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domingo, 1 de novembro de 2015

Desenho misterioso volta a aparecer em plantação no Oeste de SC




Como acontece desde 2008 nesta época do ano, desenhos misteriosos surgiram em uma plantação de trigo na pequena Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina. Oagroglifo, como os especialistas chamam as figuras geométricas que aparecem em plantações, foi visto neste sábado pela manhã na localidade de Vista Alegre, no interior do município.


Ufólogos e pesquisadores estudam o tema, porém os desenhos ainda são um mistério e promovem discussão na cidade de 11,5 mil habitantes. Alguns acreditam em extraterrestres, outros apostam em uma brincadeira. O ufólogo Ademar José Gevaerd, editor da Revista Ufo, que pesquisa os agroglifos na cidade postou em sua rede social que se dirigia ao município para verificar o fenômeno.
Círculos aparecem em plantação em 2012 em Ipuaçu

Conforme a assessoria de imprensa da prefeitura, o dono da propriedade é de Xanxerê e não estava no local, porém as figuras foram vistas por vizinhos ao amanhecer:

— As pessoas falam que não acreditam, mas quando tem vão lá ver. Sempre na semana de Finados aparecem essas coisas estranhas — conta o assessor Mauro Bevilaqua, que acrescenta que diversas pessoas foram ao local neste sábado.

Foto: Novelo Filmes / Divulgação

A equipe da produtora Novelo Filmes, de Florianópolis, está na cidade para gravar o documentário Círculos, justamente sobre o tema. Em sua rede social, eles afirmam que foram os primeiros a chegar ao local, por volta das 7h da manhã, e registraram o desenho. O documentário deve ficar pronto em 2016 e será exibido no History Channel.
Os desenhos no trigo surgem desde 2008 em Ipuaçu, em diferentes terrenos e formas, porém sempre na mesma época. Em 2008, foi na pequena comunidade de Toldo Velho que surgiram os primeiros círculos com 19 metros de diâmetro, no dia 9 de novembro de 2008. Naquele ano 2 mil visitantes estiveram no local para visitação, segundo a prefeitura de Ipuaçu.
Fonte matéria:ZERO HORA 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Empresario fotografa OVNI nos céus do Mato Grosso, Brasil

O empresário Emival Freitas, tirou uma foto de um objeto anômalo durante uma viagem pelo Rio Tapirapé, entre as cidades de Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha, na região do Vale do Araguaia.
O objeto teria a forma de um cone pairando no céu. Emival, que mora há mais de 18 anos no município de Porto Alegre do Norte, nega ter alterado ou forjado a foto. Como acontece a maioria das vezes que objetos anômalos aparecem em fotos, ele diz que no momento da tomada, não notou o objeto. O objeto teria sido notado após descarregar sua câmera no computador.
De acordo com o site que publicou as fotos, www.24horasnews.com.br, profissionais da imprensa que tiveram acesso à imagem dizem se tratar de uma foto autêntica, apontando que a linha da sombra é a mesma do ambiente.
Foto com o objeto ampliado.
Gustavo Fortes, diretor do site Olhar21 disse: “Acho que a imagem é 100% verdadeira. Hoje é muito fácil alterar, mas isso não aconteceu aqui“.
Fortes também disse que conhece Emiral. “Sei que ele fala a verdade. O que temos que levar em consideração é que pode ser uma borboleta ou ave que no momento sobrevoou rápido e criou o efeito”.
Mas é claro, também não podemos descartar a possibilidade de ter sido algo mais misterioso, pois há muitos registros de OVNIs com este formato pelo mundo afora.

Fonte: ovnihoje.com

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ovnis do passado

Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.
Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio que veio de um espelho no céu.
Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.

Cruzes no céu foram vistas em diversas épocas:

No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram sobre a igreja da fortaleza dois escudos vermelhos no céu. E assim os saxões fugiram. (Annales Laurissense).
Crônicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de uma cruz voadora sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum)
No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém. Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino aceitou o

Cristianismo, no Império Romano
Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela, no céu da Holanda. 
Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário da revolução Comunista.
Temos milhares de contatos descritos na história universal e a maioria deles foi interpretada como sinal divino:
"608 AC - É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia: Que vês tu? E respondi: Vejo panela a ferver que vem da banda do Aquilão." (Jeremias-1.13)

"Levantei de novo os olhos e eis que havia rolo que voava, o qual tinha 200 côvados de comprimento e 10 côvados de largura." (Zacarias - Liv. 1 - 5.1.-2.) Seria um charuto?

"Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a por-se durante o espaço de um dia." (Livro de Josué) 

166 DC - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.

Do livro Aparições, de Erich Von Daniken:

28/12/1933 - A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde vermelho girando.
15/04/1950 - Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.
30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.
13/10/1917 - Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.

Se raciocinarmos, poderemos ver que todos esses avistamentos, tidos como sol, nada mais são do que OVNIS. Como o sol poderia deslocar-se, aproximando da Terra? Todo o sistema solar seria destruído. E ainda mais em Fátima, como esse astro poderia caber entre as nuvens e o solo do nosso planeta se ele tem 1.300.000 vezes o diâmetro da Terra.
Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente. E em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espetáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e Tito Livius em história romana - Liv. 21- Cap. 62) 
Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em OVNIs em vôo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.
Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objeto pousado emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um "chapéu" e, no local onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração.
E o que poderiam pensar, aqueles que citamos, há mais de 500 anos? 

"Em 14, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva, Arcebispo de Valência:
Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas. Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espetáculo dessa natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele. (Aparições - Erich Von Daniken).

Como são os contatos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: "parecia um ostensório", que é um objeto usado na religião apostólica romana.
15/12/1631 - Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a "Rainha dos céus", apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio. (Aparições - Erich von Daniken).
04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terremoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.
Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terremoto, pairando no espaço.
E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, durante terremoto.

Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclisma do planeta. Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, pretendem avisar-nos que algo suceder naquele lugar, já que essas visões sempre foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam de sua tecnologia para manipularmos e continuar a fazendo-nos encarar suas Aparições como divinas ou demoníacas. 
12/09/1914 - Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco que impediu seu avanço. (Aparições - Erich Von Daniken)
Em 1099 AC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.
Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.

É interessante destacar que esses avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes em guerras. Será que eles tem até o interesse de interferir em nossa história, mudando o curso de uma batalha?

Mas vejamos os OVNIs e as religiões.....


OVNIS E AS RELIGIÕES

Gostaríamos de frisar, antes de expormos nossas idéias, que acreditamos em Deus, um ser espiritual, onipresente e onisciente. Cremos na evolução do espírito através de sucessivas reencarnações nos incontáveis mundos do Cosmo. Mas, por Deus ser tão complexo, nossa mente ainda não pode compreendê-lo. E assim, a humanidade, nessa busca incessante para explicá-lo, buscou em fatos reais, acontecidos ao correr dos milênios, uma maneira de entendê-lo.
E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, nossos antepassados, em contatos com seres de outros planetas, interpretaram isso como aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não queremos, de maneira alguma, criticar qualquer religião que seja - pois todas elas encaminham o homem para o "bem" - e também influir na crença de um Deus Criador. nós somente estamos colocando-o no lugar que ele ocupa, o cosmo e não um pequenino planeta como a terra, pois, "Ele" semeou a vida em múltiplos mundos desse universo maravilhoso e nós não estamos sós.
Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos, dotados de tecnologia avançadíssima, em contato com a humanidade. E surgiram os falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, fatos descritos em livros sagrados e na história universal.

Luciana Lemos Bocchetti

A Bíblia Sagrada nos diz: "Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram." (Gênesis)

Mais adiante temos:

"E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes os heróis famosos desde o tempo antigo." (Gênesis)

Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos dos homens celestes ou Pitris e que os "Reis da Luz" ocupavam "tronos Celestes".
O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em "barcos celestiais", e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma "ponte celestial ou flutuante" entre o céu e a terra.
Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas mulheres da Grécia.
O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em seus "carros voadores".
Na Índia, o Rig Veda os conta histórias sobre "seres celestiais" que desciam à Terra para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.
Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos deuses. Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens com suas seduções. Podemos especular dizendo que esses contatos, entre homens de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam, atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham proteção dos deuses, ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso, porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.
Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fases de suas missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí sempre vermos textos antigos a expressão: "O céu se abriu ". Imaginavam que atrás do céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem.
Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contatos com a humanidade. E os contatos sucediam-se e daí selecionavam um líder e a ele eram dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contatos entre nave tripulante nasceram os anjos, santos e até o próprio "Deus", que era visto como "nuvem", "bola de fogo", com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões...
Hamurabi, na Babilônia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa montanha. Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um Deus, num monte sagrado. Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada em fogo (luz), teve seu contato com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.
Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.
Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brama.
Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contatos, fora lhe indicado um local aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião Mórmon.
Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.
Hoje conhecemos vários casos em que a nave, pousada ou próxima ao solo, projetava uma "coluna de luz", e os tripulantes foram vistos, entrando nesta coluna e eram "sugados" para dentro da nave, ou descendo através dela. Um tipo de elevador? (Nota de Aloysio Carvalho)
São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.

Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra:

"Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus, Horeb, o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés via a sarça arder, sem se consumir." (Êxodo)

Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão "sarça arder sem se consumir" exclui "fogo". Seria uma nave profusamente iluminada? Mas vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai:

"Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor." (Êxodo)

Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra "Senhor" por "nave". É evidente que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia de seus jatos propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Ali, Moisés ficou por 40 dias e 40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os "Dez Mandamentos", gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja:

"Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, para que não morra um grande numero deles."

É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés entrava em contato direto com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves:

"O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite."

"O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava."

OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite acessas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a "nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava". Especulando, podemos dizer que seria um holofote dirigido para a frente.

Ezequiel teve um contato onde ele descreve o seguinte:

"Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie metal brilhante, que estava completamente inflamado.
Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto: Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (...)

E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas, dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam em todos os sentidos, qual a faca.
Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa (outra) roda. (...)
Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por cima de suas cabeças.
E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército; Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do firmamento estendido por sobre suas cabeças.
Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor."
A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele teve um contato com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel teve seu contato com um engenho oriundo de outros planetas.
São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: "tronos de fogo" , "braseiros consumidores" e "rios que jorram em montes de fogo".
Os livros de Enoque e Esra, que não figuram na lista de obras canônicas, também nos trazem contatos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos o seguinte:

"Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu num turbilhão."

O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave, "um carro de fogo". Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:

"(...) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém."

Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: " (...) Daniel, próximo ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e som de suas palavras como uma multidão."
Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante. Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala deDyas-Pitar, Indra com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos.
No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de guerras espaciais com armas que só a ficção científica atual nos pode descrever. Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desvair com o Senhor do Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?
Os índios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de outros planetas, Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O "Thunderbird" (Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte.
Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa "canoa de cobre", e os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quichuas da Quatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru falam no "povo de céu" que veio por uma "estrada brilhante".
O Livro dos Mortos, do antigo Egito, nos fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes". Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Isis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.
Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira, porém o Guaricana era um ser sagrado que vinham curar os enfermos. Jupari foi um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um "espírito do mal". Os índios diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades.
Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada sagrada era Itaoaoca. O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de Bebgororoti, Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão. E o mais interessante é que quando os índios relembram Bebgororoti, fazem uma roupa que se assemelha a dos astronautas atuais em suas festividades.
Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade, os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores, principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (cousa de fogo), Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (passaro de fogo - "Thunderbird"), Carbúnculo (lagarto de fogo), etc... tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou muita gente nas estradas intermunicipais.
Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs no correr dos milênios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Ovnis na serra da mantiqueira entre SP,RJ,MG brasil

Grande incidência de UFOs na Serra da Mantiqueira
Uma das maiores e mais bonitas serras do país é também rica em lendas folclóricas originadas a partir da intensa atividade de seres extraterrestres no local
Entre todos os locais do país em que observações ufológicas são comuns, um se destaca, além de outras razões, pela sua beleza natural. Trata-se da Serra da Mantiqueira, localizada na intersecção dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, em cujos campos e inúmeros municípios há enorme quantidade de relatos de avistamentos de sondas e até de naves estruturadas, que parecem se manifestar no local de forma constante e há muito tempo despertam a atenção de abnegados ufólogos. Alguns deles, inclusive, em virtude do grande número de observações já registradas lá, formaram grupos especializados no estudo da manifestação do Fenômeno UFO naquelas paragens, para melhor recolher, catalogar e interpretar os depoimentos das testemunhas de tais acontecimentos. Esse foi o caso do saudoso Grupo de Estudos de Objetos Aéreos Não Identificados (Geoani), que teve sua sede na cidade de Itajubá e analisou dezenas de ocorrências ufológicas na área. Hoje a entidade está fechada.
Itajubá parece ser epicentro dos fatos e ponto estratégico para sua pesquisa na Serra da Mantiqueira. Situada à margem direita do Rio Sapucaí, a 856 m de altitude e distante cerca de 420 km de Belo Horizonte, 85 km de São Lourenço e 256 km de São Paulo, a cidade hoje tem pouco mais de 90 mil habitantes. Nos anos 60, seus moradores viveram emocionantes momentos de uma intensa onda ufológica.
No segundo semestre de 1967, por exemplo, Itajubá e outras regiões do sul de Minas Gerais foram palco de espetaculares acontecimentos, em que estranhos objetos voadores podiam ser vistos frequentemente sobre a área. Com o compromisso de recuperar, ao menos em parte, a história da Ufologia Brasileira, esse autor decidiu tentar resgatar a pesquisa de tais casos efetuada na época pelo Geoani, contida no artigo Serra da Mantiqueira: Local Preferido Pelos OVNIs, do jornalista, astrônomo amador e ufólogo A. S. August, que no final daquele ano o incluiu na sensacional série O Estranho Mundo dos Discos Voadores, de sua autoria, publicada pelo jornal Diário Popular, de São Paulo.
No processo, descobriu-se que um dos primeiros fenômenos ufológicos na cidade foi um contato de terceiro grau, ocorrido na madrugada fria de 05 de junho daquele ano. Eram cerca de 00h30 quando o motorista Geraldo Baqueiro retornava do Rio de Janeiro conduzindo uma ambulância. Momentos antes, ele havia parado em Piquete, subindo depois a serra com destino a Itajubá. A viagem, que até então era tranquila, foi interrompida a três quilômetros do alto da serra por uma luz vermelha que, à primeira vista, nada mais era do que a luz traseira de um caminhão. Contudo, à medida que a luz foi se aproximando, e piscava, o motor da ambulância começou a falhar. Isso foi acontecendo gradativamente, até que, em uma curva no alto da serra, ele parou por completo. Ao mesmo tempo, o rádio emudeceu e os faróis apagaram. Nesse instante, Baqueiro notou diante de si, flutuando a uns cinco metros de altura, um disco voador branco e metálico, redondo e com cerca de 15 m de diâmetro. Um detalhe interessante é que ventava muito nas proximidades do local, o que o levou a imaginar que tamanha agitação provinha do que chamou de “escapamentos do objeto”.
Alguns seres no objeto observavam o motorista atentamente através de uma espécie de visor semelhante a um para-brisa — eles lembravam figuras de gatos com porte de homens. Sem ter ideia de quanto tempo permanecera ali, Baqueiro se recordava apenas que, quase imediatamente, o objeto pôs-se a subir, desaparecendo no horizonte por trás da montanha. Logo em seguida, os faróis da ambulância reacenderam, o rádio voltou a funcionar e o vento cessou. De volta ao veículo, a testemunha seguiu viagem, mas somente chegou à sua casa, na cidade de Itajubá, cerca de quatro horas depois. Temendo que o julgassem louco, ele confiou o relato somente à sua esposa, porém, os vizinhos logo ficaram sabendo. O fato chegou ao conhecimento do professor Hélio Mokarzel, então presidente do Geoani, que submeteu Baqueiro à hipnose — dessa forma foi possível apurar os acontecimentos. Quase um mês depois, às 13h30 de 03 de agosto, João Vicente [Os nomes utilizados são fictícios a pedido das testemunhas], morador de Itajubá, observou um objeto discoide realizando evoluções em movimento oscilatório. Com o auxílio dos binóculos, ele pôde notar que o UFO descia em direção ao Vale de Anhumas, ao sul de onde se encontrava. 

Esfera luminosa sobre o morro 

Naquela mesma tarde, entre 14h00 e 15h00, o funcionário público federal Reinaldo Flores avistou uma “bacia metálica voadora”, como descreveu, que emitia um forte zumbido e saiu do Vale de Anhumas em ascensão inclinada, à 45° sudeste. O Geoani, em investigações feitas in loco, constatou que realmente foi ouvido um forte zumbido naquele dia. Outra testemunha, inclusive, afirmou que, ao mesmo tempo, viu uma “coisa amarela” subir em direção ao céu. Então, considerando os vários depoimentos, o grupo concluiu que o objeto teria pousado ou permanecido pairando no ar, a baixa altura, por cerca de 40 minutos. Exatamente às 24h00 de 10 de agosto de 1967, Márcio Gomes, morador do Bairro Cruzeiro, e mais quatro pessoas de sua família viram um objeto metálico que, de acordo com seu trajeto, mudava repentinamente de cor e direção. O estranho aparelho estava a uma altura aparente de 50 m e também emitia um forte zumbido.
crédito: Esen sekerkarar

Na região são possíveis e até comuns avistamentos de objetos discoides mesmo durante o dia

Das quatro pessoas presentes, a que portava os binóculos definiu o aparelho como “uma bola com abas” ou “dois pratos, com uma bola em cima e outra embaixo”. Inicialmente, o UFO estava a baixa velocidade, mas depois partiu feito um bólido na direção oeste-leste. Durante todo o tempo que durou a observação — cerca de 15 minutos —, a família notou que os cães da vizinhança não pararam de latir. Eles somente silenciaram após o afastamento do objeto. Às 19h30 de 19 de agosto, no bairro de Varginha, ainda em Itajubá, Luiz Henrique, em companhia de um casal e um garoto de 14 anos, observou três estranhas esferas metálicas. Elas eram semelhantes a uma bola de futebol e caminhavam juntas, mantendo entre si uma distância de aproximadamente 50 m e uma altura de 500 m, rumando velozmente para a Serra da Mantiqueira. Às 03h35 de 21 de agosto do mesmo ano, 1967, José Bernardo acompanhou, durante três minutos, a passagem de um objeto azul, voando a baixa altitude na direção sudoeste-norte e emitindo um ruído semelhante ao zumbido de abelhas. O que mais chamou a atenção de Bernardo foi o fato de que do aparelho pingava uma substância parecida com ouro.
Para aproveitar a onda de estranhos fenômenos, o grupo ufológico realizou uma vigília em Itajubá no final de agosto. Certa noite, por volta das 20h20, um de seus membros alertou os demais para uma esfera luminosa que despontava sobre o morro. No início, não era possível afirmar que se tratava de um disco voador, principalmente porque a visibilidade era prejudicada pela intensa fumaça das queimadas, comuns naquela época do ano. Entretanto, pouco tempo depois, o objeto, que estava a um ângulo de 90º em relação à Lua, dividiu-se ao meio, no sentido horizontal, transformando-se em duas calotas esféricas. De dentro da inferior saíram outros três objetos luminosos, que desapareceram atrás do morro juntamente com a calota inferior.

Períodos arqueanos e algonquianos

Após algum tempo, os aparelhos regressaram e a esfera se recompôs, fez várias evoluções e foi diminuindo sua luminosidade até apagar. Àquela altura, os observadores já haviam solicitado auxílio de outros membros do grupo, entre eles o professor Mokarzel. Por volta das 22h10, e até às 03h30, vários pontos luminosos puderam ser vistos na encosta do morro. Eles não se movimentavam, simplesmente desapareciam e ressurgiam em outros lugares da montanha. Logo que amanheceu, uma caravana foi para o local entrevistar os moradores. Um deles, Joaquim, confirmou ter visto, no alto do morro, uma “bola de futebol luminosa”. Amedrontado, ele correu para a casa de um conhecido, o senhor Benedito Amaro, que mora a cerca de 400 m dele. O relato de Joaquim correspondia exatamente, até mesmo no horário, com os avistamentos do grupo no alto da Escola de Engenharia, onde havia sido montado um posto de observação. Na ocasião, foram usados binóculos e uma luneta de 30 x 60 mm, e estavam presentes o engenheiro Araújo, o médico Pereira, Alcides Rodrigues Moura e Walter Serrano, todos ligados ao Geoani, além de seu presidente Antonio Lisboa.
“Nos anos 60, os moradores da Serra da Mantiqueira viveram momentos emocionantes de uma intensa onda ufológica, como no segundo semestre de 1967, no município de Itajubá”
Como poderiam ser explicados os constantes fenômenos ufológicos na região? Por que razão as áreas adjacentes à Serra da Mantiqueira seriam uma das preferidas pelos seres alienígenas? Recortada por vales profundos, com rios de água límpida cruzando fraturas e depressões para formar corredeiras e cachoeiras, cercadas por paisagens deslumbrantes, essa cadeia de montanhas é constituída por terrenos muito antigos, com idade aproximada de 70 milhões de anos — dos períodos arqueanos e algonquianos. Trata-se de um dos principais acidentes geográficos do sudeste brasileiro. Na Serra da Mantiqueira — Amantiquira, na linguagem dos índios, que significa pouso das chuvas — as águas nascem e formam rios que dão origem a bacias hidrográficas importantes, como a do Rio Grande, que deságua no Paraná. Esse, por sua vez, corre em direção ao sul e, quando sai do Brasil, recebe o nome de Rio da Prata.
Toda a vasta região da Serra da Mantiqueira viveu dois ciclos do ouro, nos séculos XVIII e XX. Não obstante, de acordo com o ufólogo A. S. August, o subsolo seria mesmo rico em talco, que nada mais é do que silicato hidratado de magnésio — uma massa mole, branca e esverdeada, escamosa e um tanto untuosa. “Não se conhece um processo econômico de obtenção de magnésio puro a partir de talco. Mas isso não impedirá que se descubra, com o passar do tempo, um sistema que permita retirar o precioso metal de seu silicato, com características de rendimento econômico e, até mesmo, em escala industrial”, declarou o pesquisador sobre a região. August completou ainda que, o processo atual, antieconômico, consiste em tratar o talco com soda cáustica, obtendo da reação dois compostos: silicato de sódio e óxido de magnésio. “Depois da separação dos compostos, o óxido de magnésio é tratado com um redutor energético, obtendo o metal sob a forma pura”, explicou.

UFO com desarranjo mecânico

Para o ufólogo, que se especializou na casuística ufológica da Serra da Mantiqueira, os discos voadores eram constituídos basicamente de magnésio, um metal branco, argênteo, muito leve e estável no ar à temperatura ordinária. Largamente encontrado na natureza em forma de compostos, dos quais os mais importantes são magnesita, dolomita, cainita, carnalita e vários silicatos como olivina, estatita, amianto, serpentinita, espinélios, espuma do mar, talco, esteatita e outras, seu ponto de fusão é de 651° C e de ebulição é de 1.100° C. Aquecido a certa temperatura, inflama-se e arde no ar atmosférico, em vapor d’água, gás carbônico etc, emitindo uma luz muito brilhante e ativa. Considerando a profusão dos casos de UFOs com aparência metálica, luminosa e esbranquiçada, August afirmou que esse aspecto é resultante do magnésio existente em sua composição: “A luminosidade poderia ser explicada pela reação do magnésio às gotículas de água em suspensão na atmosfera. Ela seria, então, resultado da combustão da própria estrutura dos discos voadores, que se desgastariam com o uso”, especulou.
Considerando válido o raciocínio e admitindo-se que os UFOs necessitassem repor o material, nada mais lógico do que supor que seus tripulantes estariam minerando a Serra da Mantiqueira. É oportuno lembrar o caso que veio a público quando, em 1957, o célebre colunista social Ibrahim Sued informou ter recebido diversos fragmentos recolhidos por um caiçara em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Segundo a versão divulgada, as testemunhas viram um objeto em forma de disco mergulhar no mar em alta velocidade e emergir rapidamente ganhando altitude. Parou, então, como se tivesse algum desarranjo mecânico, e explodiu no ar lançando uma verdadeira chuva de estilhaços brilhantes. Alguns fragmentos caíram nas águas próximas à praia e puderam ser recolhidos pelas pessoas presentes.
crédito: Beatriz Barreto Tane
A pequena São Thomé das Letras na região da Mantiqueira, é provavelmente a cidade mais inclinada ao misticismo no país
Três pedaços do tamanho aproximado de uma moeda, ásperos e leves como papel, foram entregues ao médico e ufólogo Olavo Fontes, da Comissão Brasileira de Pesquisa Confidencial dos Objetos Aéreos Não Identificados (Cbpcoani), que os encaminhou à Seção de Espectrografia do Laboratório Nacional de Produção Mineral, no Rio de Janeiro. Tanto essa como as análises subsequentes da Aerial Phenomena Research Organization (APRO), dos Estados Unidos, comprovaram tratar-se de magnésio de absoluta pureza, com densidade de 1,866, enquanto a densidade do magnésio terrestre é de 1,741.
Confirmando a tendência ancestral do homem de privilegiar determinados lugares para manter contatos com o sobrenatural, os místicos e esotéricos do século XX elegeram o sul de Minas Gerais — especialmente as cidades adjacentes à Serra da Mantiqueira —, como o núcleo cósmico do planeta, ou seja, o que abriria as portas e propiciaria o advento da Nova Era ou da chamada Era de Aquário. Tida como integrante de uma “geografia sagrada”, ela se ramificaria com a Serra do Roncador e a Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, Alto Paraíso em Goiás, Brasília no Distrito Federal e Machu Picchu nos Andes peruanos, tornando-se assim a área de maior concentração esotérica do Brasil no período que precedeu a chegada do ano 2000. Isso confirma a tendência ancestral do homem de procurar desesperadamente a salvação, conforme as situações de crise se agravavam ou a virada do século e do milênio se aproximava. Verificou-se ali, em um curto espaço de tempo, um intenso afluxo e a consequente proliferação de pregadores, profetas, videntes, gurus, líderes messiânicos, seitas religiosas e comunidades alternativas.

Paranormais e excentricidades

No Vale do Matutu — que significa “cabeceira do vale” no idioma dos índios guaianás — ficava o santuário ambiental do Santo Daime, comunidade dos adeptos do chá alucinógeno oaska, preparado e ingerido em meio a cânticos e rituais. Em Conceição do Rio Verde, a vidente Neila Alckmim recebia empresários e políticos em sessões, nas quais previsões raras vezes se mostraram acertadas. No seu sítio em Pouso Alegre, o paranormal e “guru das estrelas” Thomas Green Morton — cujas farsas e truques foram várias vezes desmontadas, embora não descarte que talvez possua algum poder, porém limitado e fora de seu controle — impressionava ricos e famosos do mundo artístico e do colunismo social.
Em Carmo da Cachoeira, o guru Trigueirinho dirigia o seu Centro de Desenvolvimento Espiritual na Fazenda Figueira, onde seguidores de várias regiões do país passavam os dias meditando, plantando e trabalhando voluntariamente. Sintomaticamente, esses três indivíduos garantiram já ter mantido ou estar em contato permanente com extra ou intraterrestres. São Thomé das Letras, a 1.290 m de altitude, converteu-se na Meca dos ufólogos, místicos, hippies e aventureiros, que passaram a acorrer em massa para a cidade em busca de energias cósmicas e telúricas, experiências extrassensoriais e contatos com discos voadores. Enquanto isso, as mineradoras, explorando a mão de obra de famílias pobres e de crianças, devastavam o ambiente com montanhas de pedras quebradas por todos os lados. Os turistas da chamada Nova Era, no entanto, longe de trazer qualquer iluminação espiritual, exceto um questionável benefício econômico, ajudaram a descaracterizar e a desestruturar a sociedade local, formada por descendentes dos antigos escravos que trabalharam nas minas de ouro e de pedras preciosas.

Sabedoria das coisas divinas

Eles foram os construtores das poucas edificações originais que restaram na cidade, inteiramente de pedras empilhadas sem argamassa. O ufólogo e pesquisador de história e arqueologia Oriental Luiz Noronha, o Tatá, acredita que os discos voadores, alguns dos quais chegou a filmar, frequentavam São Thomé das Letras para extrair energia do quartzito, mineral abundante no subsolo da região. Já o geólogo Fernando Junqueira discorda, pois, segundo ele, “o quartzito é uma formação muito impura do quartzo, não funcionando, portanto, como capacitador ou condensador de energia”. De qualquer maneira, muitos deixam São Thomé, mesmo sem nada terem visto, convencidos de que estavam no “umbigo do mundo” e que uma passagem secreta na Gruta do Carimbado ligaria a cidade a Machu Picchu, cerca de 3.300 km de distância.
Em torno de nascentes da água mineral, cidades como Araxá, Poços de Caldas, Caxambu e São Lourenço nasceram e prosperaram graças, em grande parte, às propriedades medicinais diversas que essas águas magnesianas, ferrosas, radioativas, sulfurosas, gasosas ou simplesmente quentes, apresentam. São Lourenço, a mais exuberante das estâncias hidrominerais, com suas nove fontes que se esparramam por jardins impecáveis de densa mata verde, foi escolhida em 1924, pelo baiano Henrique José de Souza, para sediar a Sociedade Teosófica Brasileira (STB) — a atual Sociedade Brasileira de Eubiose —, que se dedica ao estudo da Teosofia e quer dizer a sabedoria das coisas divinas, como o próprio nome indica — do grego theos, Deus, e sophia, sabedoria.
crédito: Natural Resources
Alguns estudiosos atribuem a alta incidência ufológica na Mantiqueira à existência de minério de magnésio na área, já sendo explorado
A filosofia foi amplamente difundida no ocidente por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Golden Dawn e autora da obra A Doutrina Secreta, que abrange, entre outros assuntos, ocultismo, espiritismo, orientalismo e religião. Um dos motivos que levaram Henrique José de Souza a escolher a região, segundo revelou o teúrgico José Augusto da Fonseca, em seu livro Teurgia [Obra particular do autor, 1992], se deu três anos antes, em 1921: “O último Buda vivo da Mongólia, o bem-aventurado Ashvagosha, apontando para o ocidente, disse aos seus discípulos que naquele momento passava para seu sucessor seu pesado madeiro, na região sagrada da Serra da Mantiqueira”.
São Lourenço é considerada por teósofos ou eubióticos como a capital espiritual do mundo. Eles creem que deverá surgir ali o avatar Maytreia, que sintetizará os sete avatares precedentes, dos quais Jeshua Bem Pandira — o Jesus bíblico — foi o sétimo. Seria inaugurada, assim, a Idade do Ouro e o Ciclo de Aquário, estabelecendo-se na face da Terra uma nova civilização, livre das misérias materiais e morais. Antecipando-se a isso, erigiu-se em 1949 uma réplica do templo de Paternon, de Atenas, em homenagem a Maytreia, à paz universal e a todas as religiões do mundo. Também se acredita que São Lourenço estaria situada diretamente sobre a cidade de Caijah, o centro das outras seis cidades subterrâneas de Duat, cujas embocaduras ficariam em São Thomé das Letras, Aiuruoca, Pouso Alto, Maria da Fé, Conceição do Rio Verde e Carmo de Minas. A Eubiose tem sede em todos esses municípios.

Remanescentes atlantes?

Essa “outra” humanidade, que supostamente viveria nas entranhas da Terra, remanescente do continente perdido de Atlântida, teria atingido elevadíssimo grau de organização econômica, social, cultural, científica, tecnológica e espiritual. Os discos voadores nada mais seriam do que os vimanas dos atlantes, grandes e poderosas aeronaves fabricadas com material desconhecido por nós e que se movimentariam com energia retirada da própria atmosfera. Relatam que, em fevereiro de 1955, um deles teria pousado na colina fronteiriça à Vila Helena e os seus três tripulantes, com significativos acenos, teriam saudado o dirigente da STB, Henrique José de Souza, e as pessoas que se encontravam na varanda da casa, fato esse assistido por outros moradores de São Lourenço. Ele contou que, aliás, em outra ocasião, teve a oportunidade de visitar o mundo de Agartha.
A ideia da existência de um gigantesco mundo subterrâneo com inúmeras cidades — em que viveriam os milhões de seres governados por Melchizedek, chamado o Rei do Mundo —, é natural para uns e um absurdo intolerável para a maioria das pessoas, que argumentam que, se esse tal mundo interior existisse, com suas inúmeras embocaduras ou entradas na superfície, há muito teria sido esquadrinhado e devassado pelos homens. A geologia, por sua vez, pugna pela total impossibilidade desse reino nas profundezas — sugerida no final do século XIV pelo pai da ficção científica, Julio Verne, em sua obra Viagem ao Centro da Terra — baseada no fato de que a temperatura aumenta constantemente à medida que se penetra na crosta terrestre, em consequência do núcleo central do planeta ser constituído de matéria em estado de alta fusão, o que é prontamente rebatido por aqueles que justificam o aumento de temperatura, os vulcões e as fontes de água quente, como originários de bolsões subterrâneos.
Em certas regiões da Serra da Mantiqueira se encontra tamanho distanciamento da civilização que, segundo iniciados, há uma comunhão com a natureza e o divino
Em seu livro Dos Mundos Subterrâneos Para os Céus: Discos Voadores [Mercurial, 1957], O. C. Huguenin tentou explicar o segredo que cerca a existência de civilizações intraterrestres de uma forma absolutamente fantástica: “Possuindo seus habitantes o conhecimento pleno e o absoluto controle das forças sutis da natureza, nada mais fácil para eles do que disfarçar as entradas dos mesmos na superfície terrestre, seja com o recurso do que os orientais chamam maya budista, criando paisagens ilusórias, seja fechando-as ou abrindo-as ao seu bel prazer. Por outro lado, o número limitado de conhecedores desse mistério, todos pertencentes à elevada categoria das fraternidades ocultas que atravessam os séculos, mantiveram o mais rigoroso sigilo sobre o fato”. 

Intangível, delirante e absurda

Através de cálculos cabalísticos, os iniciados eubióticos creem que os discos voadores procedem do interior da Terra, e apontam para a existência de aberturas justamente nas áreas a noroeste da Serra da Mantiqueira, onde surgirão as cidades sagradas da Nova Canaã, a Terra Prometida. Já para os não iniciados e céticos, a simples menção desse mundo interior povoado por remanescentes das antigas civilizações da Atlântida, depositários de conhecimentos ancestrais que só em tempos mais recentes os homens da superfície começaram a dominar, soa intangível, delirante e absurda. Na verdade, os que ingressam nessa sociedade o fazem atraídos pela promessa de integrar uma elite de iniciados e desenvolver poderes latentes que lhes conferiria o direito no futuro, agora bem próximo, de participar de uma sociedade perfeita, sem males, utópica e ideal, nada mais do que uma versão combinada do Paraíso, Jerusalém, Eldorado, Shangri-lá e outras.
Melchizedek seria a personificação do messias, o salvador que virá das entranhas da Terra — concebida como o verdadeiro céu — para trazer a vitória do bem sobre o mal e corrigir as imperfeições do mundo. Ele seria o redentor que extinguirá a ordem presente das coisas, instituindo uma nova ordem de paz, amor, harmonia, justiça, felicidade, progresso universal e reconciliará o homem com a verdade, a razão e as leis divinas. Sua vinda coincidiria com o fim dos tempos ou o juízo final e colocará fim ao ciclo de peixes, permitindo o advento da era de aquário. “Esse novo ciclo esbarra no problema da divisão matemática das constelações, como são vistas no céu”, de acordo com Lobo Câmara, em seu livro A Farsa da Nova Era: Nem Apocalipse, Nem Era de Aquário [Edição particular do Autor, 1998]. Câmara afirma que a astrologia sideral divide o zodíaco em 12 partes iguais de 30°, a partir do ponto vernal, sem uma referência astronômica precisa, e estabelece o começo da Era de Aquário para os primeiros anos do século XXI.
“Entretanto, se levarmos em consideração a forma real das constelações e suas extensões, como são conhecidas desde os tempos antigos, chegaremos a uma conclusão bem diferente”, afirma. Para Lobo Câmara, a constelação de peixes desde a antiguidade é representada por dois peixes amarrados e nadando em direções opostas. A estrela mais brilhante dessa constelação, a Alpha Piscium, ou Al-Risha, é o primeiro ponto dessa constelação, sendo que a última estrela é a Beta Piscium. “Tomando-se como referência as posições reais das constelações, a Era de Aquário começará depois da passagem do ponto vernal por essa estrela, o que ocorrerá em 2813 d.C. Tanto do ponto de vista astrológico como astronômico podemos considerar essa data como a mais provável. O resto é balela”.
A sede da entidade religiosa Eubiose, no município de São Lourenço, circuito das águas mineiro, ainda na região da Mantiqueira. No templo se busca estudar a Teosofia
Apesar disso, se por um lado o reino messiânico é necessariamente um reino futuro, o qual se esperava com intensa expectativa, por outro, não permite a crença passiva e inerte de resignação e conformismo, exigindo que diante das imperfeições e injustiças o homem se empenhe para saná-las e corrigi-las. Enquanto isso, se congrega com o maior número possível de fiéis para visar os movimentos messiânicos, isso é, uma tentativa ativa de criar — ou apressar — realmente o milênio.

Outras dimensões?

Mas, afinal, seriam os UFOs atraídos pelas águas magnesianas, sulfurosas e radioativas da Serra da Mantiqueira? Estariam os extraterrestres minerando o subsolo atrás de magnésio ou extraindo energia do quartzito? Teriam ali estabelecido bases para melhor se ocultarem em florestas e montanhas? Haveria realmente os tais portais para outras dimensões? Ou teriam razão os teósofos e eubióticos ao apontarem a existência de aberturas por onde trafegam discos voadores de civilizações subterrâneas? Nenhuma dessas perguntas tem resposta inteiramente satisfatória e só geram mais perguntas sem respostas. E, como se não importasse o modo como as pessoas a vejam, a serra permanece como um rico manancial de tesouros ecológicos, históricos e ufológicos a nos desafiar e nos exigir mais estudos.
“A existência de um gigantesco mundo subterrâneo na Serra da Mantiqueira, inclusive com enormes cidades intraterrenas, é ideia natural para uns e absurdo intolerável para a maioria das pessoas”
A obra Bestas, Homens e Deuses [Hemus Editora, 1989], Ferdinand Ossendowski narra as experiências que vivenciou entre os lamas do Oriente e os secretíssimos ensinamentos recebidos. O lama Gelong, favorito do príncipe Choulton Beyli, e o próprio príncipe, fizeram-lhe a descrição do reino subterrâneo: “Todos os homens dessa região estão protegidos contra o mal e o crime não existe no interior de suas fronteiras. A ciência evoluciona tranquilamente, livre do espírito de destruição. O povo subterrâneo conseguiu atingir o mais alto saber e é atualmente um grande reino, com milhões de súditos governados pelo Rei do Mundo. Esse conhece todas as forças da natureza, lê em todas as almas humanas e no grande livro do destino. Invisível, ele reina sobre os oitocentos milhões de homens que estão prontos para executar suas ordens. É o reino de Agartha que abrange todas as passagens subterrâneas do mundo inteiro”. Os lamas dizem que todas as cavernas subterrâneas da América são habitadas por esse povo.

Na Serra da Mantiqueira, a valorização do esoterismo

São Thomé das Letras está localizada no pico de uma montanha de pedra incrustada na Serra da Mantiqueira, a 1.444 m do nível do mar. O céu da região é muito azul e a cidade é envolta por um vale intensamente verde, onde se encontram grutas, cachoeiras, morros e cavernas sem fim. Quando se pensa em misticismo no Brasil, não há quem não se lembre do município, onde correntes esotéricas de todos os tipos se fundem com histórias de avistamentos ufológicos, de atividades paranormais e com muitas belezas naturais. Com ladeiras íngremes e escorregadias, a cidade tem uma atmosfera acolhedora e praticamente uma loja de produtos místicos a cada esquina, oferecendo desde artesanatos de características supostamente energéticas a pedras de todos os tipos e cachaças — produto pelo qual Minas Gerais é célebre.
A 335 km de Belo Horizonte, São Thomé das Letras reúne um dos maiores repertórios de lendas relacionadas a fenômenos sobrenaturais no país. O próprio nome da cidade tem origem incomum, derivando da suposta aparição de um santo. Em todo o município, além de paredões de pedra, riachos e cachoeiras, há também grande abundância de inscrições rupestres, que podem ser encontradas em grutas e em locais a céu aberto. Boa parte delas é atribuída aos índios cataguases, que teriam habitado a região há séculos. As construções que caracterizam a cidade, feitas com rochas extraídas do próprio local, cuidadosamente cortadas e empilhadas sem qualquer tipo de argamassa, oferecem segurança e firmeza, como as construções do século XVIII. 

Histórias e preceitos iniciáticos

Essa arquitetura informal ajuda a criar a atmosfera mística da cidade. Com base na economia local, que é 60% originária da extração de pedras de quartzito, usadas no revestimento de casas, passeios, piscinas, e hoje também exportadas para vários países da Europa, São Thomé das Letras ficou conhecida como “Cidade de Pedra”. Suas lendas, histórias e preceitos iniciáticos dão a ela um clima esotérico sem igual no país. Mas, apesar de ser conhecida como o município mais místico do Brasil, a vida dos seus moradores é bem simples, típica do interior de Minas Gerais.
Lá são abundantes os avistamentos ufológicos, tanto diurnos quanto noturnos — principalmente esses. No primeiro caso estão observações até de naves estruturadas, metálicas e reluzentes, vistas por moradores de todos os pontos do vasto município, como em outros da Serra da Mantiqueira. No segundo, estão em geral as sondas ufológicas, muito corriqueiras na região — como em todo sul de Minas Gerais. Esses artefatos são normalmente esféricos, podendo se encolher ou aumentar seu tamanho e brilho. Chegam a se aproximar e até penetram em residências, mas evitam o contato humano.

Uma viagem ao passado

Atualmente, São Thomé das Letras conta com uma infraestrutura hoteleira capaz de receber bem o mais exigente turista, seja para aventura ou exploração — incluindo investigações ufológicas. Restaurantes e pousadas abundam na cidade, que conta com asfalto até sua entrada e um excelente centro de eventos capaz de abrigar cerca de 20 mil pessoas. Conhecer o município, com a beleza exótica de suas pedras, a riqueza de suas cachoeiras, a exuberância de seus antigos casarões e um repertório sem paralelo de mistérios, aparições e manifestações inexplicadas, é fazer uma viagem ao passado.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A sonda do Capão Redondo - 1998

Era início de mais um ano novo, mais precisamente em 02 de Janeiro de 1998, 21:30 horas, céu limpo, noite estrelada e relativamente quente. Fernando Mariano de Oliveira, 24 anos, estava conversando com sua prima Luciene da Cunha Lopes, 22 anos, na sala de sua residência, à rua Luís Augusto Ferreira, no bairro de Capão Redondo, na cidade de São Paulo – SP. Pela porta que da acesso à varanda, de repente, algo luminoso no céu chamou a atenção dos dois. Uma pequena esfera com diâmetro aproximado de 20 centímetros, com uma luminosidade intensa, um pouco menor que a intensidade das lâmpadas das luminárias de iluminação das vias públicas (igual à luminosidade de uma lâmpada residencial de 200 Watts).
Fernando e Luciene ficaram vendo aquela pequena esfera se deslocando no céu. Ora subia rapidamente, ora descia, ora acelerava, ora tinha movimentos lentos, ora passava por cima dos telhados das residências do bairro. Aquela esfera tinha movimentos inteligentes. Um balão, um avião, um helicóptero? Não, não podia ser. Aquela esfera estava distante não mais do que 150 metros. Ora se aproximava, ora se distanciava. Não emitia nenhum ruído. Tinha uma cor branca, levemente alaranjada, É claro que Fernando e Luciene não acreditavam no que estavam vendo. Trataram de chamar os outros familiares que estavam dentro da residência.
A Sra. Maria Cristina Soares de Oliveira, 46 anos, mãe do Fernando, ao sair na varanda também ficou espantada com o que via. "Seria algum novo brinquedo movimentado por controle remoto?" — pensou a Sra. Maria. Não, não podia ser. Às vezes, a tal esfera tinha incríveis acelerações e depois retornava. Os cachorros da região latiam continuamente. Alan Bruno de Oliveira, 10 anos, irmão do Fernando, pensava que era um balão. Será? Não, não podia ser. Os movimentos eram completamente diferentes do descrito por um balão, que normalmente é levado pelos ventos. O que seria aquilo ninguém sabia. Katiuscia da Cunha Lopes, irmã da Luciene e prima do Alan, ficou assustada e emocionada. Nunca tinha visto nada igual. A prima Giane Evans da Cunha também acompanhava todos aqueles movimentos da pequena esfera. Como poderia uma pequena esfera luminosa ficar tanto tempo no ar, fazendo incríveis movimentos?
Aquelas seis pessoas assistiam aquele show de camarote. A residência, um sobrado construído em um local alto, na varanda da frente, tem uma vista privilegiada, que permitia acompanhar com detalhes aquelas estranhas evoluções da pequena esfera. De repente, o telefone tocou. Era Waldir Mariano Júnior, 21 anos, irmão do Alan. Ele queria avisar a mãe que não iria jantar em casa. Sua prima Katiuscia pegou o telefone e eufórica explicava os incríveis movimentos daquela sonda. Em um certo instante o Júnior disse: "vocês ainda não filmaram isso?". A emoção daquelas seis pessoas era tanta que até então tinham esquecido da filmadora. O Alan saiu correndo, pegou a filmadora, uma JVC, modelo GR-AX 808, Compact VHS, 12 vezes, 1 lux. Instalou a fita mas não tinha bateria. Ligou a fonte na rede elétrica e iniciou a filmagem daquela pequena esfera. No meio da filmagem, o Alan passou a filmadora para a prima Katiuscia, a qual filmou até a estranha luz sumir por detrás de algumas casas.
Os quatro minutos e meio de filmagem mostram imagens impressionantes. A evolução daquela pequena esfera no céu e sobre os telhados das residências permite verificar que é algo desconhecido. São imagens de um valor inestimável para a ufologia. O show começou por volta das 21:30 horas e terminou por volta das 22:00 horas, mas o pouco que foi filmado é o suficiente para verificar que se trata daquilo que a Ufologia tem registrado como sonda ufológica.
Quando o Sr. Waldir Mariano de Oliveira, Artista Plástico, 47 anos, pai do Alan, chegou em casa, encontrou a família eufórica. Depois que ele assistiu o filme, entendeu perfeitamente a razão. Via naquelas imagens o registro de algo que ele nunca tinha visto na vida. Logo tratou de procurar a Imprensa e especialistas para analisarem tais imagens, pois ele queria saber o que seu filho e sua sobrinha tinham filmado. Pelo fenômeno ter se manifestado durante trinta a trinta e cinco minutos no local, em um horário onde a maioria das pessoas ainda estavam acordadas, era evidente e certo que outras pessoas também assistiram aquele show. Assim, o próprio Waldir Mariano e os ufólogos passaram a percorrer as ruas da região. Foram várias diligências realizadas no local. Foram várias dezenas de testemunhas, talvez centenas. Conseguimos entrevistar várias delas. O curioso é que para algumas testemunhas aquilo não era novidade. No último ano, descobrimos que algo muito parecido já tinha ocorrido em duas outras datas diferentes da data de filmagem, na mesma região de Capão Redondo.
Luzia Dias Santana Bonfim, moradora na rua onde passa um riacho, e por onde a sonda da um rasante na frente das casas, estava com a família no quintal da frente da casa, quando viu uma luz vermelha no céu. No início imaginou que era um balão. Depois de algum tempo, toda a família percebeu que aquela estranha luz se movimentando no céu era algo desconhecido. Pelo depoimento, pela data antes do Natal, pelos movimentos e pela posição conclui-se que Luzia viu outro avistamento ufológico, diferente daquele que foi filmado.
Nessa mesma rua onde passa o riacho, uma senhora, que não vamos revelar seu nome, diz que aquela pequena esfera luminosa acabou mergulhando no riacho, fazendo o barulho típico de algo caindo na água e soltou uma grande quantidade de fumaça branca. Depois disso, tudo terminou. Pelas informações que conseguimos obter desta mesma senhora, ela tem problemas mentais e, segundo os vizinhos, é alcóolatra. Não achamos nenhuma outra testemunha que tenha também visto essa cena. Outras testemunhas que viram a sonda de perto e estavam em uma posição perpendicular à da filmagem, informaram a posição onde aquela estranha esfera sumiu por detrás das casas, em uma distância de pelo menos 50 metros longe do riacho. Consequentemente, nós registramos esse depoimento como não confiável.
Marcelo Caetano de Souza, residente próximo ao local, ficou entusiasmado com aquela pequena esfera fazendo aquelas estranhas evoluções no céu. Só que ele também viu na vez anterior, pois informou que esse fato já fazia quase um ano e o lugar que ele viu foi pelo menos 300 metros distante de onde estava a sonda que foi filmada. O local é rota de avião. Os aviões que descem ou sobem do Aeroporto de Congonhas passam sobre a região e todos já estão acostumados com isso. A Sra. Rosely Campos de Souza e seu esposo Frederico José de Souza estavam no quarto vendo televisão. Deixaram a janela aberta devido ao imenso calor. Em um certo instante a Sra. Rosely vê o que imaginou ser um avião. Aquele objeto vinha de frente. Era diferente. Em um certo instante, a Sra. Rosely comentou com o marido, preocupada, imaginando que ele iria entrar pela janela. De repente, o objeto parou e passou a fazer as estranhas evoluções, coincidindo com as imagens registradas pelo Alan e pela Katiuscia.
A Dna. Terezinha Varoto, sua filha Aparecida Varoto, seu filho José Varoto e sua neta Nímia Liss. N. T. Gomes, todos residentes na Rua Eunice Soares da Cunha, estavam na varanda da parte traseira da residência. Viram inicialmente uma luz alaranjada do tamanho aproximado de uma bola de futebol. Estava em cima de sua residência a uns cinqüenta metros de altura. De repente, ela se movimentou e começou a fazer as estranhas evoluções, também coincidindo com as imagens do vídeo. Viram por mais de 15 minutos. Samira Cristina Houssen Khalil e sua filha Kátia Cristina de Oliveira, também residentes na Rua Eunice Soares da Cunha, também acompanharam toda a movimentação daquela estranha sonda, por mais de trinta minutos. Disseram que era do tamanho de uma lâmpada residencial de 100 Watts, a cor branca avermelhada e não tinha nenhum ruído. Em um certo instante, aquela sonda parou em cima de um telhado de uma residência, distante não mais do que trinta metros. Samira e Katia ainda disseram que não foi a primeira vez que isso aconteceu. No ano passado, viram a mesma coisa em duas ocasiões distintas na mesma região, não tão próximas como desta vez.
Francisco Leão da Silva Neto estava no ponto de ônibus aguardando a chegada da sua esposa Mônica Aparecida Schleich. Assim que ela chegou, eles subiram a Rua Henrique San Mindlin. Já próximo de sua residência, a Mônica viu algo que parecia uma tocha de balão caindo. Como por encanto, a tal tocha parou no ar, a uns trinta metros de altura e em seguida passou a fazer as estranhas evoluções. Em um certo instante, aquele pequeno objeto luminoso chegou na altura da rede elétrica, distante não mais de 10 metros dessas testemunhas. Mônica correu para dentro de casa, imaginando que algo de mal pudesse acontecer. Depois voltou e continuou junto com o marido acompanhando as evoluções daquele pequeno objeto, até desaparecer e não retornar mais. Por terem visto muito de perto, eles perceberam que na parte superior daquele objeto tinha uma saliência de cor esverdeada, tipo fosforescente, com um brilho bem mais fraco em relação ao corpo. Analisando o filme, em certos instantes, podemos verificar que realmente há essa saliência no objeto e é luminosa.

EQUIPE TÉCNICA

Assistindo o vídeo que registrou aquelas imagens da sonda e ouvindo o som original, é interessante notar que os dois cinegrafistas amadores deram um "banho" em muitas pessoas experientes em filmagem. Enquanto o Alan filma, a Katiuscia vai orientando, dizendo: "dá mais zoom, dá menos zoom, está bom, está pegando, está filmando...". Quando a sonda dá uma tremenda acelerada para cima, até o Alan se assustou. No meio da filmagem, o Alan passa a filmadora para a Katiuscia sem desligar, e quase sem perder o objeto. Em um certo instante, o Alan menciona: "...se estamos pegando um disco voador é uma coisa incrível !!!. É uma bolinha, agora está parado...". Em um certo instante, a Katiuscia diz: "Meu Deus do céu, está abaixando, eu não acredito, meu Deus, está muito próximo...". A Katiuscia teve até a preocupação de narrar a hora e a data, 09:53 horas de 02 de Janeiro de 1998.

SEQÜÊNCIA VIDEOGRÁFICA


ANÁLISES DO VÍDEO

Através do Guia de São Paulo, em escala, pudemos verificar que as casas por onde a sonda passou em frente, estão na distância de 208 metros. Os fundos da casa por onde o objeto some, com a fita métrica, encontramos 49 metros. De uma forma coloquial, podemos dizer que, a sonda estava distante entre 50 e 200 metros. Pelo depoimento das testemunhas que viram todo o show em uma visão perpendicular à da filmagem, podemos concluir que a sonda, no início da filmagem, está distante aproximadamente 150 metros e no final, aproximadamente 100 metros. Comparando as luminárias das ruas na própria filmagem com a sonda, e levando também em conta os depoimentos
das testemunhas, podemos concluir que o diâmetro dela está entre 15 e 25 centímetros, arredondando, aproximadamente 20 centímetros. Em foco, podemos ver que a cor da sonda tende para o branco, mas quando sai do foco, ela fica alaranjada, batendo com o depoimento das testemunhas que disseram ser um branco alaranjado.
A hipótese de ser um pequeno balão foi totalmente descartada, pois o balão segue a mesma trajetória dos ventos. A hipótese de ser alguém empinando uma pipa com uma lanterna feita com vela também foi descartada. Além do pipa também ser orientado pelos ventos, é totalmente impossível realizar as incríveis manobras registradas, algumas bem perto do chão há 10 metros de altura, conforme as testemunhas, em um local cheio de redes elétricas. Em um dos mergulhos da sonda, no vídeo, aparentemente, ela chega a essa altura também. Pela filmagem e pelos depoimentos das testemunhas, a altura máxima que ela chegou foi de 120 metros.
Um brinquedo movido por controle remoto, um pequeno helicóptero por exemplo, também foi descartada, pelo silêncio, pelas manobras no local e pelos depoimentos das testemunhas. A hipótese de um relâmpago globular, também conhecido por raio bola, também foi descartada, pelo silêncio, pelas manobras e principalmente pelo tempo de duração.
Assim, pelo que pudemos concluir até agora, o Alan e a Katiuscia registraram aquilo que a Ufologia vem chamando de sonda ufológica. De qualquer forma, qualquer nova evidência, todo o caso será revisitado.

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ovni gigante sobre o canal da mancha em 2007

Entenda o caso :
A foto recentemente divulgada foi feita por um dos passageiros do avião. O piloto Aurigny, Ray Bowyer comenta o caso e fala em um objeto do tamanho (1 milha = aprox 1.6 km) foi estimado visualmente pelo piloto e, devido a distância real (confirmada por radar) ser bem maior do que a impressão visual que a tripulação teve no momento, o UFO pode ser ainda mais longo !
Um dos maiores OVNIs já vistos foi flagrado pela tripulação e passageiros de um avião comercial britânico sobre as ilhas do canal da mancha no mês de Abril. Um relatório oficial relatando o caso e denunciando uma 'quase-colisão' apareceu várias semanas depois numa revista especializada em aviação. O capitão das linhas aéreas Aurigny (Alderney em Francês), Ray Bowyer, 50 anos de idade, foi o primeiro a ver o estranho objeto e o descreveu como tendo o "formato de um charuto, emitindo uma brilhante luz branca", semelhante à imagem mostrada a ele mais tarde por Dennis Plunket, da Agência Britânica para Estudo de Discos Voadores. E à medida que o avião se aproximava, o capitão pôde analisá-lo mais de perto com um binóculo e disse que "era muito fino, um objeto fino e amarelado com uma área esverdeada".
"Ele estava parado a 2000 pés (aprox. 660 metros) de altura, numa distância que inicialmente me pareceu ser de cerca de 10 milhas náuticas (aprox 18.5 km). Mais tarde eu percebi que ele estava na realidade a 40 milhas náuticas (74 km) de distância. À primeira vista, me pareceu ter o tamanho de um Boeing 737. Mas deveria ser muito maior, devido a distância que estava. Ele poderia muito bem ter cerca de uma milha náutica (1.850 mts) de comprimento!" Continuando a sua aproximação à ilha de Guernsey, Bowyer viu também "um segundo objeto idêntico, mais distante a oeste". Ele afirma: "Era exatamente como o primeiro, mas parecia menor porque estava mais distante. Neste momento estávamos bem próximos da ilha de Guernsey. Eu simplesmente não sei dizer o que era. E se manteve perfeitamente visível por cerca de 9 minutos."
"Mas eu não estou dizendo que era algo de outro mundo. O que quero dizer é que nunca vi nada igual em todos os meus anos de aviação." O avistamento foi confirmado pelos passageiros Kate e John Russel. John, de 74 anos, afirma: "Eu vi uma luz laranja. Era como uma forma oval alongada." Outra confirmação foi fornecida por um outro piloto que não se identificou e que trabalha para as linhas aéreas 'Blue Islands'. O Departamento de Segurança da Aviação Civil Britânica informou que um outro avião pequeno voando próximo à ilha de Alderney também viu o objeto. Uma fonte de alto nível desta mesma instituição inclui: "Algumas partes do relatório não foram publicadas. Não sei dizer porquê..." Apesar do segredo, no início deste ano o Departamento de Defesa Britânico declarou as suas intenções de abrir os arquivos sobre OVNIs para o público .

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