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domingo, 1 de novembro de 2015

Desenho misterioso volta a aparecer em plantação no Oeste de SC




Como acontece desde 2008 nesta época do ano, desenhos misteriosos surgiram em uma plantação de trigo na pequena Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina. Oagroglifo, como os especialistas chamam as figuras geométricas que aparecem em plantações, foi visto neste sábado pela manhã na localidade de Vista Alegre, no interior do município.


Ufólogos e pesquisadores estudam o tema, porém os desenhos ainda são um mistério e promovem discussão na cidade de 11,5 mil habitantes. Alguns acreditam em extraterrestres, outros apostam em uma brincadeira. O ufólogo Ademar José Gevaerd, editor da Revista Ufo, que pesquisa os agroglifos na cidade postou em sua rede social que se dirigia ao município para verificar o fenômeno.
Círculos aparecem em plantação em 2012 em Ipuaçu

Conforme a assessoria de imprensa da prefeitura, o dono da propriedade é de Xanxerê e não estava no local, porém as figuras foram vistas por vizinhos ao amanhecer:

— As pessoas falam que não acreditam, mas quando tem vão lá ver. Sempre na semana de Finados aparecem essas coisas estranhas — conta o assessor Mauro Bevilaqua, que acrescenta que diversas pessoas foram ao local neste sábado.

Foto: Novelo Filmes / Divulgação

A equipe da produtora Novelo Filmes, de Florianópolis, está na cidade para gravar o documentário Círculos, justamente sobre o tema. Em sua rede social, eles afirmam que foram os primeiros a chegar ao local, por volta das 7h da manhã, e registraram o desenho. O documentário deve ficar pronto em 2016 e será exibido no History Channel.
Os desenhos no trigo surgem desde 2008 em Ipuaçu, em diferentes terrenos e formas, porém sempre na mesma época. Em 2008, foi na pequena comunidade de Toldo Velho que surgiram os primeiros círculos com 19 metros de diâmetro, no dia 9 de novembro de 2008. Naquele ano 2 mil visitantes estiveram no local para visitação, segundo a prefeitura de Ipuaçu.
Fonte matéria:ZERO HORA 

sábado, 13 de junho de 2015

Cassyah Faria - Abdução por Greys - Regressão Hipnótica - Caso Andréa I

Sessão realizada dia 29/07, via Skype. Primeiro o relato da Andréa após a sessão anterior, em seguida a sessão reduzida e no final as considerações. Na sessão ela se vê diante do grey que retirava seus óvulos havia algum tempo e aí eu faço algumas perguntas a ele diretamente. A Andrea fica fora da sintonia enquanto falo com ele, mas compreende o que está sendo dito. Perfil da Andréa Assunção no facebook - https://www.facebook.com/andrea.bella...

Fonte :https://www.youtube.com/watch?v=XBYh1HJI8fY

Nosso Facebook : https://www.facebook.com/ufologiamissioneira?ref=hl

Abdução,experiencias e exames

veja o documentário abaixo :


Fonte : https://www.youtube.com/watch?v=x8lWqNMHKV0

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Osnis - Objetos Subaquáticos Não Identificados


Objetos Subaquáticos Não Identificados (OSNIs) não são tão famosos quanto os OVNIs, embora muitas vezes sejam avistados, de acordo com registros liberados pela Marinha Russa. O fenômeno OSNI comumente envolve objetos inexplicáveis que são avançados tecnologicamente, sendo muito superiores a tudo que já construímos.

Os documentos recém liberados contêm relatórios da era soviética, os quais detalham muitos casos de possíveis encontros com OSNIs. O ex-oficial naval russo e pesquisador de OVNIs, Vladimir Azhazha, acredita que estes documentos sejam de grande valor.

Um dos casos mais interessantes que ele examinou, envolveu um submarino nuclear em missão de combate no Pacífico Sul.

Durante uma operação de rotina, o submarino detectou seis objetos desconhecidos se deslocando em formação, a velocidades que excediam 230 nós (425 km/h). Em comparação, o submarino soviético mais rápido, o K-222, alcançava aproximadamente 44 nós, ou 82 km/s.

O equipamento sonar do submarino determinou que os objetos estavam vindo diretamente para ele, assim o capitão ordenou a subida até a superfície. Os OSNIs os seguiram até a superfície e então voaram embora.

Casos similares foram reportados na região do Triângulo das Bermudas, como relembra o comandante aposentado de submarino, Yuri Beketov. Instrumentos abordo muitas vezes apresentam defeitos, indicando a presença de uma interferência forte. Muitos acreditam que isso seja um claro sinal da presença e OVNIs/OSNIs.


“Em várias ocasiões, os instrumentos apresentavam leitura de objetos sólidos se movendo a velocidades incríveis. Os cálculos mostravam velocidades de 230 nós, ou 425 km/h. Esta velocidade é até mesmo um desafio na superfície. Mas a resistência da água é muito maior. Era como se os objetos desafiassem as leis da física. Só há uma explicação: as criaturas que os construíram são muito superiores a nós em desenvolvimento“, disse Beketov.

Tanto os OVNIs quanto os OSNIs parecem se concentrar quando operações militares ocorrem, indicando o seu interesse no arsenal militar humano.

Uma outra zona de grande atividade de OSNIs é o Lago Baikal, na Rússia. Este, que é o lago de água doce mais profundo do mundo, sempre tem apresentado uma natureza misteriosa e pescadores contam casos de luzes sendo vistas em suas profundezas. Múltiplos contos populares descrevem mergulhadores sendo tragados para baixo por criaturas nas águas calmas do Baikal.

Um outro documento russo descreve o encontro entre um grupo de mergulhadores militares e vários seres humanoides em roupas prateadas. Os mergulhadores estavam treinando no Lago Baikal, em profundidades de 50 metros, quando encontraram um grupo de criaturas estranhas. Os mergulhadores foram mais fundo, em perseguição aos humanoides. Três dos homens foram mortos, enquanto os outros quatro ficaram severamente feridos.

Vladimir Azhazha acredita que o assunto deveria ser investigado mais a fundo.

“Eu penso sobre as bases submarinas e digo: por que não? Nada deveriam ser descartadas“, diz Azhazha. “Ceticismo é o caminho mais fácil: acredite em nada, faça nada. As pessoas raramente visitam as grandes profundidades. Assim é muito importante analisar o que eles encontram por lá.”

Ao bem da verdade, pelo que me consta, não há diferença entre naves espaciais extraterrestres e naves subaquáticas extraterrestres. Parecem ser o mesmo veículo, capaz de se mover no espaço, na atmosfera e dentro da água, com grande agilidade. Assim, provavelmente OSNIs são OVNIs que mergulham.

segunda-feira, 4 de março de 2013

OVNI Nazista - A história de uma mitologia



O mito UFO Nazi teve três fases distintas, com períodos longos de silencio no meio. O primeiro nos anos de 1950, quando alguns pesquisadores encontraram um vasto arquivo, da fabricação alemã de foguetes e "chapéus voadores" na Rússia. Os EUA reivindicaram, serem ao menos em parte, responsável por projetos similares do disco. Schauberger suposto inventor e construtor desta tecnologia na Alemanha, ainda vivo naquele tempo, não comentou nada e não fez nenhuma reivindicação para si.
Então, ao redor 1975, o canadense Ernst Zundel, com o também historiador Christof Friedrich notórios por suas pesquisas da realidade do Holocaust, publicaram (Mattern Friedrich) o UFO do livro - arma do segredo de Nazi? Entre perguntas como "É Hitler ainda vivo?" E "Os nazistas têm a bomba de átomo?" Especulou veementemente sobre tecnologia perdida dos Nazistas e, pela a primeira introduziu-se um número de elementos chaves a respeito da participação suposta de Schauberger. Zundel escreve: "Schauberger fez experiências em 1940-41 em Viena e seus modelos, do diâmetro de 10 pés (3m) eram muito bem sucedidos que muito, nos primeiros testes, elevavam-se verticalmente em velocidades surpreender que um modelo foi projetado através do teto de 7,3 m do hangar. Após este sucesso, as experiências de Schauberger classificadas como "Vordringlichkeitsstufe" - prioridade elevada - e foi dado fundos e facilidades do governo para suas pesquisas . Estas pesquisas incluíam mão de obra de prisioneiros especializados que trabalharam no campo de concentração em Mauthausen para a fabricação de algumas peças dos discos voadores de Schauberger. É através destes prisioneiros que a história ficou conhecida.
Zundel forneceu também uma história diferente morte de Schauberger. Embora Schauberger tenha morrido realmente em 1958, a versão de Zundel é: "Viktor Schauberger viveu por certos anos nos Estados Unidos após a guerra onde foi forçado a trabalhar em projetos de UFOs. Seus projetos foram discutidos exaustivamente e então um dia desapareceu em Chicago. Seu corpo golpeado foi encontrado mas sobre quem matou Schauberger ou porque foi morto nunca descobriram. Uma versão é que os gangsters tentaram roubar seus segredos do projeto e o mataram acidentalmente." Zundel publicou os primeiros desenhos e os designou como "chapéus voadores-electro-magnetically-powered".
No ano seguinte Olof Alexandersson, engenheiro elétrico sueco, que foi prisioneiro no campo de concentração em Mauthausen escreveu em uma auto-biografia: "Em 1943 Schauberger recebeu um chamado do comandante de uma companhia de pára-quedistas na Itália, mas logo depois, a ordem veio de Himmler que deveria se apresentar na faculdade dos SS em Viena-Rosenhugel. Quando chegou, foi feito uma visita ao campo de concentração em Mauthausen, onde devia contatar o standartenführer Zeireis dos SS, que lhe disse que teve instrução pessoal de Himmler: "Nós consideramos sua pesquisa científica muito importante e queremos que você desenvolva o projeto. Você pode agora ou escolher uma equipe científica de técnicos e de físicos entre dos prisioneiros, para desenvolver as máquinas que utilizam a energia que você descobriu, ou em caso de recusa você será preso."
Schauberger escolheu compreensivelmente a primeira opção (mas insiste que seus ajudantes não deveriam mais serem considerados prisioneiros) e assim um período intensivo do estudo e testes teve inicio. Após os SS e a faculdade, onde a pesquisa estava ocorrendo, foi bombardeada, Schauberger e sua equipe foram transferidos a Leonstein, perto de Linz. O projeto que iniciam lá era um disco voador impulsionado por uma turbina a jato.
Os resultados da pesquisa estavam surpreendendo: era um sucesso e uma falha. Schauberger explicou mais tarde estes imprevistos numa carta, em 28 de fevereiro de 1956 ao ministro da defesa da Alemanha Ocidental Strauss: "o primeiro disco levantou-se inesperadamente, no primeira teste, ao teto, e foi destruído."
Alexandersson escreveu retrato ligeiramente diferente "dos chapéus voadores", provavelmente apenas removeu os insígnia Zundel da Luftwaffe, e desenhando uma outra insígnia imaginária em cima das de Zundel.
Desde então, os apontamentos do arquiteto Callum geraram uma série de livros que refletem um interesse persistente em teorias de Schauberger sobre a água e a impulsão. Em 1996 publicou o que parecem ser fotos reais dos "chapéus voadores", com desenhos muito avançados, dizendo: "apesar de seu tamanho compacto, esta máquina gerou uma força tão poderosa de empuxo que no primeiro teste (sem permissão de Viktor Schauberger e em sua ausência!), arrancou os seis parafusos da corrente de aço reforçada de quatro polegadas [6mm] que o estavam sustentando, e disparou para cima indo despedaçar-se de encontro ao telhado do hangar."
Os relatos citam também uma matéria ', publicada na edição undated 93: "há muitos boatos sobre o que Schauberger fazia realmente durante este período, a maioria de que sugerem que estava construindo discos voadores para e sob supervisão do exército. Soube-se mais tarde o que o "disco voador" alçou vôo em Praga em 19 fevereiro 1945, que se levantou a uma altura de 15.000 metros [50,000ft] em três minutos e alcançou uma velocidade de kph 2.200 [ 1.370 mph ], era um desenvolvimento do protótipo que foi construído no campo de concentração de Mauthausen.
Schauberger escreveu: "Eu só soube deste evento depois da guerra com um dos técnicos que tinham trabalhado nele. Em uma carta a um amigo, datado o 2 agosto 1956, Schauberger comentou," Keitel deu ordem para destruir a máquina imediatamente antes do fim da guerra."

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Radares e ovnis

Em abril de 1982, mais um OVNI é captado por radares da Aeronáutica. O evento ocorreu em 28 de abril de 1982, apenas 79 dias depois do famoso caso VASP Vôo 169, ocorrido em 8 de fevereiro do mesmo ano.
O incidente começou por volta das 22 horas e 25 minutos quando começaram a surgir sinais não identificados no radar da Base Aérea de Anápolis. Eles movimentavam-se entre as radiais 080/110 graus, com proa aproximada de 290 graus. Estas características levaram os controladores a crer, num primeiro instante, que se tratava de uma esquadrilha de helicópteros. Devido ao movimento de aproximação destes objetos, os controladores informaram ao Tenente Alves, que por sua vez informou ao Tenente Daltro, que era o chefe controlador do Centro de Operações Militares de Vôo (COpM).
Dois caças da FAB que já se encontraram em vôo de treinamento foram enviados para identificar a origem dos sinais. Após algum tempo, os pilotos avistaram um dos objetos luminosos sobre a região de Anápolis. Os pilotos aproximaram-se do estranho objeto que repentinamente apagou suas luzes ocasionando perda de contato visual. Com a perda de contato visual os pilotos retornaram à base e posteriormente puderam observar os sinais anômalos captados no radar. Estes alvos continuaram a surgir entre as radias 080/110 graus, desaparecendo entre as radiais 260/290 graus.
Pouco depois outros dois pilotos decolaram em missão de treinamento. Antes de seguir para suas manobras de treinamento estes foram destacados para verificar a origem dos sinais. Desta vez não houve contado visual, porém durante um curto espaço de tempo houve registro nos radares das aeronaves. Mais tarde, ao final do treinamento um dos pilotos aproximava-se da pista 6 quando foi alertado pelo controlador que havia um alvo não identificado no radar, às 12 horas de sua posição. Neste instante o piloto avistou um objeto luminoso cuja luz oscilava. O estranho objeto e o caça estavam a 4800 pés de altitude. Como o caça encontrava-se muito próximo ao estranho objeto, o piloto manobrou à direita para evitar uma possível colisão. Durante a manobra o piloto teve a impressão de que o objeto também executava uma manobra à esquerda. Depois das manobras o objeto afastou-se do caça. Toda a movimentação era registrada pelos radares da Base Aérea. Mais tarde, um dos controladores de vôo da base observou, através de binóculos, a presença de um objeto, de coloração amarelada, estática no céu. O controlador informou à outros controladores de vôo que também puderam observar a estranha luz por um período aproximado de 3 horas.
No dia seguinte, os registros do estranho objeto continuaram pelo dia seguinte quando um novo contato radar foi obtido pelo COpM, desta vez surgindo na radial 210 graus. O radares da TABA nada registravam. Por volta da meia noite, eles foram captados também pelo TABA. Devido à estranheza dos sinais captados pelos dois centros o COpM deslocou dois caças F-103, que faziam vôo de treinamento para que verificassem a natureza dos sinais que se apresentavam nos setores Sul-Sudoeste de Anápolis. O piloto não obteve contato visual ou radar com qualquer aeronave.
No dia seguinte, 30 de abril, ocorreu novo episódio envolvendo OVNIs sobre a área de Anápolis. Desta vez o objeto foi captado sobre as radiais 125/135 graus, com proa a 280 graus, em rota de colisão com um avião da FAB que aproximava-se para pouso na Base. O objeto foi registrado apenas pelo TABA. Nos radares do COpM não houveram registros. O objeto posicionou-se ao sul de Anápolis onde permaneceu durante algum tempo. Mais tarde, quando o mesmo avião decolava com destino à Brasília, foi solicitado ao piloto que seguisse em direção ao objeto na tentativa de detectá-lo. A tripulação avistou um objeto luminoso intermitente de coloração branca. Ao todo foram captados por radar nove objetos sobre a região, apenas pelo TABA.
Os registros continuaram a ocorrer. Em 5 de maio, por volta das 22 horas, TABA detectou um objeto deslocando-se da radial 115 graus para a radial 250 graus. Logo após o registro inicial surgiram vários outros alvos não identificados no radar, dirigindo-se no sentido Leste para Oeste, a reduzida velocidade. A altitude estimada destes objetos era de 5700 pés.
Com a ocorrência sucessiva destes eventos, foram realizadas reuniões no CINDACTA, visando discutir estes casos. Os comandantes e técnicos chegaram à conclusão de que não houve pane no radar e nem interferências de algum tipo no equipamento restando apenas a hipótese de objetos sólidos não identificados sobrevoando a região.

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