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domingo, 17 de maio de 2015

Militares Brasileiros X Ovnis






 Produtores deste vídeo : ufólogos Josef David S. Prado e Edison Boaventura Jr


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Empresario da Cidade de Santo Ângelo afirma ter tido contato com seres em um OVNI quando era criança



A alguns anos este Ufólogo que vos fala Jonathan Castro vem dedicando tempo respeito e atenção a inúmeras Histórias de avistamentos de óvnis de vários graus e uma serie de observações de luzes diversas , mas alguns realmente são muitíssimo interessantes vindo de pessoas comuns do interior rural e até de pessoas dos mais altos graus de escolaridade e instrução  das áreas urbanas , sem contar ainda que esses casos são tanto atuais quanto antigos chegando a terem até mais de 60 ou 70 anos .

Todavia sempre nos e pedido que : " se você contar a alguém ou divulgar esse caso não fale meu nome".

O que até e compreensível devido ao fato de morarmos em uma cidade de media e população com um ambiente social bastante religioso onde , as pessoas tem medo de serem apontadas como ridículas , ainda agravado pelo fato de nossa cidade Santo Ângelo se rodeada de Historias do tempo dos Indígenas e das missões jesuíticas que por aqui passaram a mais de 300 anos deixando um rastro de lendas e folclore bem  sortidos.

Devido a isso manteremos o nome de nossa testemunha em sigilo  devida a ser um grande empresario conhecido e repeitado a anos em todo o comercio de nossas cidade e o chamaremos de senhor " x "

Segue relato da testemunha .

Estava eu ( senhor X ) na localidade rural onde nasci perto de Santo Ângelo em uma festa de aniversario de um tio meu a sombra de uma arvore, com cerca de quinze pessoas de nossa família almoçando todas felizes e contentes , passado alguns minutos após o meio dia em um dia de verão e de calor fortíssimo no mês de dezembro de 1965 algo extremamente diferente nos deixo em panico e paralisia absoluta , ao vermos a cerca de cinquenta metros de nós em um grande e plano gramado a nossa frente um objeto de cor prata , em formato de pires ! o tradicional disco voador fique aterrorizado em choque literalmente , lembro-me de uma tia minha falar assim " deve ser o fim do mundo isso " eu nessa época tinha cerca de oito anos de idade , e em um ato infantil entre medo e curiosidade fui indo até próximo daquela estranha novidade que estava diante de nossos olhos , quando então todos os meus parentes vieram atras de mim para ver o que iria acontecer talvez todos movidos pelo mesmo medo e curiosidade que avia assediado a mim .



Quando chegamos a cerca de oito ou dez metros do objeto vimos um casal sai por trás do disco voador  como se estivessem por vistoriar o disco em seus mínimos detalhes , eles nos olharam e nem deram bola para nós , ele pareciam conversar por sinais ou telepatia sei lá ! e continuaram a olhar o seu disco voador , e nós todos ali completamente parados apavorados olhando aquela cena que parecia dos filmes que fui ver somente quando homem feito ! lembro que o disco tinha um brilho lindo pois era um dia de sol forte e céu azul ! jamais esquecerei aquela cena .

Ninguém falava nada , todos estavam ali pasmos e em silencio como se estivéssemos em hipinose , esse evento durou cerca de quinze minutos , lembro me que esse disco voador tinha uns oito metros de circunferência e cerca de dois metros e meio de altura Ahh já ia me esquecer de como estavam vestidos o casal !! ela estava com uma roupa tipo túnica de cor cinza com um sapato tipo de balé também de cor cinza claro era  loira de cabelo liso e parecia ter o olho azul , eu era criança mas achei ela muito linda , e ele o homem usava uma roupa tipo farda militar de cor azul celestial com um especie de bota em seus pés de tom azul também , e avia uma estrela pequena em sei peito de cor prata e com em signas em seus ombros também de cor prata , tinha cabelo preto barba rala e preta , olhos azuis e cerca de um metro e oitenta de altura , ela a mulher tinha cerca de um metro e setenta altura , os dois tinham a pele muito branca e tinha uma aparência serena e calma .


De repente  eles pararam de vistoriar o disco voador deram alguns passos em nossa direção nos olharam e ficaram bem em nossa frente !! ele o homem de roupa azul levantou a mão esquerda para cima e simplesmente ficamos tontos ! todos nós lembramos disso tudo até esse momento só ! e eles simplesmente desapareceram perante nossos olhos ! como se o ar tivesse engolido eles ! evaporaram no ar !

E minhas memorias assim como  as dos meus parantes ficam até esse ponto só !  até hoje quando vou la lembro disso tudo ! e nunca mais vimos nada parecido por la ! nem disco voador nem luzes nada nada ,

 Ahh antes que eu esqueça , depois que fomos olhar o lugar que ele o disco voador  avia parado vimos que não tinha marca nem uma de nada !


A cidade de Santo Ângelo vem sendo a alguns anos já palco de acontecimentos ufológicos como mostrado no episodio de contato extreterrestre do History Channel , veja o link : http://grupojdo-ufologiamissioneira.blogspot.com.br/2014/12/contato-extraterrestre-episodio-com.html



Fonte : https://www.facebook.com/ufologiamissioneira?ref=hl



domingo, 13 de abril de 2014

Sintomas de abdução por Cassyah Faria


Memórias a bordo da nave. Algumas experiências são típicas de uma vivência dentro de nave. Elas podem surgir como memórias difusas ou sonhos bizarros. Também há sintomas físicos dessas ocorrências. Por exemplo:

· Ver diversos tipos de seres, trabalhando juntos.
· Alguns aparecem como seres de “luz” ou “energia”, geralmente com silhueta humana, alguns de grande beleza.
· Seres pequenos, com pouca ou nenhuma expressão facial e corpo infantil.
· Os famosos greys. Alguns parecem animalescos e até reptilianos, com atos robóticos, bizarros. Outros podem parecer familiares ao abduzido e gerar sentimentos de afeição, uma sensação de “conexão”. Outros ainda podem causar terror puro e simples.

· Procedimentos médicos e de monitoramento são frequentes.
· Procedimentos de cura são frequentes.
· Informações de cunho espiritual ou meramente educacional são frequentes.
· Ocorrências de êxtase espiritual são frequentes, gerando uma sensação de bem-estar incomparável.
· Outros humanos podem estar presentes, conhecidos ou não.
· É frequente a sensação de cruzar portais interdimensionais.
· É comum a visita a paisagens estranhas.
· É comum a memória do retorno ao quarto. A maioria das pessoas percebe o momento da volta ao quarto.
· Acordar cansado, lento.
· Partes do corpo podem sofrer ferimentos leves, marcas, vermelhidão, embora de origem desconhecida.
· Sonolência inexplicável e fora de hora.
· Extrema sensibilidade ao barulho.
· Problemas nas costas ou pescoço.
· Problemas de sinusite/sangramento nasal.
· Pressão arterial baixa.
· Ausência de menstruação.
· “Gravidez falsa”.
· Distúrbios alimentares.
· Insônia, problemas para dormir à noite.
· Urinar na cama até muito tarde na infância.
· Paralisia do sono.

Esses são indícios de uma abdução noturna, quando o individuo está mais vulnerável. Geralmente segue-se uma inquietação e medo de relembrar estas experiências. Muitas experiências de abdução podem parecer simples viagens astrais, mas podem deixar vestígios físicos. Há também uma série de sensações que precedem uma abdução.
São elas:
· Animais domésticos ficam estranhos, com sono ou agitados, assustados ou arredios.
· Sensação de paralisia.
· Medo, sensação de pânico. Pressentimento de presenças.
· Sensação de que algo vai acontecer.
· Luzes estranhas no quarto.·
Outras pessoas a seu redor adormecem e não conseguem despertar de modo algum.
· Por vezes o abduzido é levado fisicamente à nave, mas em outras ocasiões ele vai em corpo astral/energia, deixando o corpo na cama.
Além disso, uma série de sonhos é sugestiva de uma possível abdução
· Sonho onde o indivíduo cruza paredes ou janelas.
· Sonhos com bebês ou crianças de aparência incomum.
· Sonhos eróticos com pessoas desconhecidas e/ou seres não-humanos.
· Sonhos com gravidez/parto.
· Estranha conexão com crianças desconhecidas.
· Imagens catastróficas, apocalípticas.
· Imagens de seres removendo fetos ou invadindo o útero.
· Imagens desoladas, estéreis.
· Sonhos de perseguição.
· Sonhos envolvendo exames médicos ou instrumentos incomuns.
· Seres estranhos, sonhos com naves.

Outros sintomas de natureza psicológica:

· Necessidade de dormir com a luz acesa.
· Dificuldades sexuais e de relacionamento.
· Desejo estranho de mudar de residência.
· Falhas de memória de eventos da infância.
· Sensação de ser muito mais “mente aberta” que o normal das pessoas.
· Crença na existência dos extraterrestres.
· Falta de autoestima.
· Medo do escuro.
· Manter a cama longe da janela, possivelmente encostada na parede.
· Claustrofobia.
· Pânico ou ansiedade em corredores.
· Medo de médicos ou dentistas.
· Sensação de estar sendo observado.
· Pavor de agulhas.
· Dificuldade em confiar nos outros.
- Traumas sexuais na infância ou adolescência
· Névoas estranha.
· Sons estranhos.
· Figuras fantasmagóricas, vultos andando pela casa.
· Medo de elevador.
· Medo de janelas.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O caso Kelly

Por Reinaldo Stabolito

Na ampla casuística ufológica, não é incomum encontrar contatos onde as testemunhas reajam de forma violenta, sem que realmente exista uma agressão prévia. O cinema do gênero está repleto de situações de confronto com seres extraterrestres evidenciando nossa xenofobia ao desconhecido. Normalmente, para o ser humano, o que não pode ser assimilado e compreendido deve ser destruído. Sendo assim, chega a ser compreensível encontrar situações onde a reação das testemunhas acaba
sendo drástica e violenta. Um bom exemplo disso é o Caso Kelly, ocorrido na madrugada entre os dias 21 e 22 de agosto de 1965, em Kelly, um pequeno vilarejo próximo a Hopkinsville, estado de Kentucky (EUA). Todos os protagonistas desse caso fazem parte da família Sutton.

Aproximadamente às 07:00 horas do dia 21 de agosto, Billy Ray Taylor saiu da casa para ir pegar água no quintal, onde havia um poço. Enquanto estava recolhendo a água, um objeto prateado, que emitia várias cores luminosas por toda a sua fuselagem, passou por cima da casa e parou na altura de uma depressão do terreno, próximo das cercas da fazenda. O objeto começou a descer lentamente e Billy, em pânico, retornou correndo para a casa gritando que um "disco voador" tinha pousado próximo dali. Ninguém da família deu qualquer credibilidade ao relato de Billy. Ao invés de irem até o suposto local do pouso, todos simplesmente zombaram dele.

Por volta de uma hora depois, a família Sutton repara que o cachorro, que se encontrava do lado de fora da casa, estava latindo violentamente. Intrigados com tal comportamento, Lucky Sutton e Billy Ray Taylor olharam pela janela para ver o que estava acontecendo. O cão estava aparentemente aterrorizado e se escondia debaixo da casa com o rabo entre as pernas. Lucky e Taylor resolveram ir até a porta dos fundos da casa armados com um fuzil, de calibre 20, e uma carabina de caça, calibre 22, para verificar se alguém ou algum bicho havia assustado o cachorro.
Adicionar legenda

Já era noite e, quando abriram a porta dos fundos, Lucky e Taylor se depararam com uma cena insólita: uma criatura completamente incomum estava se aproximando. O ser tinha cerca de um 1,05 metro de altura, uma enorme cabeça redonda e desproporcional com orelhas pontudas enormes. Seus braços também eram grandes e chegavam até o chão. Suas mãos, também bastante grandes, possuíam longas unhas, parecendo garras. Os olhos, bem maiores que os dos seres humanos, possuíam fluorescência amarela e estavam bastante separados um do outro – quase nas laterais da cabeça. A criatura trajava uma vestimenta que parecia ser de metal e emitia uma luminosidade em torno de seus corpos. Ela estava indo à direção deles com os braços levantados como se estivesse sendo assaltada.

Quando o ser ficou a uma distancia de apenas seis metros de Lucky e Taylor, eles não hesitaram: os dois abriram fogo contra a criatura. Não havia a menor chance dos dois errarem os tiros e eles puderam ouvir um som semelhante a atirar contra uma estrutura metálica, que julgaram ser resultantes das balas ao atingir a criatura. O alienígena deveria estar usando algum tipo de blindagem em sua roupa, pois não conseguiram causar qualquer dano aparente no ser, apesar dos disparos "à queima-roupa". O alienígena apenas pulou para trás, começou a flutuar e virou-se em sentido oposto dos dois atiradores, desaparecendo no meio da escuridão. Logo após isso, os dois entraram na casa e fecharam a porta dos fundos.
Mas aquela fatídica noite apenas estava começando. Subitamente, surgiu uma outra criatura em uma das janelas da casa. E novamente não hesitaram: abriram fogo contra a janela, quebrando o vidro e causando várias avarias na janela. Um deles praticamente encostou a arma na janela enquanto atirava. Imediatamente, Lucky e Taylor decidiram sair da casa para conferirem se haviam matado a criatura da janela.

Taylor atravessou a porta em primeiro lugar e, subitamente, uma grande garra desce da borda do telhado, justamente em cima de sua cabeça. A garra chegou a tocar nos cabelos de Taylor. Era uma das criaturas que estava sobre o telhado e tentava, aparentemente, agarrar Taylor. Assustados, ambos voltaram a disparar freneticamente contra a criatura. O ser, ao ser atingido pelos disparos, acabou sendo lançado por cima da casa.

Ainda, os dois atiradores perceberam que havia uma outra criatura sobre um galho de uma árvore próxima deles. Tal como fizeram com as situações anteriores, descarregaram as armas sobre a criatura. Apesar da certeza de terem acertado vários projéteis de grosso calibre no ser, a criatura simplesmente flutuou até o chão e se refugiou na escuridão no meio da mata.

As mulheres começaram a gritar implorando que os dois voltassem para dentro da casa. Vendo que não conseguiam causar quaisquer danos aparentes naqueles seres, Lucky e Taylor resolveram atender os pedidos e voltaram a entrar na casa. Todas as portas e janelas foram trancadas e a família Sutton, somando mais de dez pessoas contando com as mulheres e as crianças, se refugiaram na sala. E os Sutton viveram uma noite de terror, pois diversas vezes durante aquela noite os seres apareciam diante da janela olhando para dentro da casa. Depois de quase três horas, os Sutton estavam em extremo estado de pânico e, não agüentando mais aquela situação, foram até a garagem e se espremeram dentro do automóvel da família. Logo em seguida, abriram a porta da garagem e saíram com o carro em alta velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a cerca de onze quilômetros da fazenda.

O chefe da policia Russel Greenwell não acreditou na história absurda que toda a família Sutton havia contado, mas, em função do claro estado de histeria que todos eles apresentavam, achou melhor ir até a fazenda para verificar o que estaria acontecendo junto de outros policiais. "Os Suttons estavam aterrorizados e só poderia ser por causa de algo incomum".

E antes de chegar na fazenda, começaram a surgir dados que poderiam reforçar a história contada pela família Sutton: um comunicado de um policial estadual avisando que meteoros estranhos, com barulho parecido com de artilharia, sobrevoavam a região. Pela descrição fornecida no rádio, os UFOs estavam indo à direção oposta das testemunhas, para o norte. Ou seja: justamente para Kelly.

Ao chegarem na fazenda, os policiais não encontraram nenhuma criatura estranha e quaisquer sinais de um disco voador pousado perto das cercanias da propriedade. Porém, havia todos os sinais de tiroteios descritos pelos Sutton. O caso ganhou manchetes por todo os Estados Unidos e, em poucos dias, a cidade foi invadida por inúmeros repórteres de toda parte do país para entrevistar as testemunhas. Oficiais da Força Aérea, ufólogos civis e, até mesmo, o projeto de investigação ufológica oficial Blue Book já estavam envolvidos na investigação deste caso. Na época os próprios oficiais do Blue Book, que sempre mantiveram uma postura cética com relação ao fenômeno UFO, admitiram que a família Sutton não parecia estar mentindo. Segundo eles, o que quer que fosse que tivesse invadido a propriedade dos Sutton, era algo completamente diferente e incomum.

Posteriores descrições dos Sutton davam detalhes das criaturas. O corpo daqueles assombrosos visitantes era uniformemente fluorescente na escuridão da noite, mas a luminosidade tinha um estranho aspecto metálico de cor mate. A luminosidade que emitiam de seus corpos aumentava no momento em que as testemunhas disparavam ou gritavam para eles. Não tinham pêlo, odor e características sexuais evidentes. O rasgo, que parecia ser a boca, era somente uma linha horizontal que atravessava o rosto e, ainda, em momento algum se mexeram. Os Sutton admitiram que não houve uma real atitude hostil dos seres, pois eles praticamente se limitaram a olhar pelas janelas. O único contato mais direto foi quando um deles, que estava no telhado, tentou agarrar a cabeça de Taylor.

* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).

segunda-feira, 18 de março de 2013

Cinco razões que dão suporte à realidade da visitação extraterrestre ao nosso planeta

Hoje em dia, com a enxurrada de vídeos forjados de OVNIs (os assim chamados ‘fakes‘) no YouTube e outros canais de vídeo na Internet, é muito fácil para os menos ingênuos desacreditarem de imediato o fato de que possa haver algo lá fora mais misterioso do que se possa imaginar, principalmente quando não se pesquisa a fundo sobre o fenômeno.

Talvez as informações abaixo possam elucidar um pouco aqueles que ainda têm dúvidas sobre a realidade dos OVNIs e não tiveram tempo de pesquisar:

1. Os avistamentos documentados da história: OVNIs têm estado à nossa volta por muito tempo. O primeiro relato de OVNIs nos Estados Unidos foi em 1639, quando o governador da colônia de Mssachusetts, John Winthrop, anotou em seu diário que um homem de nome James Everell, descrito por ele como “um homem sóbrio e discreto” e duas outras testemunhas, avistaram um objeto luminoso voar para cima e para baixo do Rio Muddy, perto de Charlstown, por duas a três horas.

Há avistamentos documentados do que eram chamados de “airships” (navios do ar) durante os anos 1800, tal como o avistamento de julho de 1884 de um OVNI esférico, rodeado de um anel, em Norwood, estado de Nova Iorque, e um rápido objeto que brevemente pairou sobre as espantadas pessoas da cidade de Everest, no estado do Kansas em 1897.

E esses são só alguns dos relatos documentados nos EUA, sem contar com o resto do mundo, desde a antiguidade.

2. Inúmeros avistamentos da época moderna, por observadores profissionais e bem treinados: No livro de Ruppert, de 1955, “The Report on Unidentified Flying Objects” (O Relatório Sobre Objetos Voadores Não Identificados – trad. livre n3m3), ele documentou numerosos casos de membros do serviço militar, pilotos militares e civis, cientistas e outros profissionais críveis que tinham observado OVNIs. Em um dos casos, Ruppelt descreve a experiência de um piloto de jato F-86 da Força Aérea dos EUA, que foi despachado para seguir um OVNI e chegou a 300 metros do objeto, que tinha a forma de disco e abruptamente voou para longe à uma velocidade incrível, após o piloto atirar nele. Ele também menciona um encontro com um OVNI em 1948, no qual dois pilotos comerciais chegaram a 200 metros dele e viram duas fileiras de janelas com luzes brilhantes.

E esses são só dois casos dentre milhares de outros casos reportados por pilotos militares, civis e controladores de tráfego aéreo.

3. Consistências nas descrições das alegadas naves dos avistamentos de OVNIs: Por décadas, as pessoas que avistaram OVNIs têm mostrado uma consistência notável quando descrevem as formas e características dos objetos avistados. Em 1949, os autores do relatório para o Project Sign, uma das primeiras investigações militares sobre OVNIs, identificou quatro grupos principais de objetos: discos voadores, naves em forma de charuto ou torpedo — sem asas ou “barbatanas”, objetos esféricos capazes de pairar no ar ou voar em altas velocidades e bolas de luz sem nenhum formato físico aparente, similarmente manobráveis.

Quase vinte e cinco anos depois, uma investigação do governo francês, liderada por Claude Poher do Centro Nacional para Pesquisa Espacial, encontrou padrões similares em mais de 1.000 relatos da França e de vários outros países.

Uma exceção aos casos é que em recente anos relatos sobre OVNIs em forma de “cunha” começaram a aparecer.

4. Possível evidência física de encontros com naves alienígenas: Em 1968, um relatório da Universidade do Colorado, nos EUA, compilado por uma equipe chefiada por James Condom, documentou vários casos de áreas onde o solo, grama e outra vegetação, de acordo com relatos de testemunhas, tinham sido achatadas, queimadas, quebradas ou varridas à distância por OVNIs.

Um relatório pelo astrofísico Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, o qual liderou um estudo científico sobre a evidência física de OVNIs no final da década de 1990, descreve sobre amostras de plantas tiradas de um alegado local onde um OVNI aterrissou na França em 1981. Os pesquisadores franceses descobriram que as folhas tinham passado por mudanças químicas estranhas do que tipo que poderiam ter sido causadas por forte radiação de microondas — o que foi difícil de explicar, considerando que eles não encontraram traços de radioatividade no local.

5. Efeitos psicológicos nas testemunhas de OVNIs: O Relatório Sturrock descreve em detalhes vários sintomas relatados por indivíduos que tiveram encontros com OVNIs, que vão desde queimaduras e surdes temporária, até náusea persistente e perda de memória. Um dos mais vívidos exemplos é o que envolveu Betty Cash, Vickie Landrum e seu neto Colby, os quais relataram ter encontrado um grande objeto em forma de losango, pairando sobre uma estrada do Texas em dezembro de 1980. Todos os três ficaram enfermos após o evento; Cash, por exemplo, desenvolveu bolhas d’água em sua face e inchaços que fecharam seus olhos, além de náusea severa e diarréia. Os efeitos persistiram por anos e ela foi hospitalizada dezenas de vezes.

E esses são somente alguns poucos exemplos. Devemos também lembrar que, além do que foi informado acima, através de toda a história humana, desde a idade da pedra até os tempos modernos, há registros de atividades estranhas no céu.

Embora comprovadamente 95% dos relatos de OVNIs não sejam reais, os 5% restantes dão um respaldo incontestável para a tese da visitação à Terra por naves com tecnologia muito além da nossa. E por mais que os céticos, inclusive os que visitam este blog, sempre se baseiam nos 95% de casos falsos para defenderem sua cegueira — convenientemente esquecendo dos outros 5%, há sim algo anormal que vem ocorrendo desde o início da nossa história neste planeta. Algo que não pode ser ignorado, embora muitos prefiram se calar ao invés de tentar provar o contrário.

Esses casos ainda não resolvidos de OVNIs, os quais são respaldados por pessoas sérias e com integridade incontestável, são o combustível para nossa jornada em busca da verdade sobre a possibilidade de estarmos sendo visitados por entidades de outros mundos.

Fonte: ovnihoje.com e www.google.com.br

sexta-feira, 15 de março de 2013

O caso Baependi (Arlindo Gabriel dos Santos)

Este incidente ocorreu no dia 16 de maio de 1979, na cidade de Baependi, Minas Gerais, e envolveu o contato direto de tripulantes alienígenas com o agricultor Arlindo Gabriel dos Santos. Este caso foi investigado pelo ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues. No citado dia, Arlindo teria saído para procurar uma vaca desgarrada; porém, posteriormente ele admitiu que tinha mentido. Na verdade ele tinha saído para caçar com dois amigos. Na época ele teve receio de sofrer alguma sanção da polícia florestal por estar caçando, assim ele achou conveniente inventar a estória da vaca desgarrada. Uma mentira justificável, que não pode ser qualificada de forma a comprometer o testemunho de Arlindo. A razão de sua mentira é completamente compreensível.

Arlindo Gabriel dos Santos estava caçando com dois amigos e, quando eles estavam a uns seis quilômetros de distância da sede de sua fazenda, decidiram se separarem. Cada qual teria tomado um rumo diferente. Depois de um pequeno tempo, Arlindo avistou um objeto estranho descer no chão e que, inevitavelmente, o deixou cismado. Curiosos, decidiu se aproximar para observar melhor o objeto. Pelas suas descrições, o objeto tinha um formato cilíndrico com 50 centímetros de largura e 1,5 metros de comprimento, uma base circular escura e uma esfera na sua parte superior de cores branca e vermelha.

Arlindo tinha levando uma câmera fotográfica que estava embrulhada em um embornal e, sendo assim, teve a oportunidade de fotografar o objeto por uma vez, até que o mesmo desapareceu inexplicavelmente. Logo em seguida, desceu um outro objeto que tinha o formato ovóide e com uma haste na sua parte inferior. Essa haste parecia uma espada e, na parte superior, tinha algo que parecia ser uma espécie de hélice. Arlindo tirou uma foto do objeto até que o mesmo começou a emitir um ruído e, logo em seguida, se transformado numa névoa – que logo desapareceu. Depois dessas duas aparições súbitas e seus respectivos desaparecimentos, Arlindo voltou a andar mais um pouco e, de repente, desceu um terceiro objeto. Este tinha a forma de um barril de um metro de altura e era listrado nas cores branco e vermelho. Este objeto também parecia ter uma espécie de hélice na sua parte superior. Arlindo não hesitou: também fotografou o inusitado aparelho. Tal qual os dois anteriores, o objeto desapareceu logo em seguida sem que Arlindo pudesse reparar como isso aconteceu.

OS OBJETOS OBSERVADOS POR ARLINDO:


Arlindo então andou uns dez metros na direção do local onde o objeto estava antes de desaparecer. Sua intenção era ver se conseguia encontrar alguma coisa que lhe indicasse o que estaria acontecendo e como aqueles objetos teriam sumido. E é exatamente neste momento que um enorme OVNI com o formato de um ovo e todo branco desce diante de Arlindo – numa distância de apenas um metro. Conforme a descrição da testemunha, o objeto tinha um ruído parecido com o de um motor de carro afogado. O aparelho tinha no mínimo uns dez metros de diâmetro e uns oito metros de altura e, antes de ele pousar no chão, saiu uma espécie de trem de pouso que consistia em quatro hastes pequeninas – algo como uns seis ou sete centímetros de largura. Arlindo tentou fotografar este UFO, porém ele emitiu um feixe de luz em sua direção que provocou uma dor em seus olhos. Imediatamente, Arlindo largou todas as suas coisas no chão e saiu correndo, temendo o que poderia acontecer com ele.

Para seu desespero, Arlindo mal conseguiu se distanciar uns dez metros do UFO, pois o objeto disparou uma espécie de relâmpago que o atingiu em cheio – Arlindo ficou totalmente paralisado após ser atingido. Sem compreender o que lhe estava prendendo, Arlindo tentou olhar para trás e viu dois alienígenas que pareciam ser iguais a nós. Os seres estavam usando roupas que cobriam todo o seu corpo, além de capacetes justos que cobriam quase toda as suas cabeças. Eles também estavam usando luvas. Só era possível ver os rostos das criaturas, pois os capacetes tinham vidros transparentes na frente. Os dois alienígenas foram até Arlindo e o pegaram, sendo que um foi no seu lado direito e o outro do lado esquerdo. Nesse momento, Arlindo suplicou: "Pelo amor de Deus, me soltem!". Neste exato momento ele ouviu uma resposta de um dos alienígenas que, inclusive, mexeu a boca para falar: "Em nome de Deus, nós todos somos irmãos". O interessante é que o som não parecia sair de sua boca e sim de uma caixa que estava pendurada nas costas dos alienígenas. Desta caixa saia uma espécie de tubo que estava conectado no capacete deles. O outro alienígena falou logo em seguida: "Não fazemos mal a ninguém, apenas queremos uma informação". E assim eles levaram Arlindo em direção do OVNI.

Quando chegaram diante da nave, Arlindo pode ver que este tinha uma porta com uma escada de quatro degraus e, ainda, havia outro alienígena parado ali, esperando-os. Esta criatura perguntou para Arlindo se ele não tinha visto uma "zurca" ali por perto. Arlindo disse que não e perguntou o que é uma "zurca". Então o alienígena explicou que era um aparelho que eles transmitiram de lá para cá. Finalmente os seres pegaram Arlindo e levaram-no para o interior do UFO.

Ainda quando estava do lado de fora, Arlindo reparou que nas proximidades da porta de entrada da nave a temperatura estava mais baixa que no ambiente do local. Quando entraram, Arlindo percebeu que a temperatura era bem mais fria que do lado de fora. Era como se houvesse um ar condicionado no interior da nave. Outro detalhe interessante é que, além de frio, ele reparou um cheiro que julgou ser parecido com o de poeira. Além dos três alienígenas que Arlindo viu ainda do lado de fora, dentro da nave havia outros três, sendo que um deles era do sexo feminino. Ao entrar, imediatamente Arlindo viu outros dois seres que estavam sentados numa espécie de cadeira. Ambos estavam usando capacetes como os outros. A impressão que Arlindo teve é que – segundo suas próprias palavras – "eles estariam batendo máquina" (Arlindo comparou a atividade dos tripulantes com datilografia). Talvez tal julgamento fosse motivado em função do barulho que fazia enquanto os seres estavam mexendo nos dispositivos internos da nave. No entanto, ao entrarem, logo as criaturas pararam e conversaram com os três que foram lá fora capturar Arlindo. Inclusive ele reparou que eles chacoalhavam a cabeça em alguns momentos. Arlindo não entendeu absolutamente nada do que os seres alienígenas conversavam entre si.

De repente apareceu uma moça, que teria vindo de outro compartimento do UFO, e que não estaria usando capacete. Ela era loira e de rosto rosado. Ela estava usando um aparelho no ouvido com o que Arlindo comparou com um "ouvidor de telefone". Inicialmente, a alienígena conversou com os outros seres, na qual foi impossível para Arlindo entender uma única palavra. Logo em seguida, a criatura e um dos alienígenas masculinos levaram Arlindo para um outro cômodo da nave, na qual tinha um aparelho parecido com uma geladeira.

A "moça" pegou uma espécie de varinha enquanto o outro ser começou a mexer nos botões deste aparelho que Arlindo comparou com uma geladeira. O aparelho tinha um monitor e, assim que apareceu uma imagem, a alienígena feminina usava a varinha para apontar para os objetos que apareciam nesse monitor. Segundo Arlindo, essa criatura aparentemente fêmea começou a explicar detalhes sobre sua civilização, a forma que eles conseguiam vencer as distâncias astronômicas e outras várias informações importantíssimas – que, infelizmente, não foi possível se resgatar nada em seus depoimentos devido a limitação cultural de Arlindo. Ele não entendeu nada e não se interessou em perguntar para a criatura o que não conseguia entender. É lógico que Arlindo poderia estar se sentindo intimidado ou mesmo, em função da situação incomum – um seqüestro alienígena – não estava em condição de raciocinar normalmente.

Depois que a criatura lhe passou diversas informações, Arlindo foi levado para o cômodo anterior e percebeu que um dos seres também tinha tirado o capacete. Segundo Arlindo, eles eram muito parecidos conosco, sendo que ele só reparou uma pequena diferença: a testa deles era um pouco diferente – embora Arlindo foi incapaz de dizer exatamente qual era a diferença no sentido anatômico. Já a boca Arlindo descreveu que parecia um corte com lábios bem fininhos.

Neste momento, as criaturas teriam lhe dito que: "Nós somos da mesma matéria, do mesmo sangue e vivemos o mesmo trabalho". Depois disso, Arlindo foi levado para fora da nave e os seres ainda lhe avisaram: "Proteja a vista, que o aparelho condena a vista". Os alienígenas conduziram Arlindo até a saída e Arlindo, por sua vez, desceu sozinho as escadas. O interessante é que Arlindo não conseguiu olhar para traz, pois ele se sentia meio "preso" – um efeito que ele nunca conseguiu explicar. Talvez isso ainda fosse alguma influência dos extraterrestres sobre Arlindo.

Depois de tudo isso, Arlindo teve de andar de volta um bom"pedaço" até que encontrasse seus dois amigos que tinham ido caçar com ele. Arlindo se sentia enjoado e com um pouco de tontura – sensações que duraram bastante tempo. No momento do contato com os alienígenas, Arlindo tinha deixado suas coisas caídas no chão e, quando retornou para procurar, ele acabou não achando nada. Porém reparou que o trem de pouso da nave tinha deixado marcas profundas no terreno.

Logo a notícia de sua experiência com os alienígenas se tornou a grande sensação da cidade de Baependi. E, inevitavelmente, acabou chegando nos ouvidos da imprensa que deu todo um tratamento sensacionalista ao incidente com manchetes de grande apelo público nos jornais. Obviamente este caso logo chegou também ao conhecimento do ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues, que tratou de entrar em contato com Arlindo Gabriel dos Santos. Levado até o local onde teria se dado o incidente pelo próprio Arlindo, Ubirajara Rodrigues fez moldes de gesso das marcas do trem de pouso e, ainda, eles acharam o embornal que Arlindo tinha perdido no momento do contato.

A princípio Arlindo ficou em dúvida se aquele era mesmo o seu embornal, pois o mesmo estava com várias figuras desenhadas que pareciam uma espécie de escrita. O embornal de Arlindo era liso e não tinha qualquer figura pintada nele.

Com relação às supostas fotografias obtidas por Arlindo, infelizmente as fotos não mostravam as supostas três sondas que tinham descido antes do pouso da nave tripulada. Verificado por Ubirajara Franco Rodrigues, a câmera acabou sofrendo uma grave avaria: a chapa interna de proteção do filme estava queimada e coberta de fuligem. É possível que isto tenha acontecido no momento que Arlindo tentou tirar uma fotografia do OVNI e este, por sua vez, emitiu um feixe de luz que acabou lhe paralisando e também, como conseqüência do feixe, estragou sua câmera fotográfica. A fuligem que cobria a placa interna do sistema de disparo pode ter sido provocada por uma reação química em função de uma exposição ao calor ou uma grande energia luminosa. Mas sem dúvida, o "ponto alto"deste caso seria as estranhas pinturas do embornal de Arlindo.

Mostraremos agora as duas traduções obtidas do estranho desenho no embornal de Arlindo Gabriel dos Santos pelo pesquisador ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues. Com relação às traduções, Ubirajara se recusou a opinar pela total falta de conhecimento nesta área.

O EMBORNAL DE ARLINDO


TRADUÇÃO DE PAULO STEKEL

Hebraico e o aramaico bíblico, recorrendo a técnica cabalística quando o léxico não ajudava:

"Que aquele que oprime a erva nova a umedeça, faça-a nascer, para que seja concluída e domine a matéria para que a sua palavra realize o destino da beleza que a conserva perfeita. Pois aquele que a protege da palavra inútil e impura tem um escudo que reforça seu jardim. Caso contrário, sobre o que recairá a ruína? Sobre a força natural da vida. Agora é o momento para a evolução de sua forma e de sua consciência ordinária, pois consciência natural é como o ouro puro, como uma chapa superior, como a síntese da existência e do conhecimento. Defeito violento é à força da consciência objetiva, que é um movimento evolutivo, sem nenhum amor, usada apenas para conservar o domínio. Cada broto desta erva possui um sublime poder. A erva é como uma árvore de ouro puro, capaz da dissolução do mal, mesmo que no princípio seja apenas uma insignificante semente".

TRADUÇÃO DE RICARDO FERREIRA ARANTES

Usou uma imagem invertida (como visto pelo reflexo do espelho) e baseou-se nos alfabetos fenício, hebraico e aramaico. Preferiu deixar sete frases sem tradução em função dos borrões:

"(Oh) quando está determinado;
Calamidades seis vezes;
Vermelho desolado;
Nem a beleza das terras mais longínquas será preservada na nuvem;
Escutai mensageiro, a dor (dos que foram) destruídos pelo clarão;
Livrai-nos da maldição (de ter) o corpo consumido;
Fazei saber (que) a ira de Deus cresce e se aproxima silenciosamente"

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Arquivos sobre Ovnis Russos

Os arquivos compreendem relatos que remontam à União Soviética.
A notícia veiculada pelo periódico Rússia Today, sobre a abertura ao público dos arquivos ufológicos da Marinha Russa, trás um sopro de esperança a todos os defensores da “abertura ufológica”, isto é, da oficialização, por parte das instituições, do fenômeno ufológico e da presença extraterrestre nos nossos céus.
A Rússia não é a primeira a dar esse passo e assim se unir a outros órgãos militares e governamentais que tornaram públicos seus arquivos, entre os quais recordamos Irlanda, França, Inglaterra, Equador, Uruguai, Dinamarca, Suécia, Canadá e, em parte, até mesmo os Estados Unidos através do FOIA (Freedom of Information Act).
Todos os relatos de incidentes inexplicáveis, provenientes dos navios e submarinos russos, estão até hoje descritos e catalogados em uma repartição especializada da Marinha, gerenciada pelo almirante Nikolay Smirnov, e referem-se também aos tempos da antiga Rússia.
Vladimir Azhazha
Vladimir Azhazha, oficial da velha guarda da Marinha russa, hoje pesquisador ufológico em tempo integral, assim como outros seus colegas oficiais, parece não ter muitas dúvidas quanto à natureza extraterrestre de grande parte dos fenômenos catalogados: “50% dos contatos ufológicos tem, de algum modo, conexão com os oceanos. A isso acrescenta-se 15% em concomitância com lagos. Parece que os ufos gostam de água”.
Num dos relatos, um submarino nuclear em missão de combate no Oceano Pacífico avistou no radar seis objetos desconhecidos. Depois de tentar algumas manobras evasivas sem sucesso, o capitão ordenou a emersão, e então viu com estupefação os objetos seguirem o submarino até a superfície e depois voarem para o céu.
Muitos casos anômalos são verificados também no famoso Triângulo das Bermudas, como relata o comandante de submarino, almirante Yury Beketov. Naquela região os instrumentos pareciam enlouquecer sem motivo algum e recebiam forte interferência; uma das explicações possíveis, segundo o almirante, poderia ser a presença de ufos. “Em diversas ocasiões os instrumentos forneceram leituras dos objetos materiais que se moviam a uma velocidade incrível. Segundo os cálculos, falou-se de 230 nós (400 Km/h). Velocidade extrema até mesmo na superfície imagine embaixo d’água, onde a resistência é maior. É como se esses objetos ignorassem as leis da física. Há somente uma explicação: as criaturas que construíram estes meios superam em muito nosso desenvolvimento”.
O capitão Igor Barklay, veterano da inteligência da Marinha comenta: “Em geral, esses ufos se mostram onde estão concentradas os nossas frotas ou as da NATO [North Atlantic Treaty Organization – uma organização internacional estabelecida com propósitos de segurança – N. T.] Próximo às Bahamas, Bermudas, Porto Rico. São freqüentemente observados nas partes mais profundas do Oceano Atlântico, na parte sul do Triângulo das Bermudas e nos mares do Caribe”.
Outro lugar onde seguidamente existem sinais de avistamento de ufos na Rússia é no lago Baikal, a bacia de água doce mais profunda do mundo. Os pescadores relatam luzes tão fortes que cegavam e saíam voando para fora do lago.
Em 1982, um grupo de mergulhadores militares em treinamento no lago avistou um grupo de criaturas humanóides em trajes prateados. O encontro se deu a uma profundidade de 50 metros. Os mergulhadores tentaram capturar as criaturas. Três dos sete mergulhadores morreram, enquanto os outros quatro ficaram gravemente feridos.
Segundo Azhazha, é importante não excluir nenhuma hipótese, e pensa inclusive na presença de bases alienígenas submarinas: “O ceticismo é sempre a estrada mais simples: não acredito em nada, não faço nada. As pessoas raramente visitam as grandes profundidades. Saberiam quão importante é analisar bem as coisas que vêem lá embaixo.”
Antes dos anos 80 o fenômeno ufo era considerado tabu na Rússia; até mesmo brincar com isso era proibido.
Veja alguns videos abaixo : 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Caso Geraldo Bichara

Dia 26 de agosto de 1962, Geraldo Bichara, na época com 18 anos de idade, iria montar guarda na 13º Circunscrição Militar de Três Corações (MG), na Escola de Sargentos das Armas (ESA). O que se segue é um típico caso de abdução que foi trazido "à tona" graças ao pesquisador Ubirajara Franco Rodrigues (ver O Caso Varginha). Uma das características mais comum dos casos de abdução é o"lapso de tempo" – a vítima tem a impressão que teria desaparecido de sua consciência um determinado tempo que pode variar de algumas poucas horas a vários dias (ver Travis Walton). Este caso foi abordado na revista Ufo 05 e posteriormente no livro de Ubirajara Franco Rodrigues "Na pista dos UFOs", lançado pela Biblioteca Ufo.
A guarda de Geraldo Bichara correspondia da meia-noite até as duas da manhã. Pelas declarações iniciais de Geraldo, logo após de ele assumir o posto teria ocorrido um blackout na região e, logo em seguida, ele teria sido paralisado por um foco de luz durante alguns minutos. Após ter ocorrido tais fatos, o foco de luz teria desaparecido e ele se recuperou do estado de paralisia. O incidente teria demorado, na melhor das hipóteses, uns 10 a 15 minutos. No entanto, logo após o término do incidente insólito, chegou a sua rendição, o que significa que já seria por volta das 02:00 horas da manhã. Fica claro que teria acontecido muito mais do que Geraldo conseguia se lembrar, uma vez que o fato teve duração de quase todo o expediente de sua guarda (da meia-noite às duas horas da manhã). O próprio Geraldo desconfiava que, pela lógica, desapareceu de sua memória uma boa parcela dos acontecimentos.

Na época que ele teria sido investigado por Ubirajara (dia 08 de julho de 1980), Geraldo Bichara já tinha completado 44 anos de idade. Por sua livre e espontânea vontade, Bichara se dispôs a ser submetido a algumas sessões de hipnose regressiva para tentar resgatar o que, provavelmente, havia desaparecido de sua memória. Para realização das sessões de hipnose, Ubirajara recebeu assistência do professor José Julio Rodrigues, que na época era presidente do Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas (CEVAPPA). Eis o que foi apurado:

Geraldo Bichara tinha assumido o posto a meia-noite. Quando ele estava rondando os recintos da ESA e se encontrava próximo da veterinária, aconteceu um blackout. Do local onde ele estava era possível ver a fabrica da Nestlé que também tinha ficado na mais absoluta escuridão. Logo em seguida, Geraldo avista uma luz azulada que atingia o chão e teria como origem num objeto no qual, devido à escuridão, não foi possível distinguir seus detalhes.

Bichara percebeu uma agitação incomum dos cavalos das baias, pois eles bufavam e faziam um barulho como se estivessem raspando as ferraduras no chão e batendo os peitos na madeira. As portas de aço da garagem da seção de engenharia faziam um barulho enorme devido à vibração, tal qual o barracão que estava a sua retaguarda. Nesse barracão havia canoas metálicas e, pelo som emitido, dava a impressão que elas estavam atritando umas nas outras. Neste momento, ele grita
chamando os outros guardas que estavam presentes na ESA e não foi atendido. Geraldo percebe que a luz estava se movimentando: " (...) uma coisa clareando! Está clareando a porteira da seção de veterinária! Passando por ela! Agora iluminou o potreiro... a luz vai indo do lado de lá da cerca, perto da estradinha das árvores. Está chegando perto da beira do rio".

Geraldo Bichara estava completamente paralisado. Ele mal conseguia olhar para cima para tentar ver o agente causador da luz. O pouco que ele conseguiu observar permitiu distinguir algumas peculiaridades do UFO: tinha forma de disco com uma saliência na parte superior. "Parecia um caramujo com a boca para baixo". Estando paralisado, ele não conseguiu usar seu fuzil e nem sair correndo de lá. De repente ele percebe algo segurando seu braço. Era a mão de alguém baixo que usava um macacão cor de abóbora com uma carapuça na cabeça. Havia uma outra criatura que também estava usando macacão cor de abóbora no seu lado esquerdo. Eles o levaram em direção do UFO, no qual Bichara percebeu que tinha uma escadinha. A escada estava revestida com uma espécie de couro que também tinha cor de abóbora.

Aparentemente, eles subiram e entraram no UFO. Lá dentro, as criaturas deitaram Geraldo Bichara e realizaram uma série de procedimentos que se supõe ser exames médicos (vale ressaltar que estamos descrevendo o testemunho de Geraldo Bichara sob hipnose – há momentos que não são totalmente claros). Há algumas descrições dos seres e do interior do disco, porém a impressão que se tem é que tudo está bastante vago, o que é completamente compreensível e até comum nestas circunstâncias.

Geraldo, então, descreve um aparelho que estaria se aproximando de sua cabeça: " (...) parece uma caixa de marimbondo. Um chuveiro com uma porção de bicos". Posteriormente, algo havia sido colocado na sua boca que tinha um sabor bastante desagradável. Geraldo pediu água e, vendo que não estava sendo atendido, começou a reagir de maneira bastante hostil: " (...) Água! Arrume água! Faça o favor! Faça o favor! Filho da puta! Pedi água para ele três vezes para lavar esta bosta aqui! Um melado misturado... Amargoso! Estou descendo dessa merda aqui... Vou descer sim". Geraldo Bichara consegue descer da mesa em que se encontrava, porém ele continuava deitado no chão. Ele pegou o fuzil que deveria estar próximo. Um detalhe bastante curioso nesta história é que as pessoas, no momento de suas abduções, parecem estar sob uma espécie de controle, talvez hipnótico. No momento que Geraldo teria reagido, este controle pareceu não estar tão efetivo, como se a reação de Geraldo fizesse que a eficiência desse controle se comprometesse – pelo menos em alguma parte. Nestas circunstâncias, Geraldo teria inclusive conseguido se sentar e ficava ameaçando os seres com o fuzil na mão.

As criaturas chegaram tentar arrancar o fuzil dele sem obter sucesso. Geraldo teria se acalmado devido a um outro ser que não tentou arrancar o fuzil dele e, aparentemente, pedia que ele entregasse de uma forma mais amistosa: " (...) Vou dar o fuzil pra vocês, graças a ele aí do meio! Eu que não estou podendo mexer direito ainda, mas faço bagunça com essa baioneta aqui". Finalmente Geraldo Bichara é devolvido ao posto de guarda. Ele ainda pôde ver o objeto se afastar e sumir. Logo em seguida, o blackout teria terminado e as luzes se acenderam. Foi nesse momento que chegava a sua rendição.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

As experiencias com extraterrestres

As experiências com extraterrestres são nada mais nada menos que uma experiência com o desconhecido do nosso raciocínio.
Serão estes seres realmente extraterrestres, seres que habitam as profundezas da Terra, seres espirituais ou mesmo seres de outras dimensões.
Este é o grande enigma de vários investigadores, especialmente quando nos definimos a abduções!
Com o passar das palavras, vão entender as várias opiniões de variados investigadores perante as suas teses e investigações ao longo dos anos.
Segundo os milhares de registo se crê que as abduções tiveram conhecimento a publico nos finais dos anos 30 princípios dos anos 40.
Mas será que estas abduções só ocorreram mesmo no início dos anos 40?
Julga – se que já muito antes existam contactos com seres cósmicos como exemplo, os Maias, Incas, Egípcios entre outros povos da antiguidade.
Como também como muito bem sabemos podemos encontrar também algumas destas evidências na Bíblia e mesmo o que esconde o Grande Mistério da Arca da Aliança!
Á quem sugira que os Ovnis estão entre nós desde o princípio, tendo escrito livros onde apresentam evidencias arqueológicas bastante interessantes e ambíguas, no que se refere a apoio das suas bases.

Existem muitas representações de seres alados com capacetes exóticos que pairam no ar em ovnis de variadas formas e cores desde o quarto milénio a.C., mas a sua interpretação deve se procurar – se no reino da religião e da mitologia e não a ser racionalizada pelos nossos grandes e inteligentes cientistas.

A metade do século XX o número de observações de Ovnis mais constantes reduzindo todos os outros casos mais insólitos como fantasmas e todo o mundo paranormal.
Estávamos a viver a era do disco voador.



Esta nova tendência dos investigadores do paranormal perante esta situação levaram a crer que de alguma forma os extraterrestres podiam ser projecções inconscientes da mente humana.
A partir dos anos 90, os Ovnis ganham novos entusiastas e mais uma legião de pessoas na área de investigação em campo.
É então que em 1991 é apresentada a primeira investigação científica por Budd Hopkins em pareceria com David Jacobs.

Estes dois grandes investigadores, curiosos com os números elevados de observações ovni e relatos de estranhas luzes, estudam uma forma de poderem progredir num trabalho elaborado de forma aleatória.
É então que estes consultam e entrevistam uma média de 6.000 Norte Americanos adultos onde perguntam se alguma vez presenciaram alguma coisa fora do normal enquanto dormiam, coisas das quais estas pessoas não consigam entender ou compreender perante seu raciocínio.
- Por exemplo; se estes se lembram de ver luzes ou vultos durante o sono ou a qualquer hora do dia, como se alguma vez perderam a noção do tempo.
Os investigadores em apenas 119 pessoas, ou seja 2% das 6.000 pessoas se lembravam de um ou mais casos desta natureza.
Os resultados falam por si mesmos.

As pessoas parecem estar a despertar para algo que lhes está a alterar as vidas, e cada vez mais se manifestam a este respeito.
Mas como sempre existe sempre um senão!
Digo senão porque á que saber avaliar e ponderar os dois lados da moeda.
Os mais científicos acreditam que as abduções são apenas aspectos não paranormais mas sim mais de alteração de estado colectivo.
Exemplo disso mesmo o Dr. Ronald Siegel, da Faculdade de UCLA, psicanalista onde aborda os comportamentos de abdução em, eventos internos humanos com causas comuns abrangem as falsificações de memoria, síndrome de lembranças falsas, diversos estados de consciência alterada, paralisia do sono, sonhos de falso despertar, sonhos “lúcidos” que são aqueles que nos parecem tão reais que nos levam dias a pensar em cada pormenor desse sonho, onde um quarto da população já deve ter passado por esta experiência.
 O lado para-científico já avança com outras ideias sobre esta situação.
Pois como sabemos ninguém é possuidor da verdade e por mais que avancemos nos estudos desta área fica sempre muito difícil de efectuar qualquer avanço quando subimos 5 degraus de imediato temos de descer 3.
As dificuldades de efectuar uma prova pela parte científica também ela é feita por bases de conceitos científicos.
Isto para a ciência alternativa de uma forma geral se torna um pouco mais fácil de explicar seus fundamentos mas tudo em base de teologias e metodologias sem qualquer prova aparente e palpável.
Mas a verdade é que são as que mais resultados até ao momento nos têm apresentado com os muitos casos desvendados nestes últimos anos como o famoso caso em Portugal da Carla Batista entre outras pessoas para não avançarmos sempre no termo Americano.



Vejamos aqui alguns casos do que alguns investigadores acham sobre as abduções e extraterrestres.
O Psicanalista Suíço Dr. Carl Jung, a estas situações chamou – lhe de inconsciência colectiva!
Segundo Dr. Carl Jung explica que este é feito através de um campo mental plasmático habitado por criaturas mitológicas, no nosso cérebro devido a uma questão de nossa cultura e local onde nos encontremos.
Como pode ser uma tradição de família sobre determinados mitos, que com o tempo alimenta o cérebro que por sua vez cria estes efeitos colectivos nas pessoas, com sentimentos, medos uma experiência comum da nossa espécie. 
A outra parte apontada pelo Dr. Carl Jung, é que os contactos com extraterrestres pode ser uma realidade subjectiva onde os supostos abduzidos interpretam nesses termos, porque em determinado grau, é sociável o fazer.
Já na antiguidade as testemunhas teriam explicado a experiência de acordo com uns simbologia.

A Dr.ª. Aphrodite Clamar, fala que quanto maior é a pressão exercida sobre o paciente para se recordar dos pormenores, mais ele se esforça por fornece-los, mas com um grau de confiança descrente.
Se a hipnose é praticada por pessoas não totalmente neutras e indiferentes aos resultados, subsiste sempre um forte perigo de ele estar a ser manipulado, o que na maioria das vezes, não se reveste de intencionalidade e por conseguinte, não é detectado na altura.
Também á vantagens, pela mesma razão em que não assistam estranhos às sessões, regra nem sempre observada.
A mínima indicação é aceite como prova de um rapto pelos seus altos sacerdotes.
Basta alguém ter um sonho assustador ou um pressentimento desagradável em determinada estrada.
Algumas dessas sugestões baseiam – se naquilo que se supõe recordar do que aconteceu há muito tempo, talvez na infância, sem admitir que se pode tratar de uma evocação falsa ou deficiente.
Os pacientes prometedores são sondados como bruxas de outrora e examinados, em busca de marcas físicas no corpo confirmativas das suas suspeitas.
A ausência de tempo é considerada um critério infalível como também o fala o Budd Hopkins.
Mesmo na falta de uma aparição!
Um hipnotizador profissional com muita experiência da síndrome não pode ter certezas de as alegadas vítimas de rapto possuírem uma experiência real e não imaginária.

Já a Investigadora Jenny Randles, tem uma perspectiva mais afirmativa nas abduções para entre extraterrestres e humanos.
Esta alega que não acredita que exista um grande número de extraterrestres a abduzir em físico os humanos.
Segundo esta investigadora após análise e segundo esta alega ter passado por estas experiências, existe uma forma abdutiva com o superior “seres”, onde existe uma técnica muito evoluída onde se pode raptar a pessoa quando esta está a dormir em estado alterado.
Pois é aqui que ela acredita que se faz também a comunicação com seres superiores em suas naves.
Mas como ela afirma (Identifiquei diversas explicações possíveis para essas experiências e nenhuma delas está relacionada ao transporte físico de seres humanos a bordo de uma nave ou Ovni. Disso tenho eu certeza), Palavras de Jenny Randles.

De acordo com Jenny Randles, todos os avistamentos de Ovnis e abduções no físico se encaixam – se em quatro categorias principais: eventos externos com causas comuns, eventos externos com causas exóticas.

1 – Vénus, a estrela brilhante que pelos menos entendidos em astronomia a podem confundir com um Ovni.

2 – Temos “FANIs” Fenómenos Atmosféricos Não – Identificados.

Atmosfera pesada fenômenos eléctricos e gás dos pântanos.

3 – As doenças e síndromes e paralisia durante o sono entre outras que nunca mais acabam.

4 – É a Mitologia e a continuidade de fomentar o nosso subconsciente.


Eu para ser sincero não acredito muito nesta metodologia da Dr.ª. Jenny Randles.
Seria o mesmo que defender a espiritualidade e colocar de parte a Ovnilogia, de que todos os trabalhos feitos pelos nossos colegas no passado e presente fossem uma perda de tempo.
Quando ela mesma recorre aos nossos mais antigos investigadores para solucionar alguns dos trabalhos dela.
Isto como ela mesmo alega ter a sua própria experiência!
Quem alega que ela não esteja errada e esteja ela mesma a cair na 4 categoria, marcada por ela mesma!
Mas existe também aqui um senão!
Vejamos a Mitologia Antiga.
Como muito tenho referenciado em muitos dos meus trabalhos sobre ovnis extraterrestres, contactos etc.
Já no passado os Sumérios, Egípcios, Maias, Incas, se rendiam aos seus Deuses que curiosamente todos eles eram Deuses das estrelas.
Uma força invisível que com o passar dos anos continuou e se fundou na Mitologia do que pode ter sido um contacto com outra civilização do espaço e não propriamente Deuses.
O entendimento de Deuses pelos nossos antepassados seria obviamente devido a uma tecnologia totalmente desconhecida por parte dos visitantes para com os humanos.

Se considerarmos os Ovnis no conjunto de fenómenos metafísicos não haverá o perigo de que a Ufologia se torne tão irracional como os cultos religiosos que se baseiam em fé cega, de crentes sem provas e de pregadores sem conclusões.
Isto implica a área espiritual!
Vejamos a conclusão de Van Dyk, que considerou esta possibilidade de que sendo paranormais essas canalizações de Espíritas podem simplesmente permitir fantasias de seu próprio subconsciente ou talvez mesmo estabelecer ligação com seres desencarnados no plano astral que se divertem em engana – los.
Sinceramente partilho inteiramente destas palavras.
Já foi possível ver em determinadas situações a espiritualidade querer tomar posse da Ufologia!
Seria esta mais uma forma de atrair seguidores para um mundo de fantasia, falsas esperanças como falsos profetas e falsas promessas.
Sempre o tivemos na história da humanidade e a cada dia que passa novas religiões surgem como novos e falsos profetas também.
Inclusive já existem Igrejas em algumas cidades nos Estados Unidos que são de adoração aos extraterrestres, e acreditem que estas igrejas facturam muitos dólares dos seus crentes que acreditam que serão salvos por frotas alienígenas.

A Ufologia não se limita a registar – é um tema altamente emotivo e conceituoso, cujos adeptos, em muitos casos, se deixam influenciar por convicções religiosas ou meras ilusões.
A história ou conceito dos irmãos espaciais com um moral tipo Know – show tecnológico de uma super inteligência superior reveste – se de atractivos especiais para ocultistas a originarem novas religiões.



Temos grandes homens e mulheres na investigação Ovni na nossa actualidade onde o seu desempenho e primor são louváveis.
Uma das pessoas que mais tem trabalhado nesta área tem sido a Hipnóterapeuta Dr.ª Gilda Moura, da qual muito tem ajudado aqueles que mais precisam de apoio para as suas dúvidas e tremores sobre o receio de possíveis abduzidos.
Esta Investigadora especializada em abduções onde tem efectuado várias, palestra sobre o assunto tem uma história da qual partilho a minha própria opinião.
Estes seres podem já de alguma forma estarem entre nós como híbridos, e outras estarem de passagem pelo nosso planeta e aqui ficarem de passagem e aproveitarem para estudar a nossa fauna e ecossistema e mesmo a nossa espécie como seres vivos.

Estes seres extraterrestres de alguma forma podem ser o que chamamos de Biólogos cientistas e não de seres negativos!
A Doutora Gilda chamemos-lhe assim, tem efectuado descobertas incríveis entre desenhos efectuados entre diversas vítimas de abdução onde descobrira semelhanças entre seus relatos e desenhos.
Será que estas vítimas estiveram na mesma nave?
Será que estas pessoas que nunca se viram na vida estão a sofrer categoria 4 efectuada pela Dr.ª. Jenny Randles!
Será que existe a mesma mitologia em locais diferentes?
Quanto a mitologia é possível que sim.
Desta vez falo eu mesmo pela minha experiência com um fenômeno em Portugal de nome “Luz da Caniceira”, onde no Brasil tem mais que um nome como, Mãe Douro, Fogo Fatu, Mãe Terra e até Boi Tatá.
O mais curioso é que quando falamos em seres extraterrestres nos vêm á mente os seres “GREYS” que observamos muito divulgados na Internet.
Pois bem meus amigos, existem coisas a que a mitologia pode passar de lenda a realidade.
Reinaldo Coutinho um investigador e no meu entender um dos melhores na área da Mitologia Brasileira, nos fala de um caso em um dos seus livros (Cabeça – de – Cuia), que segundo a história deste ser é presenciada em Rios no Nordeste Brasileiro e seu aspecto físico demasiado parecido com um GREY.



Aqui se pode adicionar á 4 categoria, ou então será que existe a possibilidade de um destes seres ter ficado aprisionado na Terra!
Ao que sabemos o Brasil é um país de grandes evidências de observações de Ovnis, os aumentos de avistamentos não param de aumentar e só em 2007 os números bateram recordes.
Isto para não falarmos das diferentes divisórias entre supostas abduções neste país.
No Sul do Brasil parece existir mais uma forma de contacto com seres a que as pessoas lhes atribuem o nome de seres luminosos.
Mas quando as pessoas se referem ás abduções Negativas estas parecem estar a ocorrer no Nordeste do Brasil.
Ao que parece as pessoas são perseguidas por estranhos objectos voadores e até mesmo caçadores viraram caçados.
Exemplo disso mesmo temos Terezina Piauí.
Parece existir uma linha imaginária na zona central do Brasil onde ao que parece actuam duas espécies diferentes.
Erro ou não estes são os dados informativos da qual já tive a oportunidade de discutir com outros investigadores e chegar ao consenso de que esta pode ser uma possibilidade em manter em aberto.
Duas espécies que se evitam mutuamente, talvez por este motivo se mantenham em fronteiras imaginárias.
Mas a questão é se são duas espécies ou existem mais.
Existem relatos onde as pessoas mencionam mais do que uma espécie.

Recentemente se efectuou uma grande descoberta por um colega e investigador e amigo, Luís Mundinho que durante uma das suas pesquisas em rastos de dinossauros “Fosseis” efectuou uma incrível descoberta.
Descoberta esta feita no Brasil num Vale conhecido como Vale dos Dinossauros.
Foram encontradas marcas de um rasto de uma máquina em pedra da era Terciária.
Não revelarei o nome do local precisamente a fim de se manter a salvo estas magnificas descobertas para um estudo mais aprofundado por científicos competentes no estudo destes vestígios.




QUEM TERIA CONSTRUÍDO ESTAS MARCAS? OS DINOSSAUROS?

Segundo o investigador acima na primeira foto, numa conversa comigo falou que estas marcas fossilizadas são marcas de uma máquina e que datam de uns bons milhares de anos.
Dinossauros certamente não fariam estas marcas nem possuiriam máquinas tão pouco.
Mas então colocamos a possibilidade de se poder tratar de uma máquina de origem extraterrestre, exactamente da mesma forma que fazemos ao enviar as Sondas para Marte.



São descobertas destas que nos fazem estar constantemente a alterar as nossas opiniões e dúvidas sobre determinados assuntos em relação á Ufologia.
Estas marcas estão presentes e bem no físico.
Ao que sabemos é possível se fazer estas marcas quando libertadas as cinzas de um vulcão que com o passar dos anos estas cinzas se solidificam se transformando em rochas massivas, preservando assim as marcas.
Mas neste caso nem vulcão temos pela área.
Mais um mistério.
Mas a verdade é que segundo este meu grande amigo continua a falar que os moradores relatam estranhos acontecimentos ufologicos no local.
Será que estas marcas seriam de uma sonda a explorar o nosso planeta a fim de obter respostas de nossa atmosfera e habitabilidade?
Por enquanto esta é a única conclusão mais plausível e a prova de que algum engenho aqui esteve no passado são estas mesmas marcas.
Esperemos que estas possam ser investigadas, catalogadas e preservadas, longe dos fanáticos afim de obter lucro com esta preciosidade.

Ao mostrar estas fotos ao Inglês investigador Bryan Scott, historiador natural do planeta, este mesmo ficou deslumbrado com esta descoberta fantástica.
A primeira impressão que teve foi de que efectivamente estas marcas são a prova irrefutável que já somos visitados desde a origem da Terra.
O que estamos a fazer em Marte na actualidade, já o foi feito no passado por outras civilizações em relação á Terra.
Sempre defendi esta tese, como a mais plausível desde sempre, especialmente quando em Marrocos á já alguns anos Arqueólogos descobrem um esqueleto de um Dinossauro a muitos metros de profundidade e este esqueleto tem uma perfuração no topo da cabeça do animal a chumbo.

Alguém atirou naquele animal o eliminando talvez para sua própria segurança como defesa.

Mas quem teria atirado no anima?

Quem teria armas na época Jurássica ou Terciária?

Continua a ser um grande mistério.

Esperemos que dentro em breve obtenhamos mais informações e muitas mais imagens pelo meu amigo e que uma equipe possa se deslocar ao local a fim de averiguações e análises do local.
Mas um caso que na Europa nos tem intrigado bastante é quando falamos de seres intraterrenos que vivem abaixo do solo.



Existem investigadores que afirmam que existem seres intraterrenos, seres estes que habitam o interior da terra, da mesma forma que as fadas, gnomos alfes etc.

Não seriam estes seres extraterrestres exilados na Terra?

Não estariam aqui hospedados a fim de nos conhecerem um pouco melhor e a nossa evolução!

Ou estariam estes em refúgio!

São aspectos a pensar seriamente.

Existem os que acreditam que estes sempre estiveram no interior da Terra possivelmente até antes da nossa espécie humana.

Mas então como se explica uma vez mais o porquê dos Mais, Incas Egípcios venerarem os Deuses das estrelas.

Afinal estes de onde vêem?

Das estrelas ou do interior da terra?

Serra do Roncador Brasil e Serra da Gardunha Portugal guardam grandes mistérios até aqui por desvendar.

Mas e o caso Terra Oca!

Ao que sabemos a Terra não é Oca, a Terra se divide por várias secções desde a Crosta até ao Núcleo.
Temos o exemplo de quando os Biólogos estudam o fundo dos Oceanos e descem nos nuni – submarinos, quanto mais descem mais insuportável é o calor.
Acredito sim que estes tenham sim a capacidade de se instalar em fendas de alguma forma gigantescas no interior da Terra.
Mas em Terra Oca não acredito por fins científicos dos quais não poderei ignorar.
Existem pessoas que alegam já ter estado no interior destas bases alienígenas, mas para ser mais verídico seriam preciso provas mais refutáveis e não apenas palavras, embora as suas hipnoses assim o indiquem como casos verídicos.
Mas por onde entram estes seres?
Como conseguem entrar no interior de uma Serra ou Montanha?
Será devido ás suas capacidades de desmaterialização!
A mesma forma que ocorre com os seres durante a invasão dos quartos das suas vítimas!
Mas serão mesmo espirituais estas abduções?
Não creio que o seja, pois já tivemos vários exemplos e comprovativos de como não o foi.
Se bem que não se possa que na sua totalidade seja feito no físico.
Temos um caso ocorrido a Sul de Portugal, mais precisamente na cidade de Sines onde uma jovem de nome Rossana, com apenas uns 13 anos, terá sido vítima de visitas de seres estranhos da qual ela fala serem extraterrestres.

Estes casos ocorreram em início de 2005, esta jovem recebe visitas nocturnas indesejáveis e o mais curioso é que acaba por acordar na rua de manhã.

Poderíamos alegar que poderia ser sonâmbula, mas essa questão está fora de parte.

Como é possível se esta jovem vive só com o pai, este que vive na pesca e só regressa a casa de manhã.

Esta acorda na rua com as portas trancadas e janelas com a chave no interior de sua casa.

Como é que ela saiu?

Agora pensemos um pouco.

Se as abduções são alegadas por muitos que só são feitas no espírito, como pode o todo físico aparecer na rua?

Tendo o pai de Rossana a encontrado mais que uma vez na rua quando vem do mar.
Rossana falou em diversas situações em que deitada ouvia as passadas destes seres em sua casa e quando se aproximava do seu quarto que estes ficam bem juntos a ela e em algumas situações lhe tocavam.
Curiosamente existem centenas de relatos onde falam destes toques no corpo.
Numa troca de Mails sobre esta situação com o Presidente da APO o Sr. Luís Aparicio, este alegou que estes toque apodem ser positivos que seria normal nas vítimas da qual estes estão interessados.
Inclusive me recordo de que até poderia representar segurança para a vítima segundo Sr. Luís Aparicio.




MAS PORQUE NOS ABDUZEM?

Será que os seres conhecidos como Greys ou Cinzas adoptam de um projecto á escala global de abdução dos humanos, porque eles estão a sofrer de algum defeito genético, onde a existência desta espécie possa estar em risco de extinção!
Basta repararmos no seu pequeno tamanho encolhido e a sua pele acinzentada.
Ou será que estão mesmo nos abduzidos em especial nas mulheres a fim de criarem o Híbrido perfeito.
Existem muitos abduzidos que contam que lhes foram mostrados que eram meio alienígenas meio humano que realmente não pode haver dúvidas de que alguém está tentando cruzar a genética humana com a alienígena.
Uma possível razão para isso seria que a raça alienígena é muito velha e está em via de desaparecer.
Pode ter ocorrido que com o tempo a sua genética se atrofiou ou foi a tal ponto distorcida que agora estão a tentar recuperar a jovem genética de nossa raça.
É como se estivessem mitigando os danos mediante a combinação de nossos genes com os deles.
Tudo aponta para que os alienígenas que estão levando a cabo tais actividades têm uma base genética similar à nossa.

Metade humano metade alienígena.
O grande problema é a falta de memória de muitos dos nossos abduzidos.
Á um facto muito curioso que o investigador Vand Dyk, meio céptico alega por desconfiança, o porquê, de um abduzido raramente conseguir descrever o interior de uma nave com mais pormenores.
Esta é uma outra situação controversa.
É aqui que muitos deixam de acreditar nos abduzidos.
Mas já se imaginaram de quando vamos ao hospital por motivos menos bons e nos levam de ambulância para um Hospital?
Durante a viagem dependentemente de cada situação, vamos drogados com soros, e medicamentos etc.
Ao chegar no hospital a pessoa vai que meio drogada e deitada numa maca apenas só vai ser o tecto e a luz acima desta vendo tudo em sua volta enevoado.
Névoa esta que é resultado dos produtos químicos induzidos no seu organismo.
O mesmo se passa nas abduções.

A luz também nos confunde o espaço onde possamos estar visto provocar encandeamento e no encadeamento da luz, acabamos por fechar os olhos e não vamos vermos nada só assim acabamos por nos sentir um pouco mais confortáveis.
Talvez seja esta a razão de que muitos abduzidos não se recordam do interior do objecto ou sala onde estiveram.
As testemunhas falam muito em liquido amargo na boca, liquido este que poderá ser o que os leva a ficarem sem reacção do corpo facilitando assim o seu transporte e controlo e manuseamento.



Temos o exemplo do caso Betty Anderson em 1967 onde ela também fala de estar numa cadeira transparente cheia de liquido acinzentado, e que a alimentava com um liquido adocicado, que entrava por um tubo na sua boca.
Temos um outro exemplo de um abduzido em Portugal de nome fictício Manoél, que fala que sempre que é abduzido passa dois dias a três com náuseas e vómitos.
Fica com um forte paladar na sua boca.
O mesmo ocorre com as mulheres grávidas que durante a gravidez, estas tem de efectuar uma ida ao médico onde tomam um liquido adocicado a fim de ver a sua reacção de estômago, onde normalmente acabam por ter os respectivos vómitos.
Eu mesmo já pude ver esta experiência durante a gravidez da minha esposa.

As pessoas não digo todas mas uma maioria delas acaba por ficar com uma forte má indisposição depois de tomar este liquido como também a sua tenção arterial em algumas situações fica mesmo descontrolada por breves instantes.
Será que esta é a mesma técnica dos nossos amigos cósmicos?
Na verdade muitas coincidências.

Moradores Invisíveis



Este é o caso de onde se fala da passagem de um Portal e seus moradores invisíveis.
Esta história pode ser encontrada no livro Portal de Guilherme Raymundo um grande amigo da qual tenho grande estima.
Guilherme Raymundo é um grande investigador senão um dos melhores no Brasil.
Aqui apresento uma parte da sua investigação.
Segundo os mais antigos de Peruibenses que nos tempos antigos existiam estradas pelas picadas.
Abaixo do actual caminho, via – se em certas noites um Portal.
Um portal que segundo as suas palavras se encontrava aberto.
Os moradores de Guaraú consideram o local sagrado e dizem que dentro da montanha existe uma vida muito especial com moradores invisíveis, o mesmo segundo o corre na Serra do Roncador!
Segundo os habitantes de Guaraú, estes seres invisíveis protegem Peruibe e parecem de alguma forma entrar no que chamamos de religião ao desconhecido.
O mesmo se passou em Fátima Portugal, onde agora existe um gigantesco Santuário em homenagem a algo que viram da qual atribuíram a uma entidade religiosa.

Mas voltando novamente a Guaraú.
Ao local onde supostamente estaria essa passagem Portal, se deslocaram muitas pessoas como também esotéricos.
As marcas descritas é de que a porta se assemelha a uma cobra gigante imprensa na parede rochosa.
As pessoas designam esta com um poder imenso energético, que antigamente as pessoas se deslocavam a este local para acariciar sete vezes este portal ou passagem, segundo as pessoas acreditam que se lhe tocarmos sete vezes iriam atrair felicidade e prosperidade a todos os bons propósitos da vida.
Existe uma historiadora da qual não é mencionado seu nome pelo amigo Guilherme Raymundo a que esta já teve a oportunidade de ver um vulto á meia – noite quando passava em frente deste local.

Segundo a descrição este ser seria alto de feições belas e louro, e que atravessava esta pedra onde é o portal.
Este misterioso ser ou Homem alto se veste de branco e tem o costume segundo descrito em seu livro de ficar no meio da mata a observar o céus o seu redor e até o mar, regressando suavemente para a rocha Porta.
Por esta razão lhe chamam de guardião protector de Peruibe.
Casos destes são muitos os existentes no Brasil e descritos em muitos livros por vários investigadores.
Este ser com feições humanas terá a capacidade de desmaterializar como o fazem supostamente os extraterrestres, será ele mesmo um extraterrestre?
Mais um enigma.

A vida é feita de enigmas não é verdade.
A Ufologia tem como tema de estudo os Ovnis onde tem a sua investigação séria datada de 1947, quando o nosso já conhecido Arnold, viu os Ovnis enquanto fazia a busca de um outro avião que se teria despenhado.
Foi então que ficou reconhecida a palavra “Discos Voadores” um nome um pouco ridículo mas com fundamento para o que este teria descrito na sua observação.
A visão de mistérios celestes é anterior á meados do nosso século, e os escritos de Charles Forte abundam em informações muito interessantes sobre esta natureza.
Aconselho a lerem os seus livros.

As entidades com os seus ataques nocturnos de natureza sexual, raptos por seres extraterrestres constituem experiências ao que se julga a humanidade sempre esteve sujeita.
Mas foi quando o tema Ufologia ganhou contornos e ao descoberto estas situações de raptos de origens variadas tão altamente incomodativas que nos priva de nossa própria liberdade se tornou para muitas pessoas um martírio de sofrimento e até de loucura para outras.
Porém como é o caso acima de Guaraú, Peruibe estas ficaram mais pelo acto religioso de fé.
O mesmo em muitos outros casos de observações destes seres.
Mas tudo depende de cada encontro ou forma de contacto!
Cada caso de abdução ou contacto apresenta uma experiência diferente, são raros aqueles que demonstram semelhanças.
Mas á que analisar cada situação ponderadamente e nunca cair na primeira impressão de realidade.

Á também que saber auto avaliar a pessoa vítima, para poder avançar com uma investigação séria e não fantasiosa.
Meus amigos fico por aqui.
Creio que esta matéria se está a estender em demasiado.
Tive a peculiaridade de falar em temas controversos e repetidamente em determinadas situações durante a construção deste artigo.
A ideia é colocar a mente a pensar durante o tempo de leitura.

Digamos que desta forma estamos sempre a reavivar a memória de todas as partes interessantes do texto.
Assim facilita termos uma ideia de tudo o que está aqui descrito
Teremos muitos mais trabalhos desta ambiguidade.
Matéria elaborada e investigada por – Nuno Alves.

Agradecimentos ao amigo, Comandante José Guilherme Raymundo e Luís Mundinho.

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