrá-los vivos já haviam diminuído bastante.

A Força Aérea norte-americana tentou explicar o fato alegando que o tenente Moncla e o tenente Wilson haviam perseguido um DC-3 canadense e, ao perceberem, teriam dado meia-volta e, quando estavam retornando para a base, tiveram algum problema que fez com que o caça caísse. Versão inaceitável, pois os tenentes não se comunicaram com a base informando sobre qualquer problema. E o que é mais estranho: se o caça caiu, porque não foi encontrado qualquer vestígio? Para piorar a situação, o governo do Canadá negou com bastante veemência que tivesse qualquer avião naquela área justamente naquela data. O fato é que o avião de Felix Moncla havia desaparecido em pleno vôo e sem deixar quaisquer vestígios.

Numa nova tentativa de explicar o desaparecimento do caça e dos tenentes Moncla e Wilson, o porta-voz da Força Aérea norte-americana apresentou vários relatórios médicos que diziam que o Primeiro Tenente Felix Moncla era suscetível a tonturas. Assim, Moncla deve ter se sentido mal durante o vôo e acabou causando o acidente. Se o Primeiro Tenente Felix Moncla tivesse passado mal, seguramente ele teria passado o controle do caça a jato para o Segundo Tenente R. Wilson. Ou seja: segunda versão é tão inaceitável quanto a primeira.

JORNAL COM NOTÍCIA DO DESAPARECIMENTO:


A Força Aérea norte-americana finalmente alegou que o avião pudesse ter explodido devido à altura em que se encontrava, ignorando o detalhe de que absolutamente nenhum destroço foi encontrado na água ou na Terra. A grande verdade é que ninguém, dentro ou fora da Força Aérea norte-americana, sabe ou veio a saber posteriormente o que realmente aconteceu. O caça com os dois tripulantes simplesmente desapareceu e até hoje não há solução para o misterioso incidente. No entanto, os oficiais que estavam presentes na sala de controle em terra, durante o incidente, deixaram bem claro suas opiniões: o que quer que seja que o tenente Moncla perseguiu naquela fatídica noite, causou o seu desaparecimento como também do tenente Wilson. O Comando das Forças Armadas norte-americanas declararam em nota oficial na imprensa que as opiniões daqueles oficiais não equivalem à posição oficial da Força Aérea, assim como tais declarações não condizem com as condutas dos cargos que eles ocupavam. Depois desse comunicado, nenhum dos oficiais aceitou dar mais declarações públicas.

Fontes : www.infa.com.br/felix_moncla e www.google.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Caso Roswell do Canadá



Este mistério intriga uma comunidade há décadas. Um estranho objeto mergulhou nas águas em Nova Escócia, Canadá na noite de quatro de outubro de 1967. "Casos como esse são pouco convencionais, não são fáceis de explicar nem de esquecer." "Havia algo nos céus, um objeto muito luminoso que caiu." Existem dezenas de testemunhas, mas não há explicações. Muitas pessoas viram algo mergulhar nas águas, mas ninguém soube dizer o que era. Os pescadores locais, as equipes de buscas e a marinha fizeram buscas, mas não encontraram indícios de queda. Os moradores especulavam e como as autoridades canadenses não se pronunciaram, surgiram boatos de que o governo tinha algo a ocultar. 25 anos depois investigações trouxeram a tona documentos oficiais com revelações surpreendente.

Empresario fotografa OVNI nos céus do Mato Grosso, Brasil

O empresário Emival Freitas, tirou uma foto de um objeto anômalo durante uma viagem pelo Rio Tapirapé, entre as cidades de Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha, na região do Vale do Araguaia.
O objeto teria a forma de um cone pairando no céu. Emival, que mora há mais de 18 anos no município de Porto Alegre do Norte, nega ter alterado ou forjado a foto. Como acontece a maioria das vezes que objetos anômalos aparecem em fotos, ele diz que no momento da tomada, não notou o objeto. O objeto teria sido notado após descarregar sua câmera no computador.
De acordo com o site que publicou as fotos, www.24horasnews.com.br, profissionais da imprensa que tiveram acesso à imagem dizem se tratar de uma foto autêntica, apontando que a linha da sombra é a mesma do ambiente.
Foto com o objeto ampliado.
Gustavo Fortes, diretor do site Olhar21 disse: “Acho que a imagem é 100% verdadeira. Hoje é muito fácil alterar, mas isso não aconteceu aqui“.
Fortes também disse que conhece Emiral. “Sei que ele fala a verdade. O que temos que levar em consideração é que pode ser uma borboleta ou ave que no momento sobrevoou rápido e criou o efeito”.
Mas é claro, também não podemos descartar a possibilidade de ter sido algo mais misterioso, pois há muitos registros de OVNIs com este formato pelo mundo afora.

Fonte: ovnihoje.com

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Arquivos sobre Ovnis Russos

Os arquivos compreendem relatos que remontam à União Soviética.
A notícia veiculada pelo periódico Rússia Today, sobre a abertura ao público dos arquivos ufológicos da Marinha Russa, trás um sopro de esperança a todos os defensores da “abertura ufológica”, isto é, da oficialização, por parte das instituições, do fenômeno ufológico e da presença extraterrestre nos nossos céus.
A Rússia não é a primeira a dar esse passo e assim se unir a outros órgãos militares e governamentais que tornaram públicos seus arquivos, entre os quais recordamos Irlanda, França, Inglaterra, Equador, Uruguai, Dinamarca, Suécia, Canadá e, em parte, até mesmo os Estados Unidos através do FOIA (Freedom of Information Act).
Todos os relatos de incidentes inexplicáveis, provenientes dos navios e submarinos russos, estão até hoje descritos e catalogados em uma repartição especializada da Marinha, gerenciada pelo almirante Nikolay Smirnov, e referem-se também aos tempos da antiga Rússia.
Vladimir Azhazha
Vladimir Azhazha, oficial da velha guarda da Marinha russa, hoje pesquisador ufológico em tempo integral, assim como outros seus colegas oficiais, parece não ter muitas dúvidas quanto à natureza extraterrestre de grande parte dos fenômenos catalogados: “50% dos contatos ufológicos tem, de algum modo, conexão com os oceanos. A isso acrescenta-se 15% em concomitância com lagos. Parece que os ufos gostam de água”.
Num dos relatos, um submarino nuclear em missão de combate no Oceano Pacífico avistou no radar seis objetos desconhecidos. Depois de tentar algumas manobras evasivas sem sucesso, o capitão ordenou a emersão, e então viu com estupefação os objetos seguirem o submarino até a superfície e depois voarem para o céu.
Muitos casos anômalos são verificados também no famoso Triângulo das Bermudas, como relata o comandante de submarino, almirante Yury Beketov. Naquela região os instrumentos pareciam enlouquecer sem motivo algum e recebiam forte interferência; uma das explicações possíveis, segundo o almirante, poderia ser a presença de ufos. “Em diversas ocasiões os instrumentos forneceram leituras dos objetos materiais que se moviam a uma velocidade incrível. Segundo os cálculos, falou-se de 230 nós (400 Km/h). Velocidade extrema até mesmo na superfície imagine embaixo d’água, onde a resistência é maior. É como se esses objetos ignorassem as leis da física. Há somente uma explicação: as criaturas que construíram estes meios superam em muito nosso desenvolvimento”.
O capitão Igor Barklay, veterano da inteligência da Marinha comenta: “Em geral, esses ufos se mostram onde estão concentradas os nossas frotas ou as da NATO [North Atlantic Treaty Organization – uma organização internacional estabelecida com propósitos de segurança – N. T.] Próximo às Bahamas, Bermudas, Porto Rico. São freqüentemente observados nas partes mais profundas do Oceano Atlântico, na parte sul do Triângulo das Bermudas e nos mares do Caribe”.
Outro lugar onde seguidamente existem sinais de avistamento de ufos na Rússia é no lago Baikal, a bacia de água doce mais profunda do mundo. Os pescadores relatam luzes tão fortes que cegavam e saíam voando para fora do lago.
Em 1982, um grupo de mergulhadores militares em treinamento no lago avistou um grupo de criaturas humanóides em trajes prateados. O encontro se deu a uma profundidade de 50 metros. Os mergulhadores tentaram capturar as criaturas. Três dos sete mergulhadores morreram, enquanto os outros quatro ficaram gravemente feridos.
Segundo Azhazha, é importante não excluir nenhuma hipótese, e pensa inclusive na presença de bases alienígenas submarinas: “O ceticismo é sempre a estrada mais simples: não acredito em nada, não faço nada. As pessoas raramente visitam as grandes profundidades. Saberiam quão importante é analisar bem as coisas que vêem lá embaixo.”
Antes dos anos 80 o fenômeno ufo era considerado tabu na Rússia; até mesmo brincar com isso era proibido.
Veja alguns videos abaixo : 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Força Aérea Argentina está investigando 23 casos ufológicos

Algumas ocorrências podem ser positivas (inexplicáveis), segundo os militares - Crédito: Inexplicata/Scott Corrales
Equipe de profissionais procurará agora provas científicas, mas os ufólogos dizem que o estado não demonstra vontade de liberar arquivos secretos.
Há aproximadamente um ano, uma notícia surpreendeu a sociedade argentina: a Força Aérea montava uma comissão para pesquisar os casos de UFOs nos céus da nação [ Veja Argentina acaba de confirmar decisão de criar comissão oficial de pesquisa ufológica e Apresentada comissão oficial para estudo do Fenômeno UFO na Argentina ]. Até hoje, esse organismo recebeu 102 denúncias. A maioria não prosperou, mas outros 23 casos já estão em uma segunda etapa de investigação. E ainda que os responsáveis pela comissão não queiram dar detalhes, porque “se trata”, dizem, “de informação confidencial”, deixaram abertas as chances de que algum deles seja positivamente inexplicado. Os ufólogos, no entanto, duvidam de que essa confirmação chegue em algum momento.
A Comissão de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (CIFA) [Ou como divulgado na matéria original, Comissão de Estudo de Fenômenos Aeroespaciais (CEFAE), também mencionado em outras fontes como Comissão de Estudos de Fenômenos Aeroespaciais ou Celestes (CEFAC)] começou a trabalhar em abril de 2011, ainda que tenha se oficializado em 06 de maio. Desde então, o organismo da Força Aérea Argentina (FAA) recebeu 102 denúncias de fenômenos estranhos, entre as quais 79 foram confusões óticas ou más interpretações de acontecimentos explicáveis, e inclusive tentativas de fraude, com fotos adulteradas. Mas outras 23 pesquisas seguem seu curso. Uma delas foi uma estranha luz avermelhada que um piloto de um voo charter que ia do Aeroporto a Ushuaia avistou à altura de Comodoro Rivadavia.
“O objetivo é reunir informação para apurar os dados científicos”, explicou o comodoro Guillermo Oscar Aloi, licenciado em informática e há menos de um mês chefe da CEFAE. “Não queremos gerar falsas expectativas”, preveniu o capitão Mariano Mohaupt, membro da equipe.
Até agora, a comissão não saiu à caça do inexplicável, se concentra nos relatos que recebe no site da FAA ou no edifício Cóndor. O primeiro filtro é um questionário com mais de 30 pontos que cada interessado deve preencher. Depois, com as respostas, aplicam-se dois sistemas de medida que somam pontos segundo a estranheza do fato (entre outros fatores, luminosidade e movimento) e a credibilidade da testemunha. Da pontuação final, depende que o caso continue ou seja descartado.
Se avançar, consulta-se aos meteorologistas, engenheiros aeronáuticos, técnicos em radar e em posicionamento satelital que fazem parte do organismo, entre outros profissionais. Procura-se reconstruir que ocorreu e as conclusões dependem desses relatórios. CRÉDITO: CLARÍN
Mas no mundo da Ufologia, as opiniões estão divididas. Enquanto alguns pesquisadores acham que a comissão dará institucionalidade ao seu trabalho, outros não ocultam fortes críticas. “Nós contabilizamos 250 fatos no ano passado e a CEFAE não pesquisou nem opinou sobre nenhum. As Forças Armadas criaram equipes para pesquisar UFOs desde 1962, mas jamais explicaram nada”, disparou Luis Burgos, titular daFundação Argentina de Ovnilogía (FAO) de La Plata e coordenador da Rede Argentina de Investigação Ovni (RADIO). Adrián Nicala, jovem pesquisador que trouxe à público a onda de avistamentos no oeste do país, coincidiu: “Não há vontade de desclassificar arquivos. Qualquer ufólogo com impulso consegue mais que uma comissão oficial”.
Diante dessas queixas, a FAA elege a prudência. “Procuramos um perfil técnico, não queremos participar em polêmicas”, assinalou Mohaupt. Aloi precisou: “A CEFAE conta com 21 profissionais especializados e com a possibilidade de consultar outros organismos do Estado. Isso é muito valioso e as portas estão abertas para qualquer caso que nos envolva”.
Um dos cinco civis que colaboram com a comissão, o pesquisador de La Plata Carlos Ferguson, adverte:“Que ainda não tenha um caso sem explicação é compreensível, porque os casos fortes não são abundantes. Mas a cada dois ou 3 anos aparecem fatos que resistem a todas as provas”.
CRÉDITO: CEFORA
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domingo, 17 de fevereiro de 2013

O clássico caso Máscaras de Chumbo

No dia 20 de agosto de 1966, um sábado, dois homens foram encontrados mortos no alto do Morro do Vintém, no bairro Santa Rosa, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro. Nenhum sinal de violência ou luta corporal. Os corpos estavam próximos, um ao lado do outro, deitados de costas no chão, em cima de uma espécie de "cama" feita com folhas de Pintoba, uma espécie de palmeira, as quais foram cortadas com alguma faca ou algo similar. Os corpos estavam bem vestidos com ternos limpos e com capas de chuva. Os corpos já estavam em adiantado estado de putrefação. Do lado dos corpos um estranho marco de cimento, uma garrafa de água mineral magnesiana, uma folha de papel laminado que foi usada como copo, um embrulho de papel com duas toalhas, um par de óculos preto com uma aliança em uma das hastes, um lenço com as iniciais "MAS", duas toscas máscaras de chumbo, um papel com equações básicas de eletrônica e um estranho papel com a seguinte escrita:

16:30 hs. – estar no local determinado.
18:30 hs. – ingerir cápsula após efeito,
proteger metais...
misterio mascara de chumbo 300x197
A autópsia realizada nos corpos, pelo médico legista Dr. Astor Pereira de Melo, nada revelou como a "causa-mortis", pois não havia sinal de violência, de envenenamento, de distúrbios orgânicos e total ausência de contaminação por radioatividade. Foram realizados diversos exames toxicológicos, em diversos pedaços das vísceras e todos deram negativos.
Os documentos que portavam permitiram facilmente identificar que eram os sócios radiotécnicos Miguel José Viana, 34 anos e Manoel Pereira da Cruz, 32 anos, moradores na cidade de Campos dos Goitacazes, Interior do Estado do Rio de Janeiro. Os exames grafotécnicos realizados nos bilhetes provaram que a caligrafia era de Miguel José Viana.

Para complicar ainda mais, na noite em que os radiotécnicos morreram, em 17 de agosto de 1966, uma quarta-feira, várias testemunhas telefonaram para a Polícia para informar que viram um disco voador no alto do Morro do Vintém, ou seja, um estranho objeto, de forma arredondada e com um halo de luz intensa, sobrevoando o local onde foram encontrados os corpos.
Até hoje a Polícia não soube explicar o que realmente aconteceu. Um simples latrocínio? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador?
Para tentar entender o que pode ter acontecido, vamos detalhar, passo a passo, o que eles fizeram desde que saíram de Campos e até que foram encontrados mortos em Niterói.
Agosto/66 – Não se sabe corretamente o dia, mas as duas máscaras de chumbo foram feitas pelos radiotécnicos em sua oficina em Campos, RJ, pois lá foi encontrado o restante da placa utilizada:

Em 16.08.66, à noite, terça-feira, o Manoel Pereira da Cruz informou para sua esposa Neli que iria para São Paulo, juntamente com Miguel José Viana, seu sócio, casado, para comprar um carro usado e alguns componentes de eletrônica para o estoque da oficina. Ele embrulhou dois milhões e trezentos mil cruzeiros (mil dólares aproximadamente) para levar na viagem.
Em 17.08.66, quarta-feira, às 09:00 horas, os radiotécnicos tomam o ônibus na rodoviária de Campos, com destino à Niterói e não São Paulo como haviam informado à família.
Em 17.08.66, quarta-feira, às 14:30 horas, eles chegam na rodoviária de Niterói.

Entre as 14:30 horas até o instante em que eles morreram, a polícia descobriu que eles passaram em uma loja de componentes eletrônicos, onde eles eram fregueses, a Fluoscop, situada na Travessa Alberto Vitor, 13, no Centro de Niterói. Passaram em uma loja e compraram capas de chuva. Passaram em um bar, situado à Av. Marquês do Paraná e compraram uma garrafa de água mineral magnesiana, não esquecendo de pegar o comprovante do vasilhame, para poder devolver na volta. A pessoa que os atendeu, neste último estabelecimento, disse que Miguel parecia estar nervoso e a toda hora consultava as horas no relógio. Aquele dia estava chuvoso e escurecendo rapidamente.
O vigia Raulino de Matos, morador no local, viu quando Manoel e Miguel chegaram ao pé do morro em um jipe, juntamente com outras duas pessoas, até hoje não identificadas. Manoel e Miguel desceram do jipe e subiram o morro à pé.
Na manhã de 18.08.66, quinta-feira, um garoto de 18 anos, Paulo Cordeiro Azevedo dos Santos, que estava caçando passarinhos, viu os corpos e avisou o guarda Antônio Guerra, que servia na radiopatrulha. Posteriormente, esse guarda foi ouvido pelo Delegado Venâncio Bittencourt, que comandou as investigações, para saber porque demorou dois dias para ir ao local onde foram achados os cadáveres. Admitia-se que o guarda ou outra pessoa teria revistado os cadáveres, para se apropriar do dinheiro, mas nada ficou comprovado.
Em 20.08.66, sábado, dois dias depois, por volta das 18:00 horas, um garoto também de 18 anos, Jorge da Costa Alves, estava procurando sua pipa junto com outros meninos, quando sentiram um forte mau cheiro e localizaram os corpos. Jorge avisou a Segunda Delegacia de Polícia (2a DP) de Niterói.
Em 21.08.66, domingo, pela manhã, a Polícia, os Bombeiros, jornalistas e curiosos subiram o morro para resgatar os corpos. No bolso de um foi encontrado a quantia de 157 mil cruzeiros (68 dólares) e no bolso do outro 4 mil (menos de 2 dólares), além dos relógios.

Assim, a Polícia iniciou as investigações. Um dos bilhetes e o sumiço do dinheiro reforçaram a hipótese de um terceiro personagem. Também a ausência de uma faca ou objeto cortante, utilizada para cortar as folhas de Pintoba, reforçou essa hipótese, mas as máscaras de chumbo não combinavam com a situação e nem o estranho bilhete. A hipótese de uma terceira pessoa indicava que ela teria dirigido a pesquisa, mas não teria participado.


Mais tarde, a Polícia prendeu o amigo Elcio Correia Gomes, espírita, que introduziu os dois radiotécnicos em estranhas e grandiosas experiências. Tempos antes, os três causaram uma enorme explosão, na Praia de Atafona, no Interior do Rio de Janeiro. A explosão foi tão grande e causou um clarão enorme, que a população pensou que estava ocorrendo um terremoto. Esse acidente foi objeto de investigação por parte da Marinha Brasileira. Como a Polícia não encontrou provas contra o Elcio, ele acabou sendo libertado.

Após os jornais terem anunciado essas duas estranhas mortes, a Sra. Gracinda Barbosa Coutinho de Sousa, informou que, na noite de 17.08.66, entre 19:00 e 20:00 horas, juntamente com três filhos, duas meninas e um menino, estavam passando, de carro, pela Alameda São Boaventura, no bairro Fonseca, quando a filha Denise, de 7 anos, chamou a atenção da mãe de algo no alto do morro. Viram um objeto multicolorido, ovóide, de cor alaranjado, com um anel de fogo de onde saíam raios azuis em várias direções. Após a imprensa divulgar esse depoimento, várias outras pessoas se encorajaram e ligaram para a Polícia informando que também tinham visto tal objeto luminoso no mesmo local, dia e hora.

Técnicos em eletrônica fundamentaram a hipótese de que Manoel e Miguel foram mortos por um raio, pois nesse dia chovia muito. Argumentaram que eles estavam em um local alto, com uma máscara de chumbo no rosto. Os corpos teriam sofrido ligeiras queimaduras, as quais só não foram constatadas na autópsia porque as marcas se desfizeram com a decomposição dos cadáveres. Essa hipótese não foi confirmada pelo médico legista.
O Padre Oscar Gonzalez Quevedo, professor de parapsicologia, na época, deu um depoimento ao jornal O Globo, informando que máscaras de chumbo eram usadas em testes mortíferos de ocultismo. Disse que o ocultismo admitia que dos novos mundos emanavam irradiações luminosas, por exemplo, capazes de afetar aquilo a que chamavam de "terceiro olho", e fulminar o experimentador. Daí a necessidade da proteção com as máscaras de chumbo. Nesse tipo de experiência, o experimentador deve ingerir uma quantidade de droga que lhe permite entrar em transe e deve estar em jejum para provocar o desequilíbrio físico e mental. Essas experiências são conhecidas como psigama e hiperestesia. No primeiro caso o experimentador procura liberar a alma para conseguir captações espirituais, e na segunda, os nervos hiperexcitados são o instrumento pelo qual o homem procura sentir aspectos sutis da realidade que o cerca. O Padre Quevedo frisa que para conseguir êxito em qualquer uma dessas experiências, são indispensáveis muitos exercícios e perfeito estado físico.
A situação ficou mais complicada quando a Polícia descobriu uma morte bem semelhante, quatro anos antes. José de Sousa Arêas informou que em 1962, um técnico de televisão, foi encontrado morto, no Morro do Cruzeiro, em Neves, sem nenhum tipo de violência, com todos os seus pertences e também com uma máscara de chumbo. Ele se chamava Hermes de tal e foi no alto do morro para tentar "captar" sinais de televisão sem o auxílio de nenhum aparelho eletrônico. Disse que ele engoliu um comprimido redondo e morreu porque não estava fisicamente preparado para a empreitada, que oferecia possibilidade de vida ou morte.
Depois de muita investigação e várias hipóteses levantadas, em 25.08.67, os corpos foram exumados, para ser realizado uma nova série de exames, no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas nada foi descoberto.
Em maio de 1969, a Justiça Brasileira arquivou o Processo por falta de provas.
Em 1980 um novo mistério. O cientista e Ufólogo Jacques Vallée, que trabalhou para a NASA, veio ao Brasil exclusivamente para pesquisar esse caso. Ao chegar no local, em companhia de sua esposa, do detetive Saulo Soares de Souza e do repórter policial Mário Dias subiram o morro e lá ficaram estarrecidos. No local onde foram encontrados os corpos, não havia vegetação e estavam demarcados, como se alguém tivesse contornado os corpos, e o solo estava como se tivesse sido calcinado.
Assim, o Mistério das Máscaras de Chumbo até hoje continua sendo uma grande incógnita. A Polícia não conseguiu esclarecer o que aconteceu e nem o Poder Judiciário. O que realmente aconteceu? Um latrocínio bem elaborado? Uma experiência parapsicológica mal sucedida? Uma experiência psicotrônica com um fim trágico? Um encontro fatal com tripulantes de um disco voador? Não sabemos. Se você tiver algum fato novo que possa ajudar a esclarecer este caso, por favor, entre em contato conosco.
Veja a reportagem do linha direta abaixo!!!

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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tunguska e seus mistérios

Na manhã de 30 de junho de 1908, o fazendeiro S. B. Semionov estava sentado na varanda de sua casa, no isolado. posto comercial de Vanavara, Sibéria, 750 quilômetros a noroeste do lago Baikal. Eram apenas sete e quinze da manhã, mas o dia já estava bem claro, pois no verão o sol nasce cedo nessa latitude setentrional. Próximo dali, o vizinho de Semiónov, P. P. Kossalopov, estava arrancando pregos de uma janela. Nenhum deles poderia fazer idéia do drama que estavam prestes a presenciar.

Árvores entortadas como simples gravetos

Subitamente, Semiónov alarmou-se ao ver, do lado noroeste, uma enorme bola de fogo que "cobria grande parte do céu". O fazendeiro contorceu-se de dor, pois o calor da bola de fogo parecia estar queimando sua camisa. O vizinho Kossalopov largou o alicate que estivera usando e levou as mãos às orelhas, que pareciam estar em brasa. Primeiro olhou para o telhado de sua casa, com medo de que estivesse em chamas, depois virou-se para Semiónov. "Você viu alguma coisa?", perguntou Kossalopov. "Como poderia não ter visto?", respondeu o apavorado Semiónov, ainda sentindo as queimaduras. Alguns segundos depois, a cegante bola de fogo, de um azul brilhante, arrastando uma coluna de poeira, explodiu 65 quilômetros adiante, com tal força que derrubou Semiónov de sua varanda, deixando-o inconsciente por alguns segundos. Recuperando-se, ele pôde sentir tremores de terra que sacudiam a casa toda, arrancando a porta do celeiro e quebrando vidraças. Na casa de Kossalopov, caiu terra do teto. Ruídos de trovão enchiam o ar.
A grande bola de fogo siberiana de 1908 foi um acontecimento tão excepcional que provocou uma controvérsia que dura até os dias de hoje. As explicações dadas para o fato atingem o domínio do bizarro, incluindo a hipótese extraordinária de ter sido causada por nada menos que a aterrissagem forçada de uma nave espacial nuclear, talvez mesmo de origem extraterrestre.
A área onde caiu o objeto, o vale do rio Tunguska Médio, era escassamente habitada pelos tunguses, um povo mongólico nômade que cria renas. Próximo ao centro da queda, ao norte de Vanavara, inúmeros tunguses foram atirados ao ar pela violenta explosão, e suas tendas, carregadas por um forte vento. Ao redor deles, a floresta começou a arder. Ao inspecionar cautelosamente o local da explosão, os atordoados tunguses encontraram terríveis cenas de devastação. Árvores haviam sido derrubadas como palitos de fósforos numa área de 30 quilômetros em torno. O intenso calor fundira objetos metálicos, destruíra depósitos e queimara muitas renas, matando-as. Nenhum animal da área sobreviveu, mas, milagrosamente, nenhum ser humano foi morto. Houve também relatos de uma misteriosa "chuva negra".
Os efeitos da explosão de Tunguska foram ouvidos e sentidos a 1000 quilômetros ao seu redor. Testemunhas do distrito de Kansk, a 600 quilômetros dali, disseram que alguns pescadores foram atirados ao rio e cavalos foram derrubados por ondas de impacto, enquanto as casas tremiam e objetos caíam das prateleiras. O condutor do trem expresso Transiberiano parou a composição com medo de um descarrilamento, quando os vagões e a locomotiva começaram a tremer.
Outros efeitos foram notados pelo mundo inteiro, mas sua causa permaneceu desconhecida por muito tempo, pois as notícias sobre a bola de fogo e a explosão foram pouco difundidas durante muitos anos. Ondas sísmicas como as de um terremoto foram registradas em toda a Europa, assim como perturbações no campo magnético da Terra. Os meteorologistas notaram que ondas de choque atmosférico da explosão circularam a Terra duas vezes.

Ecos da longínqua Sibéria

Uma mulher em Huntingdon, na Inglaterra, escreveu para o Times dizendo que no dia 1.° de julho, logo depois da meia-noite, o céu estava tão claro que "podiam-se ler letras grandes dentro de casa... Por volta da uma e meia, a sala estava clara como se fosse dia. Seria interessante que alguém explicasse a causa de fato tão inusitado". Mas na época ninguém podia explicar.
Efeitos fantasmagóricos noturnos semelhantes foram sentidos sobre grande parte da Europa e da Ásia ocidental depois da queda. Relatórios dessa região registraram noites até cem vezes mais claras que o normal e manchas violetas no céu, como o clarão de fogos, na direção norte. As estranhas luzes não tremulavam nem formavam arcos como a aurora boreal; pareciam os efeitos percebidos após a erupção do vulcão Krakatoa, que injetou vastas nuvens de poeira na atmosfera.

Leonid Kulik

Na época da queda em Tunguska, a Rússia entrava num período de grande inquietação política, e a imprensa local não deu nenhuma cobertura ao fato, que considerou um evento de menor importância numa parte remota do império. Apesar da natureza excepcional do acontecimento de Tunguska, as notícias sobre ele ficaram confinadas aos jomais locais da Sibéria até treze anos depois, quando chegaram aos ouvidos de um mineralogista soviético, Leonid Kulik. Kulik interessava-se particularmente pela queda de meteoritos, sobretudo pela grande quantidade de ferro que eles poderiam fornecer à indústria. Ele estava convencido de que o objeto que caíra a 30 de junho de 1908 sobre o vale do rio Tunguska Médio era um meteorito de ferro maior do que o que formara a vasta cratera de Berringer, no Arizona, por volta de 25.000 anos atrás.
Depois de planejá-la durante vários anos, Kulik partiu em 1927 numa expedição destinada a alcançar o local da queda. Da cidade ferroviária de Taichet, Kulik e sua equipe percorreram 600 quilômetros de taiga, uma planície gelada, por meio de trenós puxados por cavalos, até atingir Vanavara. Nessa cidade, ouviram as incríveis histórias dos seus habitantes, que confirmaram a crença de Kulik de que estavam na trilha de um meteorito de uma dimensão realmente gigantesca. Uma súbita nevasca impediu o avanço da caravana por uma semana. A 8 de abril, Kulik, um colega e um guia local seguiram a cavalo para a última etapa da viagem.
Marcharam para o norte, atravessando um cenário de devastação impressionante: carvalhos e pinheiros atirados ao solo, de onde haviam sido arrancados com as raízes dezenove anos antes, pela força do impacto. Muitas árvores haviam sido chamuscadas ou mesmo queimadas pelo calor intenso que fora sentido em Vanavara pelo fazendeiro Semiónov. Observando de uma colina a área da explosão, Kulik escreveu:
"De nosso ponto de observação, não se vê sinal da floresta, pois tudo foi devastado e queimado, e, em torno dessa área morta, a jovem floresta de vinte anos cresceu furiosamente, procurando o sol e a vida. É inquietante ver árvores de 30 centímetros de diâmetro partidas como gravetos, com os troncos atirados vários metros em direção ao sul".

Visita do Deus do Fogo

Kulik desejava transpor rapidamente os poucos quilômetros que restavam para chegar ao centro da explosão, mas os guias tunguses estavam receosos, pois a superstição dizia que a área havia sido visitada pelo deus do fogo, e eles não iriam adiante. Kulik teve de voltar a Vanavara e recrutar novos guias, e mais um mês se passou antes que ele atingisse novamente a região devastada, chegando finalmente ao centro da queda: o grande enigma de Tunguska. 


Florestas inteiras foram arrancadas pelas raízes.

Não havia sinal da grande cratera que ele esperara encontrar. Em lugar disso, deparou-se com um pântano gelado, e algumas árvores que, apesar de estarem no centro da explosão, haviam escapado ao efeito do impacto que derrubara tudo ao redor. O que quer que houvesse causado aquela explosão não havia tocado o solo. Mesmo voltando à região com expedições maiores nos anos seguintes, Kulik jamais encontrou um só fragmento de ferro meteórico. Mas, então, se a explosão de Tunguska não fora causada pelo impacto de um meteorito de ferro, qual seria sua causa? Em 1930, o meteorologista inglês Francis J. W. Whipple, diretor assistente do Departamento de Meteorologia da Inglaterra, supôs que o evento tivesse sido causado pela colisão da Terra com um pequeno cometa, sugestão que foi aceita pelo astrônomo soviético A.S. Astapovitch. Mas os críticos dessa teoria objetam que nenhum cometa havia sido visto nos céus antes da explosão em Tunguska.
Tem havido uma série de explicações alternativas, inclusive a estranha hipótese de que um miniburaco negro haveria se chocado contra a Sibéria. Segundo a teoria astronômica, os miniburacos negros, que possuem a massa de um asteróide compactada do tamanho de uma partícula atômica, poderiam ter se formado no redemoinho que se seguiu à grande explosão que parece ter dado origem ao universo. A passagem de um miniburaco negro através da Terra teria, de acordo com os físicos da Universidade do Texas, A. A. Jackson e Michael Ryan, todos os efeitos observados na bola de fogo de Tunguska - exceto pelo fato de que um miniburaco negro teria continuado seu caminho através da Terra, saindo no Atlântico norte e produzindo efeitos igualmente espetaculares em sua partida. Infelizmente para essa teoria, tais efeitos não ocorreram.

Uma espaçonave de Marte?

De todas as teorias sobre a explosão em Tunguska, a mais controvertida foi levantada em 1946 pelo escritor de ficção científica soviético, Aleksandr Kazantsev. Disfarçada sob uma história de ficção, Kazantsev propôs a teoria de que a explosão na Sibéria teria sido causada pelo incêndio de uma nave espacial nuclear, talvez proveniente de Marte. Kazantsev especulou que os alienígenas teriam vindo coletar água no lago Baikal, a maior reserva de água doce da Terra. Quando a nave se precipitou na atmosfera, aqueceu-se com a fricção até que os motores explodiram em pleno ar, como a bomba de Hiroshima. Os ufologistas soviéticos Feliks Zigel e Aleksei Zolotov apoiaram essa idéia. Outro escritor de ficção científica, John Baxter, em seu livro The Fire Catne By (E veio o fogo), publicado em 1976, apoiou Kazantsev ao comparar os efeitos da explosão em Tunguska aos da bomba de Hiroshima: o forte clarão térmico, a elevação de ar quente que causa uma "coluna de fogo", e o típico grupo de árvores que permaneceu de pé no centro da devastação de Tunguska, como ocorreu abaixo do ponto de explosão da bomba de Hiroshima. Falou-se mesmo que haveria radiação mortal na área. Na verdade, não há nenhum registro de mortes causadas pela explosão, mas o povo tungus relatou que as renas começaram a apresentar feridas, o que os escritores modernos como Baxter atribuem a queimaduras de radiação.

As expedições que se fizeram à região observaram um crescimento acelerado da vegetação em torno do local da explosão, também atribuída a alterações genéticas causadas pela radiatividade. Há registros não científicos de radiatividade encontrada na madeira do local, e uma análise de radiocarbono em anéis de árvores dos Estados Unidos, realizada pelo ganhador do prêmio Nobel Willard Libby, mostrou um aumento de radiocarbono após 1908. Tudo isso indica que a explosão de Tunguska pode ter sido de origem nuclear.
Essa teoria levanta algumas questões alarmantes, pois a explosão de Tunguska ocorreu pelo menos trinta anos antes dos primeiros testes nucleares. Quem ou o que poderia ter provocado uma explosão de tais proporções?

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